O livro de Urântia


 O Meio Ambiente Espacial



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3. O Meio Ambiente Espacial

(666.8)


 

58:3.1


 Durante os primeiros tempos da materialização do universo, as regiões do espaço

estão intercaladas com vastas nuvens de hidrogênio, muito semelhantes às nuvens

astronômicas de poeira que agora caracterizam muitas regiões no espaço remoto. Uma grande

parte da matéria organizada, que os sóis abrasadores reduzem e dispersam como energia

radiante, originalmente era composta dessas nuvens espaciais primitivas de hidrogênio. Sob

certas condições inusitadas, a desintegração dos átomos também ocorre no núcleo das massas

maiores de hidrogênio. E todos esses fenômenos de constituição e desintegração do átomo,

como nas nebulosas altamente aquecidas, são seguidos pela emergência de fluxos de marés de

raios de energia radiante de comprimento curto. Acompanhando essas radiações diversas, há

uma forma de energia-espaço desconhecida em Urântia.

(667.1)

 

58:3.2



 Essa carga de energia de raios curtos do espaço, no universo, é quatrocentas vezes

maior do que todas as outras formas de energia radiante que existem nos domínios do espaço

organizado. A emissão de raios espaciais curtos, originários seja das nebulosas abrasadoras

ou de tensos campos elétricos, seja do espaço exterior ou das vastas nuvens de pó de




hidrogênio, é modificada, qualitativa e quantitativamente, pelas flutuações e pelas súbitas

mudanças nas tensões, na temperatura, na gravidade e nas pressões eletrônicas.

(667.2)

 

58:3.3



 Essas eventualidades, nas origens dos raios do espaço, são determinadas por

muitas ocorrências cósmicas, bem como pelas órbitas de matéria circulante, que podem variar,

de círculos modificados a elipses extremas. As condições físicas podem também ser

grandemente alteradas, porque os elétrons algumas vezes giram no sentido oposto ao do

comportamento da matéria mais grosseira, ainda que na mesma zona física.

(667.3)


 

58:3.4


 As imensas nuvens de hidrogênio são verdadeiros laboratórios cósmicos de

química, abrigando todas as fases da energia em evolução e matéria em metamorfose.

Atividades energéticas intensas também ocorrem nos gases marginais das grandes estrelas

binárias, que com tanta freqüência se sobrepõem e, em conseqüência disso, se misturam

profundamente. Contudo, nenhuma dessas atividades energéticas, tremendas e extensas, do

espaço, exerce a menor influência sobre os fenômenos da vida organizada — o plasma

germinador das coisas e seres vivos. Essas condições da energia espacial são inerentes ao

meio ambiente essencial ao estabelecimento da vida, todavia não são efetivas nas

modificações subseqüentes dos fatores de herança do plasma da germinação, como o são

alguns dos raios mais longos de energia radiante. A vida implantada pelos Portadores da Vida

resiste plenamente a toda essa torrente assombrosa de raios curtos de espaço da energia do

universo.

(667.4)

 

58:3.5



 Todas essas condições cósmicas essenciais tinham que evoluir até um estado

favorável, antes que os Portadores da Vida pudessem, de fato, iniciar o estabelecimento da

vida em Urântia.



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