O componente laical da comunidade salesiana



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Egídio Viganò
O COMPONENTE LAICAL DA COMUNIDADE SALESIANA
Atos do Conselho Superior
Ano LXI – outubro-dezembro, 1980
N. 298
1. O rosto original da nossa Sociedade. 2. A figura do Salesiano coadjutor: Descrição dos vários serviços A sua nota qualitativa. 3. Delicado trabalho de identificação: o Coadjutor é um ‘religioso’ Não é um ‘secular consagrado’ é plenamente ‘salesiano’ Escolheu a ‘dimensão laical’.4. Em que consiste a ‘dimensão laical’?: ‘Laicidade’ a nível de criação ‘Laicidade’ a nível de missão da Igreja ‘Laicidade como dimensão realizável na vida religiosa.5. A verdadeira marca do Salesiano coadjutor: Sentido de pertença comunitária Consciência de uma ‘abertura secular’ da Congregação.6. Situação problemática: Alguns dados estatís­ticos Uma sugestão de perspectiva Confiança na ação do Espírito Santo.7. O com­promisso mais urgente hoje. 8. A tarefa estratégica da formação: Unidade da formação Formação específica Formação permanente.9. Dois apelos autorizados.

Roma, 24 de agosto de 1980.

Queridos irmãos,

há muito desejava conversar convosco sobre um tema vital, o ‘Salesiano coadjutor’. Tema que merece atenta reflexão e particular cuidado, hoje, em todas as Inspetorias, em cada Casa, na mentalidade e no coração de cada irmão.

Discutiram-no com particular preocupação os dois últimos Capítulos Gerais. Interpela-nos a realidade com urgência. Trata-se não apenas do Irmão coadjutor, mas de cada um de nós, de todos, da comunidade, de uma dimensão da nossa Sociedade. Não só ‘ele’, mas ‘nós’. Toca­mos um tema capital para a Congregação.

Entra na sua organização. É parte viva da sua identidade e constitui um componente dinâmico e qualificativo da sua missão.

Conhecemos o pensamento criativo de Dom Bosco a respeito. Quando ainda vivia, tratou-se desse tema nos primeiros quatro Capítulos Gerais, e depois em quase todos os seguintes.

Dele falaram os Reitores-Mores de diversas maneiras com visão congregacional, convenci­dos de salientar uma originalidade comunitária nossa. O P. Albera, no fim da vida, havia pre­parado alguns apontamentos para uma circular sobre ‘Dom Bosco modelo dos Coadjutores’, paralela à outra tão preciosa de 1921 sobre ‘Dom Bosco modelo do Sacerdote salesiano’. O P. Rinaldi escreveu em 1927 uma carta verda­deiramente fundamental sobre ‘O Coadjutor salesiano no pensamento de Dom Bosco’ (ACS, n. 40, 572-580). Hoje, sobretudo hoje, merece ser relida e meditada porque mostra os horizontes do pensamento de Dom Bosco.

As profundas mudanças sociais e eclesiais fizeram com que os dois últimos Capítulos Gerais voltassem com muita determinação a esse tema. Fê-lo de maneira mais sistemática o CG21 no documento 2º sobre “O Salesiano coadjutor — uma vocação de ‘religioso leigo’ a serviço da missão salesiana” (CG21, n. 166-211) e no documento 3º sobre “A formação para a vida salesiana” (CG21, n. 299-306). Gostaria de comentar os seus aspectos mais renovadores e trazer seriamente à memória várias orientações iluminadoras e algumas exigências operativas.




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