O livro de Urântia


 As Criaturas do Universo Central



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4. As Criaturas do Universo Central

(156.6)


 

14:4.1


 Há sete formas básicas de coisas vivas e de seres vivos nos mundos de Havona, e

cada uma dessas formas básicas existe em três fases distintas. Cada uma dessas três fases é

dividida em setenta divisões maiores, e cada divisão maior é composta de mil divisões



menores, que têm ainda outras subdivisões, e assim sucessivamente. Essas formas básicas de

vida poderiam ser classificadas como se segue:

(156.7)

 

14:4.2



 1. Material.

(156.8)


 

14:4.3


 2. Moroncial.

(156.9)


 

14:4.4


 3. Espiritual.

(156.10)


 

14:4.5


 4. Absonita.

(156.11)


 

14:4.6


 5. Última.

(156.12)


 

14:4.7


 6. Co-absoluta.

(156.13)


 

14:4.8


 7. Absoluta.

(157.1)


 

14:4.9


 A decadência e a morte não são parte do ciclo de vida nos mundos de Havona. No

universo central, as coisas viventes mais baixas submetem-se à transmutação da

materialização. Elas mudam a forma e a manifestação, mas não se dissolvem pelo processo do

declínio, nem da morte celular.

(157.2)

 

14:4.10



 Os nativos de Havona são todos uma progênie da Trindade do Paraíso. Eles não

têm progenitores criaturas e são seres que não se reproduzem. Nós não podemos retratar a

criação desses cidadãos do universo central, seres que nunca foram criados. Toda a

composição da história da criação de Havona é um intento para tempo-espacializar um fato da

eternidade que não tem nenhuma relação com o tempo, nem com o espaço, do modo como um

mortal os compreende. Todavia, devemos atribuir à filosofia humana um ponto de origem;

mesmo as personalidades muito acima do nível humano precisam de um conceito de

“começo”. Entretanto, o sistema do Paraíso-Havona é eterno.

(157.3)

 

14:4.11



 Os nativos de Havona vivem espalhados pelo bilhão de esferas do universo

central, no mesmo sentido que outras ordens de cidadania permanente habitam as suas

respectivas esferas de nascimento. Exatamente como a ordem material de filiação vive na

economia material, intelectual e espiritual de um bilhão de sistemas locais, em um

superuniverso, também, em um sentido mais amplo, os nativos de Havona vivem e funcionam

naquele bilhão de mundos do universo central. Vós poderíeis considerar certamente esses

havonianos como criaturas materiais, em um sentido tal que a palavra “material” pudesse ser

expandida para descrever as realidades físicas do universo divino.

(157.4)

 

14:4.12



 Há uma vida que é nativa de Havona e que possui significado em si e por si

própria. Os havonianos servem, de muitos modos, aos seres que descem vindos do Paraíso e

aos que ascendem dos superuniversos, mas eles também vivem vidas que são singulares no



universo central e que têm um sentido relativo totalmente independente, seja do Paraíso, seja

dos superuniversos.

(157.5)

 

14:4.13



 Assim como a adoração dos filhos de fé dos mundos evolucionários é ministrada

para a satisfação do amor do Pai Universal, também a elevada adoração das criaturas de

Havona sacia-se nos ideais perfeitos da beleza e da verdade divinas. Tal como o homem

mortal cuida de fazer a vontade de Deus, esses seres do universo central vivem para gratificar

os ideais da Trindade do Paraíso. Na sua natureza mesma, eles são a vontade de Deus. O

homem rejubila-se com a bondade de Deus, os havonianos exultam com a beleza divina, e,

tanto vós quanto eles, desfrutam da ministração da liberdade e da verdade viva.

(157.6)


 

14:4.14


 Os havonianos têm destinos opcionais não revelados, tanto presentes quanto

futuros. E há, para as criaturas nativas, uma progressão peculiar ao universo central, uma

progressão que não inclui ascender ao Paraíso, nem penetrar nos superuniversos. Essa

progressão, até a posição do status mais elevado em Havona, pode ser sugerida pelos

seguintes passos:

(157.7)


 

14:4.15


 1. Progresso experiencial para fora, do primeiro ao sétimo circuito.

(157.8)


 

14:4.16


 2. Progresso para dentro, do sétimo ao primeiro circuito.

(157.9)


 

14:4.17


 3. Progresso intracircuito — progressão no âmbito dos mundos de um dado

circuito ou órbita.

(157.10)

 

14:4.18



 Além dos nativos de Havona, os habitantes do universo central abrangem

inúmeras classes de seres que são modelos para vários grupos do universo — conselheiros,

diretores e mestres das suas espécies, e para essas espécies, em toda a criação. Todos os

seres, em todos os universos, modelam-se pelas linhas de alguma ordem de criatura

arquetípica que vive em um dentre aquele bilhão de mundos de Havona. Mesmo os mortais do

tempo têm como meta e ideais de existência, enquanto criatura, nesses circuitos externos

dessas esferas-modelo das alturas.

(157.11)


 

14:4.19


 E também existem aqueles seres que alcançaram o Pai Universal e que têm o

direito de ir e vir, que são designados para aqui e para acolá, nos universos, em missões de

serviço especial. E, em cada mundo de Havona, serão encontrados os candidatos à meta,

aqueles que fisicamente chegaram ao universo central, mas que ainda não alcançaram o

desenvolvimento espiritual que os capacitaria a solicitar residência no Paraíso.

(158.1)


 

14:4.20


 O Espírito Infinito é representado, nos mundos de Havona, por uma hoste de

personalidades, seres de graça e glória, que administram, em detalhe, os intrincados assuntos

intelectuais e espirituais do universo central. Nesses mundos de perfeição divina, eles fazem o

trabalho inato à condução normal dessa imensa criação e, além disso, dão continuidade às

múltiplas tarefas de ensinar, treinar e ministrar aos enormes números de criaturas ascendentes



que escalaram até a glória, vindos dos mundos escuros do espaço.

(158.2)


 

14:4.21


 Há numerosos grupos de seres nativos do sistema Paraíso-Havona que não estão,

de modo algum, diretamente ligados ao esquema de ascensão e aperfeiçoamento da criatura; e

que, portanto, são omitidos nessa classificação de personalidades apresentada às raças

mortais. Apenas os grupos maiores de seres supra-humanos e as ordens diretamente ligadas à

vossa experiência de sobrevivência são apresentados aqui.

(158.3)


 

14:4.22


 Em Havona, a vida de todas as fases de seres inteligentes é abundante; seres que

ali procuram avançar, dos circuitos mais baixos aos mais elevados, por meio dos seus

esforços para atingir níveis mais elevados de alcance e compreensão da divindade e uma

avaliação mais ampla dos significados supremos, dos valores últimos e da realidade absoluta.





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