O ensino e a investigaçÃo académica em história da contabilidade


  Áreas de estudo em História da Contabilidade



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3.2. 

Áreas de estudo em História da Contabilidade 

Nas últimas três décadas, o reconhecimento da história da contabilidade como uma 

área digna de estudo, proporcionou o surgimento de diversos temas. 

Contemporaneamente, a sua classificação por diversas categorias temáticas constitui 

um precioso instrumento de orientação para os atuais e futuros investigadores 

interessados por este âmbito (Carnegie e Napier, 1996; Carnegie e Napier, 2000b; 

Previts, Parker e Coffman, 1990b). 

Nesse contexto, os autores Previts et al. (1990b) desenvolveram numa investigação 

uma interessante proposta de classificação composta por diferentes áreas de estudo: 

bases de dados, biografia, desenvolvimento do pensamento contabilístico, história 

geral, história crítica, história institucional e historiografia. Estes investigadores 



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defendem um modelo específico utilizado na pesquisa em ciências sociais (Napier, 

2009). 

Seguidamente, na mesma linha de investigação, despontaram novos temas e 

abordagens com interesse para a pesquisa nesta áreacomo, por exemplo, as 

classificações sugeridas por Carnegie e Napier (1996, 2012) e Carnegie e Potter 

(2000a). Conforme o observado no quadro 1, relativamente ao articulado por Previts et 

al. (1990b) foram adicionadas as seguintes áreas de investigação: contabilidade do 

setor público, história da contabilidade internacional comparativa, utilização de 

arquivos contabilísticos na história empresarial, prosopografia e o estudo dos registos 

contabilísticos de empresas.  

No entanto, ao longo dos últimos anos diversos investigadores têm analisado o 

conteúdo dos estudos existentes na história da contabilidade, para determinar os 

principais temas abordados na literatura, como por exemplo os artigos de Anderson 

(2002), Fleischman e Radcliffe (2005), Napier (2006) e Hernández-Esteve (2008). 

Assim, estas classificações identificadas sugerem que certas áreas de estudo são 

complementares entre si (Gomes e Rodrigues, 2009). De seguida, descreve-se em 

que consiste cada área de estudo segundo a classificação de Previts et al. (1990b), 

Carnegie e Napier (1996), Carnegie e Potter (2000a) e Carnegie e Napier (2012). 





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