O livro de Urântia


 O Reconhecimento do Mundo como Sendo Habitado



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7. O Reconhecimento do Mundo como Sendo Habitado

(709.8)


 

62:7.1


 Nós não tivemos que esperar muito. Ao meio-dia, no dia seguinte ao da fuga dos

gêmeos, aconteceu o teste inicial da transmissão dos sinais do circuito do universo no foco da

recepção planetária de Urântia. Estávamos todos, evidentemente, agitados com a compreensão



da iminência de um grande acontecimento; mas, já que este mundo era uma estação de

experimento de vida, não tínhamos a menor idéia de como exatamente seríamos informados

sobre o reconhecimento de haver vida inteligente no planeta. Mas não permanecemos na

expectativa por muito tempo. Ao terceiro dia, depois da fuga dos gêmeos, e antes que o corpo

dos Portadores da Vida partisse, chegou o arcanjo de Nébadon para o estabelecimento inicial

do circuito planetário.

(710.1)

 

62:7.2



 Foi um dia memorável em Urântia, quando o nosso pequeno grupo reuniu-se perto

do pólo planetário de comunicação espacial e recebeu a primeira mensagem de Sálvington,

sobre o circuito de mente recentemente estabelecido no planeta. E essa primeira mensagem,

ditada pelo comandante do corpo dos arcanjos, dizia:

(710.2)

 

62:7.3



 “Aos Portadores da Vida em Urântia — Saudações! Transmitimos a certeza do

grande júbilo em Sálvington, em Edêntia e em Jerusém, em honra ao registro, na sede-central

de Nébadon, do sinal da existência, em Urântia, de mente com a dignidade da vontade. A

decisão propositada dos gêmeos, de partir na direção norte e de isolar-se da sua progênie, dos

seus ancestrais inferiores, ficou registrada. Essa é a primeira decisão da mente — do tipo

humano de mente — em Urântia, e automaticamente se estabelece o circuito de comunicação

por meio do qual essa mensagem inicial de reconhecimento está sendo transmitida”.

(710.3)


 

62:7.4


 Em seguida, por esse novo circuito, vieram os cumprimentos dos Altíssimos de

Edêntia, contendo instruções para os Portadores da Vida residentes, proibindo-nos de

interferir no modelo de vida que tínhamos estabelecido. Fomos instruídos a não intervir nos

assuntos do progresso humano. Não deve ser inferido que os Portadores da Vida tenham

alguma vez interferido arbitrária e mecanicamente na realização natural dos planos

evolucionários planetários, pois nós não o fazemos. Contudo, até essa época nos havia sido

permitido manipular o meio ambiente para proteger o plasma vital de um modo especial, e era

essa supervisão extraordinária, mas totalmente natural, que devia sofrer descontinuidade.

(710.4)

 

62:7.5



 E tão logo os Altíssimos tinham terminado de falar, a bela mensagem de Lúcifer,

então soberano do sistema de Satânia, começou a entrar no planeta. Agora, os Portadores da

Vida ouviam as palavras de boas-vindas do seu próprio chefe e recebiam a sua permissão

para retornar a Jerusém. Essa mensagem de Lúcifer manifestava a aceitação oficial do

trabalho dos Portadores da Vida em Urântia e absolvia-nos de qualquer crítica futura sobre

qualquer dos nossos esforços para aperfeiçoar os modelos de vida de Nébadon, do modo

como estavam estabelecidos no sistema de Satânia.

(710.5)


 

62:7.6


 Essas mensagens de Sálvington, Edêntia e Jerusém, marcavam formalmente o

término da supervisão dos Portadores da Vida no Planeta, que havia durado toda uma longa

época. Durante idades estivemos trabalhando, assistidos apenas pelos sete espíritos ajudantes

da mente e pelos Mestres Controladores Físicos. E agora, havendo surgido nas criaturas

evolucionárias do planeta, a vontade, a capacidade de escolher o poder de adorar e ascender,

compreendíamos que o nosso trabalho havia acabado e que o nosso grupo se preparava para




partir. Sendo Urântia um mundo de modificação da vida, nos foi dada a permissão para

deixarmos aqui dois Portadores da Vida seniores com doze assistentes, e fui eu um dos

escolhidos desse grupo e, desde então, tenho sempre estado em Urântia.

(710.6)


 

62:7.7


 Urântia foi formalmente reconhecida como um planeta de residência humana no

universo de Nébadon, exatamente, 993 408 anos atrás (a contar do ano 1934 d.C.) A evolução

biológica havia, uma vez mais, alcançado níveis humanos de dignidade de vontade; e, pois, o

homem havia chegado ao planeta 606 de Satânia.

(710.7)

 

62:7.8



 [Auspiciado por um Portador de Vida de Nébadon, residente em Urântia.]




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