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 O VÍDEO   espaço de 1 linha (1,5)



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2 O VÍDEO  

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Neste capítulo será apresentado um breve histórico do vídeo, o uso deste 

nas empresas como forma de comunicação, as utilidades e as variadas formas de 

vídeo.  O  presente  trabalho  não  tem  o  objetivo  de  especificar  o  histórico  do 

audiovisual, sendo assim apresentará apenas os pontos mais relevantes para se 

entender a trajetória.  



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2.1 A HISTÓRIA DE PRODUÇÃO DO VÍDEO NO BRASIL  



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O vídeo no Brasil surgiu entre os anos de 1970 e 1980, quando chegaram 

ao país os aparelhos de VHS

1

. Conforme Machado (1988) a história da produção 



de  vídeo  no  Brasil  pode  ser  dividida  em  três  gerações.  No  início,  o  vídeo  era 

utilizado  exclusivamente  por  artistas  plásticos,  que  sempre  buscavam  inovações 

para expressarem suas idéias criativas.  

 

Nesse  período,  alguns  cineastas  importantes  se  destacaram  com  as  suas 



obras,  como  Andrea  Tonacci,  Júlio  Bressane  e  Arthur  Omar  que  começam  a 

trocar  o  cinema  pelo  vídeo.  Outros  realizadores  também  se  destacaram,  como 

Sandra  Kogut,  que  passou  a  produzir  fora  do  Brasil,  para  poder  ter  acesso  a 

maiores  recursos  financeiros  e  tecnológicos,  e  Eder  Santos  que  preferia  utilizar 

apenas materiais do Brasil. O objetivo da união dos representantes desta geração 

era  investigar  de  forma  expressiva  e  específica,  o  vídeo,  para  assim,  explorar 

recursos diferenciados. (MACHADO, 1988).  

 

 



 

 

 



 

 

 



 

_______________________ 

¹Vìdeo Home System (Sistema de Vídeo Doméstico), Sistema de vídeo da JVC que era composto 

de fitas magnéticas de ½ polegada de largura.  

 

Nota explicativa, inserir na parte inferior da 



página, com letras tamanho (10) e 

entrelinhamento simples (1).  

Início de nova seção/capítulo (seção 

primária), iniciar em folha distinta, o 

título alinhar à margem esquerda, 

usar letras tamanho (12) maiúsculas 

em negrito

A segunda seção/capítulo 



(seção secundária) o título 

alinhar à margem esquerda, 

usar letras maiúsculas tamanho 

(12) sem negrito. 

 

 

       



17 


 

 

2.2 O VÍDEO COMO MEIO DE COMUNICAÇÃO  



 

O  vídeo  em  si,  mesmo  variando  entre  suas  categorias,  é  considerado  um 

meio  de  comunicação  por  ter  o  potencial  de  transmitir  ao  público  -  alvo  as 

informações necessárias, com clareza e objetividade. Conforme Zanetti (2010, p. 

8) 

“um vídeo bem planejado e produzido encurta o tempo das apresentações, tem 



mais precisão, principalmente quando for necessário mostrar muitas informações 

de uma só vez”.  

Essa certeza que temos hoje, de que o vídeo é um meio de comunicação, 

nem  sempre  foi  assim.  No  início,  quando  os  primeiros  vídeos  começaram  a 

circular, era considerado apenas um auxiliar para programas de TV e produções 

cinematográficas.  Isso  ocorreu  devido  ao  conceito  empregado  ao  vídeo  que  era 

utilizado, principalmente, por pessoas que não trabalhavam na área, para referir-

se ao aparelho que reproduzia o teipe. Com base nesse conflito de conceitos no 

início,  propagou-se  a  ideia  de  que  o  vídeo  seria  apenas  um  suporte  e  não 

chegaria a ser um meio de comunicação. Apenas o passar dos anos fez com que 

o conceito de vídeo mudasse de suporte e auxílio para um meio de comunicação.  

