O ensino e a investigaçÃo académica em história da contabilidade


Quadro 1: Classificação de temas e abordagens segundo alguns autores  Tema



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Quadro 1: Classificação de temas e abordagens segundo alguns autores 

Tema 

Previts, 

Parker e 

Coffman 

(1990b) 

Carnegie 

e Napier 

(1996) 

Carnegie 

e Potter 

(2000a) 

Carnegie 

e Napier 

(2012) 

Bases de Dados 



√ 

 

 

 

Biografia 



√ 

√ 

√ 

√ 

Contabilidade do Setor Público 



 

√ 

√ 

√ 

Desenvolvimento do Pensamento 

Contabilístico 

√ 

 

 

 

Estudo dos Registos Contabilísticos 

de Empresas 

 

√ 

√ 

√ 

História Crítica 



√ 

 

 

 

História da Contabilidade 

Internacional Comparativa 

 

√ 

√ 

√ 

História Geral 



√ 

 

 

 

História Institucional 



√ 

√ 

√ 

√ 

Historiografia 



√ 

 

√ 

 

Prosopografia 



 

√ 

√ 

√ 

Uso de Registos Contabilísticos na 

História Empresarial 

 

√ 

√ 

√ 

Fonte: Elaboração Própria




14 

Bases de dados 

As bases de dados (cronologias, bibliografias e taxonomias) são modelos 

especializados da investigação histórica que têm por finalidade principal apoiar no 

desenvolvimento de atuais e futuras pesquisas através da disponibilização e cedência 

de fontes e informações de referência (Previts et al., 1990b).  

Contudo, este tipo de estudo não visa facultar um enquadramento social e económico 

ou explicar determinadas influências, causas, modelos ou estruturas fundamentais. 

Através das bases de dados, o investigador terá disponível um conjunto de informação 

descritiva sobre as ocorrências, datas, épocas, artigos, fontes e publicações 

relacionadas. Portanto, este tipo de investigação deve ser detalhado, correto e 

organizado de forma a simplificar a sua utilização (Previts et al., 1990b).  

Biografia 

A contabilidade é uma construção humana. Nesse contexto, determinadas 

investigações têm subjacente a ideia que existe a necessidade de compreender os 

desenvolvimentos da contabilidade, através da referência de personalidades 

importantes que cooperaram para o seu progresso (Carnegie e Napier, 1996; Previts 

et al., 1990b).  

Desta forma, num estudo biográfico o investigador deverá utilizar documentos originais 

tendo como principais fontes as obras publicadas, os discursos, o material de arquivo 

e a correspondência pessoal sobre essa personalidade. Seguidamente, através da 

análise dos documentos deverá identificar-se as principais influências do pensamento 

do indivíduo, como o ambiente familiar, a formação escolar e a profissão (Previts et al.

1990b). 

Contudo, a biografia é considerada “débil” porque se baseia numa única fonte. 

Portanto, a gravação de uma entrevista com o indivíduo deverá ser realizada sempre 

que possível, constituindo como um método enriquecedor (Previts et al., 1990b). 





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