O livro de Urântia



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1. A Coordenação Física

(637.3)


 

56:1.1


 A criação física ou material não é infinita, mas é perfeitamente coordenada. Há a

força, a energia e o poder-e-potência, mas são todos unos em origem. Os sete superuniversos

aparentemente são duais; o universo central é trino; mas o Paraíso é uno na sua constituição. E

o Paraíso é a fonte factual de todos os universos materiais — passados, presentes e futuros.

Essa derivação cósmica, contudo, é um evento de eternidade; em nenhum momento —

passado, presente ou futuro — nem o espaço, nem o cosmo material saíram da nuclear Ilha de

Luz. Como fonte cósmica, o Paraíso funciona precedentemente ao espaço e antes do tempo; as

suas derivações, pois, poderiam parecer órfãs no tempo e no espaço, se não houvessem

emergido através do Absoluto Inqualificável, seu depositário último no espaço e seu

revelador e regulador no tempo.

(637.4)

 

56:1.2



 O Absoluto Inqualificável sustenta o universo físico, enquanto o Absoluto da

Deidade proporciona um raro supercontrole de toda a realidade material; e ambos os

Absolutos funcionalmente estão unificados pelo Absoluto Universal. Essa correlação coesiva

do universo material é mais bem entendida por todas as personalidades — materiais,

moronciais, absonitas ou espirituais — pela observação da resposta de toda a realidade



material autêntica à gravidade centrada no Paraíso inferior.

(638.1)


 

56:1.3


 A unificação gravitacional é universal e invariável; a resposta da energia pura do

mesmo modo é universal e inescapável. A energia pura (a força primordial) e o puro espírito

pré-respondem totalmente à gravidade. Essas forças primordiais inerentes aos Absolutos são

pessoalmente controladas pelo Pai Universal; daí o porquê de toda a gravidade centralizar-se

na presença pessoal, de pura energia e puro espírito, do Pai do Paraíso e na sua morada

supramaterial.

(638.2)

 

56:1.4



 A energia pura é o ancestral de toda a realidade relativa funcional não-espiritual,

enquanto o espírito puro é o potencial de supercontrole divino e diretivo de todos os sistemas

básicos de energia. E tais realidades, tão diversas quando manifestadas pelo espaço e quando

observadas nos movimentos do tempo, estão ambas centradas na pessoa do Pai do Paraíso. E

são unas Nele — devem estar unificadas — porque Deus é uno. A personalidade do Pai é

absolutamente unificada.

(638.3)

 

56:1.5



 Na natureza infinita de Deus, o Pai, não poderia, de nenhuma forma, existir uma

dualidade de realidade, física e espiritual; mas, no instante em que desviamos nosso olhar dos

níveis infinitos e da realidade absoluta dos valores pessoais do Pai do Paraíso, observamos a

existência dessas duas realidades e reconhecemos que as mesmas respondem absolutamente à

Sua presença pessoal; Nele todas as coisas consistem.

(638.4)


 

56:1.6


 No momento em que deixardes para trás o conceito inqualificável da personalidade

infinita do Pai do Paraíso, devereis postular a MENTE como a técnica inevitável de

unificação das divergências, cada vez mais amplificadas, entre essas manifestações duais da

personalidade monotéica original do Criador, a Primeira Fonte e Centro — o EU SOU.





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