Meio  de  comunicação,  conforme  Santoro  (1989,  p.  19), 

“que  tem  outras 

características próprias e algumas vantagens, se comparando a outros meios de 

comunicação”.  Para  o  autor,  essas  características  são:  facilidade  operacional; 

baixo  custo;  público  definido;  independência  na  produção;  imediaticidade; 

facilidade  de  copiagem;  monitoragem  direta;  condições  de  exibição;  custo  de 

produção; armazenagem; recursos do equipamento; som e imagem  simultâneos; 

multiplicidade de formatos; multiplicidade de sistema de cor. 

 

2.3 O USO DO VÍDEO NAS CORPORAÇÕES  



 

 

 



Pode-se também analisar o audiovisual como ferramenta de trabalho, ou seja, 

uma  forma  de  comunicação  empresarial.  Que  têm  evoluído  para  propostas  de 

trabalho  integrado,  com  a  finalidade  de  proporcionar  conhecimento  no  contexto 

corporativo.  E  por  sua  vez,  existem  diferentes  formatos  de  vídeos  que  são 

importantes e eficazes ferramentas da comunicação.  

 

As imagens mudaram o conceito de relacionamento entre as pessoas e, além 



disso,  deu  início  a  uma  nova  forma  de  adquirir  o  conhecimento.  “No  contexto 

corporativo, por exemplo, o vídeo é um audiovisual que permite apresentar de forma 

objetiva,  com  imagem  perfeita,  várias  situações,  dar  dimensão  física  e  espacial, 

O indicativo de seção 

deve conter o número 

(divisão do trabalho) e um 

espaço de caractere 

seguido do título da seção. 

       

18 



 

 

serviço  ou  projeto”  (ZANETTI,  2010,  p.  07).  Funciona  também  como  um  cartão  de 



visitas  e  apresenta  uma  cultura  de  trabalho,  a  missão,  valores,  ramo  de  atuação, 

reforça a imagem do negócio e também da empresa.  

 

2.4 TIPOS DE VÍDEOS 



 

 

Existem  muitas  modalidade  e  nomenclatura  para  se  referir  à  produção 



audiovisual ligada às corporações (TABELA 1).  

 

              TABELA 1 - TIPOS DE VÍDEOS 



 

Tipo 


Duração 

Vídeo institucional 

5 a 8 min. 

Vídeo empresa 

Vídeo integração 



8 a 10 min. 

Vídeo treinamento 

Aberto 

Videojornal 

15 a 20 min. 

Vídeo motivacional 

3 a 5 min. 

Vídeo promocional 

4 a 7 min. 

Apresentação de Case 

Vídeo manual ou manual eletrônico 



Vídeo digital signage 

Vídeo teleaula 



Vídeo catálogo eletrônico e propaganda de produto 

4 a 7 min 

 

              FONTE: ZANETTI (2010); XAVIER; ZUPARDO (2004). 



 

 

Tabelas: O título deve ser inserido 



na parte superior com letras 

tamanho (10), maiúsculas 

 e entrelinhamento simples. 

 O alinhamento do título, fonte e 

notas são à esquerda, conforme 

normas do IBGE. 

 

A tabela deve ser elaborada com letras tamanho 10, 



entrelinhamento simples (1). 

Tabelas não são fechadas nas laterais. 

Tabelas que ocupam mais de uma página devem ser continuadas 

na folha seguinte, observando que:  

- Não devem ser delimitadas na sua parte inferior, a não ser na   

   última página;  

- O cabeçalho (título) da tabela deve ser repetido em todas as   

   páginas, constando a expressão continua, na primeira   

   página,  continuação nas páginas intermediárias e conclusão     

   na última página;  

- Tabelas muito largas (horizontal) podem ser dispostas na vertical 

 

Para melhores detalhes consultar as Normas de apresentação 



tabular do IBGE, disponível no site IBGE. 

 

       



19 

Fonte e Notas inserir na parte inferior com letras 

tamanho (10) e entrelinhamento simples. 


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