O livro de Urântia



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1. O Mundo dos Finalitores

(530.5)


 

47:1.1


 Ainda que apenas os finalitores e alguns grupos de filhos já salvos e os seus

preceptores sejam os residentes do mundo de transição de número um, todas as providências

são tomadas para o entretenimento de todas as classes de seres espirituais, mortais de

transição e estudantes visitantes. Os espornágias, que funcionam em todos esses mundos, são

anfitriões hospitaleiros para todos os seres que possam reconhecer. Eles têm um sentimento

vago a respeito dos finalitores, mas não conseguem vê-los; contudo, devem encará-los do

mesmo modo como, no vosso estado físico atual, vós encarais os anjos.



(530.6)

 

47:1.2



 Embora o mundo dos finalitores seja uma esfera de rara beleza física e de

extraordinária ornamentação moroncial, a grande morada espiritual localizada no centro das

atividades, o templo dos finalitores, não é visível sem ajuda para a vista material nem para a

visão moroncial inicial. Contudo, os transformadores de energia são capazes de tornar

visíveis muitas dessas realidades para os mortais ascendentes e, de tempos em tempos, eles o

fazem, como nas ocasiões das assembléias de classe dos estudantes dos mundos das mansões

dessa esfera cultural.

(531.1)


 

47:1.3


 Durante toda vossa experiência nos mundos das mansões estareis, de um certo

modo, espiritualmente conscientes da presença dos vossos irmãos glorificados que

alcançaram o Paraíso; e é muito repousante, de quando em quando, percebê-los, realmente, em

ação na sua própria sede de residência. Não ireis visualizar os finalitores espontaneamente,

antes de adquirirdes a verdadeira visão espiritual.

(531.2)


 

47:1.4


 No primeiro mundo das mansões, todos os sobreviventes devem satisfazer aos

requisitos da comissão de progenitores dos seus planetas nativos. A comissão atual de Urântia

consiste de doze casais de progenitores, recentemente chegados, que tiveram experiências

mortais de criar três ou mais crianças até a idade da puberdade. O serviço, nessa comissão, é

rotativo e é de apenas dez anos, como regra. Todos aqueles que fracassam em satisfazer às

exigências dessa comissão, quanto à sua experiência de progenitores, devem qualificar-se

posteriormente, prestando serviço, nos lares dos Filhos Materiais, em Jerusém ou, em parte,

no berçário probatório no mundo dos finalitores.

(531.3)

 

47:1.5



 Todavia, aos pais do mundo das mansões que tiverem filhos crescendo no berçário

probatório, independentemente da sua experiência de progenitores, são dadas todas as

oportunidades de colaborar com os custódios moronciais desses filhos, no que diz respeito à

instrução e aperfeiçoamento deles. É permitido a esses pais viajar até eles, para visitas, com a

freqüência de até quatro vezes por ano. E é uma das cenas de beleza mais tocante, de toda a

carreira ascendente, ver os pais dos mundos das mansões abraçando a sua progênie material

por ocasião das suas peregrinações periódicas aos mundos dos finalitores. Ainda que um ou

ambos os pais possam deixar o mundo das mansões antes do filho, freqüentemente são

contemporâneos durante um período.

(531.4)


 

47:1.6


 Nenhum mortal ascendente pode escapar da experiência de criar filhos — os seus

próprios, ou os dos outros — , seja nos mundos materiais ou, subseqüentemente, no mundo dos

finalitores, ou em Jerusém. Os pais devem passar por essa experiência essencial, tão

certamente como as mães. É uma noção infeliz e equivocada, a dos povos modernos de

Urântia, de que a educação das crianças seja, em grande parte, uma tarefa das mães. As

crianças necessitam do pai tanto quanto da mãe, e os pais necessitam dessa experiência de

progenitor, tanto quanto as mães.



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