O livro de Urântia



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6. A Respiração do Espaço

(123.3)


 

11:6.1


 Não conhecemos o mecanismo factual da respiração do espaço; observamos,

meramente, que todo o espaço contrai-se e expande-se alternadamente. Essa respiração afeta

tanto a extensão horizontal do espaço preenchido quanto as extensões verticais de espaço não-

preenchido, que existem nos vastos reservatórios de espaço, acima e abaixo do Paraíso. Ao

tentar imaginar os contornos do volume desses reservatórios de espaço, vós poderíeis pensar

em uma ampulheta.

(123.4)

 

11:6.2



 À medida que os universos da extensão horizontal do espaço preenchido se

expandem, os reservatórios de extensão vertical do espaço não-preenchido contraem-se, e

vice-versa. Há uma confluência entre o espaço preenchido e o espaço não-preenchido,

exatamente abaixo do Paraíso inferior. Ambos os tipos de espaço confluem ali, através dos

canais de regulagem da transmutação, onde se operam as mudanças que fazem com que o

espaço preenchível torne-se não preenchível e vice-versa, nos ciclos de contração e expansão




do cosmo.

(123.5)


 

11:6.3


 Espaço “não-preenchido” quer dizer: não-preenchido por aquelas forças, energias,

potências e presenças conhecidas como existentes em espaços ocupados. Não sabemos se o

espaço vertical (de reservatório) é destinado sempre a funcionar como contrapeso do espaço

horizontal (o universo); não sabemos se há um intento criador, que seja pertinente ao espaço

não-preenchido; sabemos realmente pouquíssimo acerca dos reservatórios de espaço,

sabemos quase meramente que existem e que parecem contrabalançar os ciclos de contração-

expansão do espaço do universo dos universos.

(123.6)


 

11:6.4


 Os ciclos da respiração do espaço, em cada fase, duram um pouco mais do que um

bilhão dos anos de Urântia. Durante uma fase, os universos expandem-se; durante a seguinte,

eles contraem-se. O espaço preenchido atualmente aproxima-se do ponto médio da fase de

expansão, enquanto o espaço não-preenchido aproxima-se do ponto médio da fase de

contração; e estamos informados de que os limites externos extremos de ambas as extensões

do espaço, atualmente e em teoria, estão mais ou menos eqüidistantes do Paraíso. Os

reservatórios de espaço não-preenchido, agora, estendem-se verticalmente acima do Paraíso

superior e, para baixo do Paraíso inferior, estendem-se exatamente até o ponto em que o

espaço ocupado, do universo, estende-se horizontalmente, para fora do Paraíso periférico até

e mesmo para além do quarto nível do espaço exterior.

(124.1)

 

11:6.5



 Por um bilhão de anos do tempo de Urântia, os reservatórios do espaço contraem-

se, enquanto o universo-mestre e as atividades de força, de todo o espaço horizontal,

expandem-se. Assim, um pouco mais do que dois bilhões de anos de Urântia são necessários

para que se complete, por inteiro, o ciclo de expansão-contração.





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