O mínimo que se exige de um historiador é que seja capaz de reflectir sobre a história da sua



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we teach History of Education?, 1993); Jean-

Louis Guereña, Julio Ruiz Berrio e Alejandro

Tiana Ferrer (Historia de la Educación en la Es-

paña contemporánea, 1994); Marie-Madeleine

Compère (L’Histoire de l’Éducation en Europe,

1995); Diane Ravitch e Maris Vinovskis (Lear-

ning from the Past: What History Teaches Us

About School Reform, 1995); Sol Cohen e Marc

Depaepe (History of Education in the Postmo-



dern Era, 1996); Héctor Rubén Cucuzza (His-

toria de la Educación en debate, 1996); Narciso

de Gabriel e Antonio Viñao Frago (La investi-



gación histórico-educativa – Tendencias actua-

les, no prelo). 

Estamos perante uma literatura que revela

bem as perplexidades do tempo presente e das

interrogações epistemológicas em torno do tra-

balho científico, teórico e histórico. Em Portu-

gal, há sinais animadores de uma renovação da

História da Educação, não tanto numa perspecti-

va disciplinar (corporativa), mas antes na con-

vicção de que é impossível travar os debates

educativos, de forma avisada e consciente, sem a

presença de uma reflexão histórica. Nem tudo se

esgota na história, obviamente. Mas é difícil

continuar a alimentar os sonhos de uma geração

de cientistas da educação que acreditaram ser

possível dispensar a história. 

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