O livro de Urântia


 O Homem Pós-Filho Magisterial



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4. O Homem Pós-Filho Magisterial


(594.4)

 

52:4.1



 Nos planetas normais e leais, essa idade inaugura-se com as raças mortais já

miscigenadas e biologicamente adaptadas. Não há problemas de raça ou de cor; todas as

nações e raças, literalmente, têm um só sangue. A irmandade dos homens floresce, e as nações

estão aprendendo a viver em paz e tranqüilidade na Terra. Tal mundo está às vésperas de um

desenvolvimento intelectual grande e culminante.

(594.5)


 

52:4.2


 Quando um mundo evolucionário torna-se assim maduro para a idade magisterial,

um dos Filhos da ordem elevada dos Avonais faz a sua aparição em missão magisterial. O

Príncipe Planetário e os Filhos Materiais têm a sua origem no universo local; o Filho

Magisterial provém do Paraíso.

(594.6)

 

52:4.3



 Quando vêm às esferas mortais, para atos judiciais apenas como julgadores

dispensacionais, os Avonais do Paraíso nunca se encarnam. Contudo, quando vêm em missões

magisteriais, pelo menos na missão inicial, eles sempre se encarnam, embora não

experimentem o nascimento, nem passem pela morte do reino. Eles podem viver durante

gerações, nos casos de permanecerem como governantes em certos planetas. Quando as suas

missões são concluídas, abandonam as suas vidas planetárias e retornam ao seu status anterior

de filiação divina.

(594.7)


 

52:4.4


 Cada nova dispensação amplia o horizonte da religião revelada, e os Filhos

Magisteriais estendem a revelação da verdade para retratar os assuntos do universo local e

todos os seus tributários.

(594.8)


 

52:4.5


 Depois da visitação inicial de um Filho Magisterial, as raças logo efetivam a sua

liberação econômica. O trabalho diário exigido para sustentar a independência de cada

indivíduo seria representado por duas horas e meia do vosso tempo. E torna-se perfeitamente

seguro liberar tais mortais éticos e inteligentes. Esses povos refinados sabem, muito bem,

como utilizar o lazer para o auto-aperfeiçoamento e para o progresso planetário. Essa idade

testemunha outra purificação das linhagens raciais, por meio da restrição da reprodução entre

os indivíduos menos aptos e dotados.

(595.1)


 

52:4.6


 O governo político e a administração social das raças continuam a aperfeiçoar-se,

estando o autogoverno bastante bem estabelecido ao final dessa idade. Quando dizemos

autogoverno, referimo-nos ao tipo mais elevado de governo representativo. Tais mundos

avançam e honram, entre os líderes e governantes, apenas aqueles que estão mais bem

qualificados para assumir as responsabilidades sociais e políticas.

(595.2)


 

52:4.7


 Durante essa época, a maioria dos mortais do mundo é residida por Ajustadores.

Mas ainda então, a outorga do Monitor divino não é sempre universal. Os Ajustadores com

destino de fusão por enquanto não são concedidos a todos os mortais do planeta; ainda é

necessário que as criaturas de vontade escolham receber os Monitores Misteriosos.

(595.3)

 

52:4.8



 Durante as eras de fechamento dessa dispensação, a sociedade começa a retornar


às formas mais simplificadas de vida. A natureza complexa de uma civilização em avanço

segue o seu curso, com os mortais aprendendo a viver mais natural e efetivamente. E tal

tendência cresce a cada época sucessiva. Essa é a idade do florescimento da arte, da música e

do aprendizado mais elevado. As ciências físicas já alcançaram o ápice do seu

desenvolvimento. O término dessa idade, em um mundo ideal, testemunha a plenitude de um

despertar religioso amplo e um esclarecimento espiritual de âmbito mundial. E esse despertar

irrestrito, da natureza espiritual das raças, é o sinal da chegada do Filho de auto-outorga e

inauguração da quinta época mortal.

(595.4)

 

52:4.9



 Em muitos mundos, acontece que, depois de uma única missão magisterial, o

planeta não se torna capacitado para receber um Filho auto-outorgado; nesse caso haverá um

segundo ou, até mesmo, uma sucessão de Filhos Magisteriais; e cada um deles irá avançar as

raças, de uma dispensação para a outra, até que o planeta fique pronto para a dádiva do Filho

auto-outorgado. Na segunda missão, e nas subseqüentes, os Filhos Magisteriais podem ou não

se encarnar. Todavia, não importa quantos Filhos Magisteriais possam vir — e eles podem

aparecer também depois do Filho de auto-outorga — o advento de cada um deles demarca o

fim de uma dispensação e o começo da seguinte.

(595.5)

 

52:4.10



 Essas dispensações dos Filhos Magisteriais abrangem entre vinte e cinco a

cinqüenta mil anos do tempo de Urântia. Algumas vezes uma tal época é muito mais curta, ou

bem mais longa em casos mais raros. No devido tempo, entretanto, um desses mesmos Filhos

Magisteriais nascerá como um Filho auto-outorgado do Paraíso.





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