Nsds guidelines resumo


Alguns itens para incluir na Disseminação de Dados na ENDE



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Alguns itens para incluir na Disseminação de Dados na ENDE

  • Será que o país participa no GDDS? Será que o ponto focal para GDDS está envolvido na definição de padrões mínimos?

  • Será que os padrões tais como os calendários de divulgação e divulgação simultânea de informação estão contemplados na ENDE?

  • Será que existe uma visão integrada de disseminação de dados expressa na política de disseminação de dados?

  • Existem reformas necessárias na lei para permitir maior acesso aos dados?

  • Será que os requisitos de confidencialidade são respeitados?

  • Será que os usuários estão devidamente definidos?

  • Será que as campanhas de informação pública estão incluídas na ENDE?

Portais de Dados

Existem dois aspectos de disseminação de dados, que terão passado por alterações monumentais nos últimos tempos e por conseguinte, merecerem uma avaliação criteriosa. A ‘comunicação social’ que realiza as divulgações (de transformações de papel para digitais) e a ‘entrega’ das divulgações; que se está a transformar através da “conectividade” da internet, de ser um modelo de comunicação ‘um-para-um’ para ‘um-para-muitos’

O uso cada vez crescente de portais de dados entre os INEs para a disseminação de dados, mostra esta tendência. É um desenvolvimento positivo que permite maior disponibilidade e acessibilidade de dados. O Manual sobre Maiores Plataformas de Gestão de Dados Estatísticos da CENUA é um recurso importante para os INEs e pode dar orientação durante o processo de tomada de decisão para ajudar os INEs a selecionar plataformas adequadas para gerir e disseminar dados estatísticos para os seus usuários. Outro recurso útil é a avaliação técnica do Banco Mundial das plataformas de dados abertos dos INEs.

Embora haja boas intenções para aproveitar o potencial dos portais de dados, quando chega o momento da verdadeira implementação dos resultados tem havido uma mistura. Um problema em particular tem sido o set-up de múltiplos portais de dados com sobreposição de funcionalidades e a sua falta de integração – sobretudo na maioria dos países dependentes de ajuda. Isto resultou na (i) duplicação da carga de trabalho para os INEs já com insuficiência de recursos que têm de manter vários portais de dados e actualizar informação manualmente, (ii) confusão aos usuários que consultam vários portais de dados muitas vezes com resultados contraditórios, e (iii) em geral custos altos claramente para uso baixo destes portais.

Neste contexto, PARIS21 produziu um documento para debate – fazendo com que os Portais de Dados funcionem para os ODS: Uma visão na implantação, desenho e tecnologia. Este documento contém lições sobre como aspectos da implantação, desenho e tecnologia podem ser melhorados a medida que os INEs entram na fase de implementação e monitoria dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável – que deverão permitir avançar ainda mais nessa direcção de portais de dados.

Quadros de disseminação de dados centralizados

Um quadro em que a disseminação de dados é vista como sendo o culminar de um grande processo eficiente e eficaz de gestão de dados que poderia ser uma solução que os INEs poderiam seguir. Ao contrário de plataformas fragmentadas de portais de dados, soluções de software que seguem uma arquitetura modular, que vincula estritamente processos de “back-end” (por exemplo, produção) com o processo “front-end”, (i.e. disseminação), e que pode dar azo ao surgimento de um ambiente centralizado de disseminação de dados, podia ser o caminho a seguir. Seguindo os padrões tais como o quadro de Arquitetura Comum de Produção Estatística (CSPA), esta nova abordagem poderá trazer consigo um foco sobre o processo mais que necessário de reengenharia e reforço nos INEs.


 

Communicação de Dados

A comunicação official de dados e estatísticas requer esforços concertados. Quando dados são bem comunicados, é fácil analisar a sua influência positiva no seu consumo e por conseguinte, desenvolver impacto criado. Os INEs podem aperceber-se disto através da prestação da comunicação à audiência correcta com os dados correctos no formato correcto. De modo a aumentar a probabilidade de que um grupo alvo preste atenção e use os dados disponibilizados, tem de se tomar em conta o prazo e canais adequados para a entrega e distribuição dos dados.

É importante reconhecer que a comunicação de dados é um caso especial da comunicação em geral. Neste contexto, o uso da palavra “dados” aqui, é feito com um sentido explícito de “informação em forma numérica” e não no sentido geral de informação factual. Por isso, o objectivo de comunicação efectiva de “dados” é para assegurar que os dados são transmitidos, descodificados e percebidos correctamente, e faz-se o devido seguimento.



Nesta perspectiva, uma estratégia alargada de comunicação, em que a comunicação de dados podia fazer-se uma componente, podia ser desenvolvida pelo INE em estreita colaboraçãocom os membros do SEN. Na maioria dos casos, o objectivo principal desta estratégia seria de sistematicamente guiar os esforços do SEN na consciencialização e mobilização do apoio com vista ao alcance dos objectivos estabelecidos da ENDE do país. Tendo a comunicação de dados como uma componente, podia-se chamar a necessária atenção e recursos para a sua implementação efectiva. Este documento pode ter uma colecção de estratégias ; e audiências alvo identificadas e as mensagens chave correspondentes pelas quais o INE poderia procurar alcançar a sua advocacia a dados e objectivo de comunicação e os objectivos estratégicos da ENDE. Vide o capítulo “D. FAZENDO ADVOCACIA” nos seus Passos Essenciais da ENDE.


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