O continente africano e a formação do sistema atlântico



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Críticas

Uma das críticas gira em torno do fato de o Atlântico, pensado dessa maneira, fecha-se nele mesmo, não se abrindo a pensar outros oceanos. Sem dúvida, havia trocas deste oceano com outros.

Contudo, as trocas estabelecidas pelos europeus, americanos e africanos mediadas pelo Atlântico foram mais significativas e numerosas do que destes com outras partes do mundo.

Os críticos da História Atlântica a veem como uma “história imperialmelhorada, não caracterizando necessariamente um campo específico.

Em defesa da ideia de Mundo Atlântico, Morgan e Greene admitem a importância de se pensar os impérios, mas ressaltam que as fronteiras dos impérios eram muito mais flexíveis do que imaginamos. Nessa perspectiva, a abordagem atlântica apreenderia melhor esses detalhes.

Crítica

  • a História Atlântica não levar em consideração as população do interior dos continentes, focando mais em suas margens e no fato de dedicar-se mais às relações transnacionais, esquecendo, assim, as regiões fronteiriças.
  • Em resposta a tais acusações, os autores afirma que os “atlanticistas” não esquecem essas populações interioranas. Ao contrário. Tentam sempre articular aspectos locais ao contexto mais amplo do Atlântico, além destacar como este interfere nas regiões mais distantes.



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