O livro de Urântia


 Aspectos Físicos de Jerusém



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1. Aspectos Físicos de Jerusém

(519.2)


 

46:1.1


 Jerusém é dividida em mil setores latitudinais, e em dez mil zonas longitudinais.

Esta esfera tem sete capitais maiores e setenta centros administrativos menores. As sete

capitais seccionais dedicam-se a diversas atividades, e o Soberano do Sistema está presente

uma vez por ano, ao menos, em cada uma delas.

(519.3)

 

46:1.2



 O quilômetro-padrão de Jerusém é equivalente a cerca de onze quilômetros de

Urântia. O peso-padrão, o “gradante”, é estabelecido por meio do sistema decimal a partir do

ultímatom maduro e representa quase exatamente 280 gramas do vosso peso. O dia de Satânia

iguala-se a três dias do tempo de Urântia, menos uma hora, quatro minutos e quinze segundos,

este sendo o tempo da rotação de Jerusém em torno do próprio eixo. O ano do sistema consiste

de cem dias de Jerusém. O tempo do sistema é teledifundido pelos mestres cronoldeques.

(519.4)

 

46:1.3



 A energia de Jerusém é controlada de um modo magnífico e circula em torno da

esfera em canais, por zonas que são diretamente alimentadas pelas cargas de energia do

espaço e administradas habilmente pelos Mestres Controladores Físicos. A resistência natural

à passagem dessas energias, pelos canais físicos de condução, fornece o calor necessário à

manutenção de uma temperatura uniforme adequada em Jerusém. A temperatura, à luz plena, é

mantida em torno de 21 graus Celsius, enquanto, durante o período de recesso de luz, ela cai

até um pouco abaixo dos 10 graus.

(519.5)


 

46:1.4


 O sistema de iluminação de Jerusém não deveria ser muito difícil de compreender

para vós. Não há dias e noites, não há estações de calor e frio. Os transformadores de poder

mantêm cem mil centros dos quais as energias rarefeitas são projetadas para o alto, através da



atmosfera planetária, passando por algumas modificações, até que alcancem o teto elétrico de

ar da esfera; e então essas energias são refletidas de volta para baixo, na forma de uma luz

suave, filtrada e uniforme, com a mesma intensidade, aproximadamente, da luz do sol em

Urântia, quando o sol está brilhando, às dez horas da manhã.

(520.1)

 

46:1.5



 Sob essas condições de iluminação, os raios de luz não parecem vir de um único

ponto; eles filtram-se no céu, emanando igualmente de todas as direções do espaço. Essa luz é

muito semelhante à luz natural do sol, exceto pelo fato de que contém muito menos calor. Por

isso é que se sabe que esses mundos sedes-centrais não são luminosos no espaço; ainda que

Jerusém estivesse muito próxima de Urântia, não seria visível.

(520.2)


 

46:1.6


 Os gases que refletem essas energias de luz, da ionosfera superior de Jerusém, de

volta para o chão, são muito similares àqueles das camadas superiores de ar em Urântia, que

são responsáveis pelos fenômenos da aurora boreal das vossas chamadas luzes setentrionais,

embora estas sejam produzidas por causas diferentes. Em Urântia é esse mesmo escudo de gás

que impede a ultrapassagem das ondas das transmissões terrestres, refletindo-as de volta para

a Terra, quando elas tocam esse cinturão de gás, na sua trajetória direta para fora. Desse modo

as teletransmissões ficam retidas perto da superfície, à medida que percorrem o ar em volta

do vosso mundo.

(520.3)

 

46:1.7



 Essa iluminação da esfera é mantida uniforme durante setenta e cinco por cento do

dia de Jerusém e, então, há um recesso gradual, até que, no momento de iluminação mínima, a

luz torna-se semelhante à da vossa lua cheia, em uma noite clara. Essa é a hora do silêncio

para toda a Jerusém. Apenas as estações de recepção das comunicações ficam em operação

durante esse período de repouso e recuperação.

(520.4)


 

46:1.8


 Jerusém recebe uma pálida luz de vários sóis próximos — uma espécie de luz

brilhante das estrelas — mas não depende dela; os mundos como Jerusém não estão sujeitos às

vicissitudes das perturbações solares, nem se defrontam com o problema de um sol que se

resfria ou morre.

(520.5)

 

46:1.9



 Os sete mundos transicionais de estudo e os seus quarenta e nove satélites são

aquecidos, iluminados, energizados e irrigados pelas técnicas de Jerusém.





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