O livro de Urântia


 Os Estágios Terciário e Quaternário



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4. Os Estágios Terciário e Quaternário

(654.6)


 

57:4.1


 O estágio primário de uma nebulosa é circular; o secundário é espiral; o estágio

terciário é o da primeira dispersão solar; enquanto o quaternário abrange o segundo e último

ciclo da dispersão solar, com o núcleo-mãe terminando como um agrupamento globular ou um

sol solitário a funcionar tal qual o centro de um sistema solar terminal.

(654.7)

 

57:4.2



 Há 75 bilhões de anos, essa nebulosa havia alcançado o apogeu do seu estágio de

família solar. Foi então o ponto culminante do primeiro período de perdas solares. A maioria

desses sóis, desde então, apoderou-se de vastos sistemas de planetas, satélites, ilhas escuras,

cometas, meteoros e nuvens de pó cósmico.

(654.8)

 

57:4.3



 Há 50 bilhões de anos, completava-se esse primeiro período de dispersão solar; a

nebulosa terminava rapidamente o seu ciclo terciário de existência, durante o qual deu origem

a 876 926 sistemas solares.

(654.9)


 

57:4.4


 Há 25 bilhões de anos, presenciou-se o completar do ciclo terciário da vida da

nebulosa; o que acarretou a organização e uma relativa estabilização dos vastos sistemas

estelares derivados dessa nebulosa matriz. Todavia, o processo de contração física e

produção crescente de calor, continuou na massa central da nebulosa remanescente.

(655.1)

 

57:4.5



 Há dez bilhões de anos, teve começo o ciclo quaternário de Andronover. A

temperatura máxima da massa nuclear havia sido atingida; o ponto crítico de condensação

aproximava-se. O núcleo materno original encontrava-se em convulsões, sob a pressão

combinada da sua própria tensão de condensação de calor interno e atração crescente da maré

gravitacional do enxame adjacente de sistemas de sóis liberados. As erupções nucleares que

estavam para inaugurar o segundo ciclo solar da nebulosa eram iminentes. O ciclo quaternário

da existência nebular estava para começar.

(655.2)


 

57:4.6


 Há oito bilhões de anos, uma imensa erupção terminal teve início. Apenas os

sistemas exteriores ficaram a salvo no momento de um cataclismo cósmico como esse. E

assim foi o início do fim da nebulosa. Por um período de quase dois bilhões de anos estendeu-

se a fase final de emissão de sóis.

(655.3)

 

57:4.7



 Há sete bilhões de anos, presenciou-se o ponto máximo da desagregação terminal

de Andronover. Esse foi o período do nascimento de sóis terminais maiores e do ápice das

perturbações físicas locais.



(655.4)

 

57:4.8



 Há seis bilhões de anos, ficaram assinalados o fim da desagregação terminal e o

nascimento do vosso sol, o qüinquagésimo sexto antes do último sol da segunda família solar

de Andronover. Essa erupção final do núcleo nebular deu nascimento a 136 702 sóis, a

maioria dos quais é de globos solitários. O número total de sóis e sistemas solares a se

originarem da nebulosa de Andronover foi de 1 013 628. O número do sol do vosso sistema

solar é 1 013 572.

(655.5)

 

57:4.9



 Na época atual, a grande nebulosa de Andronover já não existe mais, mas está

presente nos muitos sóis e suas famílias planetárias que se originaram daquela nuvem-mãe do

espaço. O remanescente nuclear final dessa nebulosa magnífica ainda arde com um brilho

avermelhado e continua a emitir luz e calor moderados para suas famílias planetárias

remanescentes de cento e sessenta e cinco mundos, os quais agora giram em torno dessa mãe

venerável de duas gerações poderosas de monarcas de luz.





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