O surrealismo e o ensino de arte


VIDA E OBRA DE FRIDA KHALO



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VIDA E OBRA DE FRIDA KHALO
Conhecida como Magdalena Carmem Frida Kahlo y Calderón, nasceu em 06 de julho de 1907, na cidade de Coyoacán, México. Terceira filha dentre as quatros filhas do fotógrafo profissional, Guillermo Kahlo e da mestiça mexicana Matilde Calderón y González. (KOLARIK; ALMEIDA, 2011, p.3).

Segundo Cunha e Ratto (2016), a casa em que seus pais haviam construído em 1904, hoje é conhecido como Museu Frida Khalo, e guarda toda sua história, trazendo os acontecimentos mais importante da vida da artista, desde o nascimento, o casamento até sua morte. De acordo com Cunha e Ratto (2016) o nome concedido a artista pelos pais tinha significado de paz, os pais diziam que foneticamente era forte.

Assim como Cunha e Ratto (2016) compreendem que Frida teve uma infância sofrida, em que quando começa a desenvolver suas obras expressa toda sua vida nelas. O pai de Khalo veio a falecer no México, com 69 ano de um ataque cardíaco, seu pais era amante da literatura, filosofia e da música.

Para Cunha e Ratto (2016), a mãe de Khalo, logo após seu nascimento descobriu que estava grávida, e não podendo amamentá-la teve uma índia ama, no qual, após esse período foi criada por suas irmãs mais velhas. Frida mais tarde cuidou de sua mãe pois sofria de constantes ataques epiléticos, os mesmos pelos quais seu pai sofria desde a adolescência.

Entretanto, de acordo com Cunha e Ratto (2016), aos 18 anos de Khalo, sofre um gravíssimo acidente, o qual interrompe a sua vida drasticamente, em 17 de setembro de 1925, quando voltava da escola, com Alejandro, “Um bonde elétrico e o ônibus que seguia para casa se chocaram...” (CUNHA; RATTO; 2016, p.149), e Frida sofre grandes contusões, e fica hospitalizada e imobilizada por três meses.

Segundo Herrera (2011) apud Cunha e Ratto (2016, p. 150), frisa:


A menina que corria loucamente pelos corredores da escola feito um passarinho em pleno voo, que saltava de bondes e ônibus, de preferência quando ainda estavam em movimento, agora se viu imobilizada e presa a uma série de gessos e outras geringonças. “Foi uma colisão estranha”, ela disse, “não foi violenta, mas sim bastante silenciosa, lenta, e que machucou todo mundo. Durante anos Frida sofreu com a sequela do acidente, assim passou a expressar seu sentimento em suas obras.

Segundo Cunha e Ratto (2016), Herrera (2011), quis dizer que o acidente foi um momento de muita dor e sofrimento para Frida. Durante um longo período ela ficou indisposta em uma cama usando através de um espelho criando obras e relatando a si mesma, tudo que estava sentindo naquele momento.

Compreende-se no filme Frida (2003), que Diego era um homem muito talentoso, mais que acima de tudo acreditava muito na arte de sua mulher, Frida. Sempre apoiou muito ela e eles tiveram grandes e bons momentos junto, mais Riveras não conseguia ser fiel a ela.

No filme Frida (2003), Diego e Frida viveram grandes momentos e a sua doença cada vez mais estava se agravando. Nos últimos dias de sua vida, organizam uma exposição, na qual foi proibida por Diego e seu médico de comparecer, pois estava muito debilitada, com bronquite e poderia vir a se tornar algo mais sério. Como a ajuda de sua irmã Cristina, uma equipe de homens carregam a sua cama até a exposição, na qual Diego e todos que estavam presente lhe saudaram por suas obras.

Durante a exposição no filme Frida (2003), Diego falou algo sobre suas obras que deixaram mais apaixonados por Frida, Diego expressa em fala:
Tinha uma garota magrela com as sobrancelhas estranhas, gritando comigo, Diego eu quero lhe mostrar minhas pinturas. E é claro ela me fez descer para velas. E eu fui e não parei mais de ver. Mais quero falar de Frida não como seu marido, mais como um artista, um admirador, seu trabalho é ácido e doce. Duro como aço e delicado como asa de borboleta. Amável como sorriso e cruel como o amargo da via, eu creio que jamais uma mulher, colocou tamanha poesia argurrante nas telas (FRIDA, 2003).
Segundo Cunha e Ratto (2016), em 13 de julho de 1954, foi encontrada morta em sua cama, junto de seu diário, no qual deixou como mensagem, “Espero alegre saída – e espero nunca mais voltar”. Assim chegando ao fim de sua vida e da criação de suas obras.




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