O livro de Urântia


 Origem e Natureza dos Filhos Criadores



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1. Origem e Natureza dos Filhos Criadores

(234.6)


 

21:1.1


 Quando a plenitude da ideação espiritual absoluta, no Filho Eterno, alcança a

plenitude do conceito da personalidade absoluta, no Pai Universal; quando tal unificação

criadora é final e plenamente atingida; quando essa identidade absoluta de espírito e essa

unificação infinita de conceito de personalidade ocorrem, então, imediatamente, sem que

nenhuma das Deidades infinitas perca nada em personalidade ou em prerrogativa, surge nesse

momento exato, em existência plena e completa, um Filho Criador novo e original; um Filho

unigênito do ideal perfeito e da idéia poderosa, cuja unificação produz essa nova

personalidade criadora, em poder e perfeição.

(235.1)

 

21:1.2



 Cada Filho Criador é uma progênie unigênita e unicamente-gerável, da união

perfeita entre os conceitos originais das duas mentes infinitas, eternas e perfeitas dos

Criadores, para sempre eternos e existentes, do universo dos universos. Nunca poderá existir

um outro Filho como este ou aquele; porque cada Filho Criador é a expressão inqualificável,

acabada e final, e é a incorporação de toda e qualquer fase, de cada característica, de cada

possibilidade e de cada realidade divina que jamais poderia, por toda a eternidade, ser

encontrada ou expressa, ou ainda evoluir a partir daqueles potenciais criativos divinos que se

uniram para trazer esse Filho Michael à existência. Cada Filho Criador é o absoluto dos

conceitos unificados da deidade, que constituem a sua origem divina.

(235.2)


 

21:1.3


 As naturezas divinas desses Filhos Criadores são, em princípio, derivadas

igualmente dos atributos de ambos os Pais, do Paraíso. Todos compartilham da plenitude da

natureza divina do Pai Universal e das prerrogativas criadoras do Filho Eterno; mas, à medida

que observamos as realizações práticas das atribuições dos Michaéis nos universos,

discernimos diferenças aparentes. Alguns Filhos Criadores parecem ser mais como Deus, o

Pai; outros, mais como Deus, o Filho. Por exemplo: a tendência da administração, no universo

de Nébadon, sugere que o seu Filho Criador e governante seja um daqueles cuja natureza e

cujo caráter assemelham-se mais aos do Filho Materno Eterno. Deveria ainda ser dito, pois,

que alguns Michaéis do Paraíso, que presidem aos universos, se assemelham igualmente a

Deus, o Pai, ou a Deus, o Filho. E tal observação, em nenhum sentido, implica crítica

nenhuma, é apenas o registro de um fato.

(235.3)


 

21:1.4


 Não sei o número exato de Filhos Criadores que existem, mas tenho boas razões

para acreditar que há mais de setecentos mil. Ora, sabemos que há exatamente setecentos mil

Uniões dos Dias; e nenhum mais está sendo criado. Também observamos que os planos de

ordenação da idade atual do universo parecem indicar que um União dos Dias deve estar

sediado, em cada universo local, como embaixador conselheiro da Trindade. Notamos,

ademais, que o número constantemente crescente de Filhos Criadores excede já o número

estacionário de Uniões dos Dias. Contudo, no que concerne à quantidade dos Michaéis, além

dos setecentos mil, nunca fomos informados de nada.






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