O livro de Urântia


 Ultímatons, Elétrons e Átomos



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6. Ultímatons, Elétrons e Átomos

(476.3)


 

42:6.1


 Conquanto a carga de espaço da força universal seja homogênea e indiferenciada, a

organização da energia, evoluída em matéria, requer a concentração da energia em massas

discretas, de dimensões definidas e peso estabelecido — uma reação precisa à gravidade.

(476.4)


 

42:6.2


 A gravidade local ou linear torna-se plenamente operativa com o surgimento da

organização atômica da matéria. A matéria pré-atômica torna-se ligeiramente sensível à

gravidade quando ativada por raios X e outras energias similares, mas nenhum empuxo de

atração da gravidade linear mensurável é exercido sobre as partículas livres, desagregadas e

sem carga de energia-eletrônica, ou sobre os ultímatons não agrupados.

(476.5)


 

42:6.3


 Os ultímatons funcionam por atração mútua, respondendo apenas à atração circular


da gravidade do Paraíso. Sem a reação à gravidade linear, eles mantêm-se vagando assim em

um espaço universal. Os ultímatons são capazes de acelerar a sua velocidade de revolução, a

ponto de atingir o comportamento de uma antigravidade parcial, mas não podem,

independentemente dos diretores organizadores da força ou poder, atingir a velocidade crítica,

na qual escapam para a desindividualização, e retornam ao estado de energia potencial. Na

natureza, os ultímatons escapam do status de existência física apenas quando participam da

ruptura terminal de um sol resfriado que se extingue.

(476.6)


 

42:6.4


 Os ultímatons, ainda desconhecidos em Urântia, desaceleram-se passando por

muitas atividades físicas antes de atingirem os pré-requisitos da energia de revolução para a

organização eletrônica. Os ultímatons têm três variedades de movimentos: a resistência mútua

à força cósmica, as rotações individuais de potencial antigravitacional e, no interior do

elétron, as posições intraeletônicas daquela centena de ultímatons mutuamente interassociados.

(476.7)


 

42:6.5


 A atração mútua mantém cem ultímatons juntos na constituição do elétron; e nunca

há mais nem menos do que cem ultímatons em um elétron típico. A perda de um ou mais

ultímatons destrói a identidade eletrônica típica, trazendo à existência, desse modo, uma das

dez formas modificadas do elétron.

(476.8)

 

42:6.6



 Os ultímatons não descrevem órbitas ou giros em torno dos circuitos dentro dos

elétrons, mas espalham-se ou agrupam-se, de acordo com as suas velocidades de rotação

axial, determinando assim as dimensões diferenciais eletrônicas. Essa mesma velocidade

ultimatômica, de rotação axial, também determina as reações negativas ou positivas dos vários

tipos de unidades eletrônicas. A segregação total e o agrupamento de matéria eletrônica, junto

com a diferenciação elétrica, entre os corpos negativos e positivos de matéria-energia,

resultam dessas funções várias das interassociações dos ultímatons componentes.

(477.1)


 

42:6.7


 Cada átomo tem um diâmetro ligeiramente maior do que um quarto de milionésimo

de milímetro enquanto um elétron pesa um pouco mais do que uma duodécima-milésima parte

do menor átomo, o do hidrogênio. O próton positivo, característico do núcleo atômico, ainda

que possa não ser maior do que um elétron negativo, pesa quase duas mil vezes mais.

(477.2)

 

42:6.8



 Se a massa da matéria fosse ampliada, a ponto de um elétron pesar 2,83 gramas,

então o tamanho teria de ser aumentado proporcionalmente, e o volume desse elétron tornar-

se-ia tão grande quanto o da Terra. Se o volume de um próton — mil e oitocentas vezes mais

pesado do que um elétron — fosse ampliado até o tamanho da cabeça de um alfinete, então,

nessa mesma proporção a cabeça do alfinete atingiria um diâmetro igual ao da órbita da Terra

ao redor do sol.





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