O livro de Urântia


 Manifestações de Energia Ondulatória



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5. Manifestações de Energia Ondulatória

(474.5)


 

42:5.1


 No superuniverso de Orvônton há uma centena de oitavas de energias de ondas.

Dessa centena de grupos de manifestações de energia, sessenta e quatro, total ou parcialmente,

são reconhecidas em Urântia. Os raios do sol constituem-se de quatro oitavas na escala do

superuniverso, sendo que os raios visíveis abrangem uma única oitava, a de número quarenta e

seis nessa série. O grupo ultravioleta vem em seguida, ao passo que a dez oitavas acima se

encontram os raios X, seguidos pelos raios gama do rádio. Os raios da energia do espaço

exterior estão a trinta e duas oitavas acima da luz visível do sol, tão freqüentemente

misturados que estão às partículas minúsculas de matéria altamente energizada associadas a

eles. Imediatamente abaixo da luz visível do sol surgem os raios infravermelhos, e trinta

oitavas abaixo está o grupo de radiotransmissão.

(474.6)

 

42:5.2



 As manifestações da energia ondulatória — do ponto de vista do esclarecimento

científico do século vinte em Urântia — podem ser classificadas nos dez grupos seguintes:

(474.7)

 

42:5.3



 1. Raios infra-ultimatômicos — as rotações limítrofes dos ultímatons quando

os mesmos começam a assumir uma forma definida. Esse é o primeiro estágio da energia

emergente, em que os fenômenos ondulatórios podem ser detectados e medidos.

(474.8)


 

42:5.4


 2. Raios ultimatômicos. A reunião da energia na esfera diminuta dos

ultímatons, ocasiona vibrações no conteúdo do espaço, as quais são discerníveis e

mensuráveis. E, muito antes que os físicos descubram o ultímatom, sem dúvida irão

detectar os fenômenos causados pelos raios lançados sobre Urântia. Esses raios curtos e




poderosos representam a atividade inicial dos ultímatons à medida que se desaceleram

até aquele ponto em que se voltam para organizarem eletronicamente a matéria. À medida

que os ultímatons se aglomeram, formando elétrons, uma condensação ocorre com a

conseqüente estocagem de energia.

(475.1)

 

42:5.5



 3. Raios espaciais curtos. Estas são as mais curtas de todas as vibrações

puramente eletrônicas e representam o estágio pré-atômico dessa forma de matéria. Esses

raios requerem temperaturas extraordinariamente altas ou extraordinarimente baixas para

a sua produção. Há duas espécies desses raios espaciais: uma que se dá com o

nascimento dos átomos e a outra que indica a desagregação atômica. A maior quantidade

deles emana dos planos de maior densidade do superuniverso, a Via Láctea, que é

também o plano mais denso dos universos exteriores.

(475.2)


 

42:5.6


 4. Estágio eletrônico. Este estágio de energia é a base de toda a

materialização, nos sete superuniversos. Quando os elétrons passam de níveis de energia

mais elevados para os mais baixos, de velocidade orbital, é desprendido sempre um

quantum determinado. As mudanças de órbitas dos elétrons resultam na ejeção, ou na

absorção, de partículas da energia-luz, bastante definidas e uniformemente mensuráveis,

enquanto o elétron individualmente sempre desprende uma partícula de energia-luz

quando submetido à colisão. As manifestações da energia ondulatória também são

geradas a partir de atividades dos corpos positivos e outros representantes do estágio

eletrônico.

(475.3)


 

42:5.7


 5. Raios gama — são as emanações que caracterizam a dissociação

espontânea da matéria atômica. A melhor ilustração dessa forma de atividade eletrônica

está nos fenômenos associados à desintegração do rádio.

(475.4)


 

42:5.8


 6. Grupo dos raios X. O próximo passo na desaceleração dos elétrons gera as

várias formas de raios X solares junto com os raios X artificialmente gerados. A carga

eletrônica forma um campo elétrico; o movimento faz surgir uma corrente elétrica; a

corrente elétrica produz um campo magnético. Quando um elétron é paralisado

subitamente, o distúrbio eletromagnético resultante produz os raios X; os raios X são

essa perturbação. Os raios X solares são idênticos àqueles gerados mecanicamente para

explorar o interior do corpo humano, excetuando-se o fato de que são ligeiramente mais

longos.

(475.5)


 

42:5.9


 7. Raios ultravioleta ou os raios químicos da luz do sol e as suas várias

produções mecânicas.

(475.6)

 

42:5.10



 8. Luz branca — toda a luz visível dos sóis.

(475.7)


 

42:5.11


 9. Raios infravermelhos — a desaceleração da atividade eletrônica, ainda

mais próxima de um estágio considerável de aquecimento.




(475.8)

 

42:5.12



 10. Ondas hertzianas — aquelas energias utilizadas, em Urântia, para as

teledifusões.

(475.9)

 

42:5.13



 A todas essas dez fases da atividade ondulatória da energia, o olho humano apenas

pode reagir a uma oitava: àquela da luz solar global de um sol comum.

(475.10)

 

42:5.14



 O chamado éter é meramente um nome coletivo, usado para designar um grupo de

atividades de força e energia que ocorrem no espaço. Os ultímatons, os elétrons e outras

agregações da energia em forma de massa são partículas uniformes de matéria e, no seu

trânsito no espaço, elas realmente se propagam em linha reta. A luz e todas as outras formas de

manifestação de energia reconhecíveis consistem de uma sucessão de partículas definidas de

energia que se propagam em linha reta, excetuando-se nos pontos em que a sua trajetória é

modificada pela gravidade e outras forças que intervêm. Que essas procissões de partículas

de energia surjam como fenômenos ondulatórios, quando sujeitas a certas observações, é

devido à resistência das camadas de força, não diferenciadas, em todo o espaço: o éter

hipotético, e à tensão da intergravidade das agregações associadas de matéria. O espaçamento

dos intervalos entre as partículas de matéria, junto com a velocidade inicial dos feixes de

energia, estabelece a aparência ondulatória de muitas formas de matéria-energia.

(476.1)

 

42:5.15



 A excitação do conteúdo de espaço produz uma reação ondulatória à passagem das

partículas de matéria que se movem rapidamente, do mesmo modo que a passagem de uma

embarcação, pelas águas, inicia ondas de várias amplitudes e intervalos.

(476.2)


 

42:5.16


 O comportamento da força primordial dá surgimento a fenômenos que são, de

muitos modos, análogos ao éter por vós postulado. O espaço não é vazio; as esferas de todo o

espaço giram e mergulham em um vasto oceano disseminado de energia-força; e nem mesmo o

interior de um átomo, no espaço, é vazio. Não há nenhum éter, contudo; e a ausência mesma

desse éter hipotético capacita os planetas habitados a escaparem de cair no sol e os elétrons,

nas suas órbitas, a resistirem a cair para dentro do núcleo.





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