O livro de Urântia


 Relação com a Deidade Trina



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1. Relação com a Deidade Trina

(185.1)


 

16:1.1


 O Criador Conjunto, o Espírito Infinito, é necessário para completar a

personalização trina da Deidade indivisa. Essa personalização tríplice da Deidade é sétupla,

inerentemente, pelas suas possibilidades de expressão individual e associativa; e, devido a

isso, para o subseqüente plano de criar universos habitados por seres inteligentes e

potencialmente espirituais, devidamente expressivos do Pai, do Filho e do Espírito, tais

personalizações dos Sete Espíritos Mestres tornaram-se inevitáveis. Já chegamos a referir-nos

à personalização tríplice da Deidade como sendo a inevitabilidade absoluta e, ao mesmo

tempo, encaramos o surgimento dos Sete Espíritos Mestres como sendo a inevitabilidade



subabsoluta.

(185.2)


 

16:1.2


 Conquanto os Sete Espíritos Mestres não sejam a expressão total da Deidade

tríplice, eles são o retrato eterno da Deidade sétupla, das funções ativas e associativas das

três pessoas sempre existentes da Deidade. Por intermédio desses Sete Espíritos, neles e

deles, o Pai Universal, o Filho Eterno ou o Espírito Infinito, ou qualquer associação dual

deles, é capaz de funcionar como tal. Quando o Pai, o Filho e o Espírito atuam em conjunto,

Eles podem funcionar, e funcionam, por intermédio do Espírito Mestre Número Sete, mas não

como Trindade. Os Espíritos Mestres representam, cada um de per si, ou coletivamente, todas

e quaisquer das funções possíveis da Deidade, únicas e várias, mas não a coletiva, não

aquelas da Trindade. O Espírito Mestre Número Sete não funciona pessoalmente no que diz

respeito à Trindade do Paraíso, e é por isso que ele pode funcionar de um modo pessoal para

o Ser Supremo.

(185.3)

 

16:1.3



 Quando, porém, os Sete Espíritos Mestres deixam os seus postos individuais de

poder pessoal e autoridade no superuniverso e congregam-se em torno do Agente Conjunto, na

presença trina da Deidade do Paraíso, ali e naquele momento, eles representam coletivamente

o poder funcional, a sabedoria e a autoridade da Deidade indivisa — a Trindade — perante os

universos e nos universos em evolução. Tal união, no Paraíso, da expressão sétupla da

Deidade, de fato, abrange e literalmente compreende todos e cada um dos atributos e atitudes

das Três Deidades eternas, em Supremacia e Ultimidade. Para todos os propósitos e intentos

práticos, os Sete Espíritos Mestres compreendem, ali e naquele momento, o domínio funcional

do Supremo-Último para o universo-mestre, e nele.



(185.4)

 

16:1.4



 Até onde podemos discernir, esses Sete Espíritos estão associados à atividade

divina das três Pessoas eternas da Deidade; não detectamos nenhuma evidência de associação

direta com as presenças em funcionamento das três fases eternas do Absoluto. Quando

associados, os Espíritos Mestres representam as Deidades do Paraíso naquilo que pode,

grosso modo, ser concebido como o domínio finito da ação. Pode abranger muito daquilo que

é último, mas não do absoluto.





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