Modelagem computacional de um acelerador linear e da sala



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Grandeza 
Unidade 
Comprimento 
cm 
Área 
cm
2
 
Volume 
cm
3
 
Energia 
MeV 
Tempo 
shakes (10
-8
 seg) 
Temperatura 
MeV 
Densidade atômica 
Átomos/barn-cm 
Densidade de massa 
g/cm
3
 
Seções de choque 
barns (10
-24
 cm
2

Heating numbers 
MeV/colisão 
Massa do nêutron 
1.008664967 u.m.a 
Número de Avogadro 
0.59703109.10
-24
 
Obs: kT(MeV)=8,617.10
-11
T, T em Kelvin 
 
O  primeiro  grupo  (cartões  de  células)  é  utilizado  para  definição  dos  entes 
geométricos relevantes para o problema, em três dimensões e coordenadas cartesianas. 
No  MCNP  uma  célula  é  uma  região  volumétrica  definida  no  espaço,  a  partir  de 
superfícies  geométricas  que  a  delimitam,  à  qual  se  atribui  um  material,  densidade  e 
importância  relativa  a  cada  tipo  de  partícula  acompanhada  na  execução  do  programa. 
Todo o “universo” deve ser definido por células, ou seja, o volume de controle, que é a 
região  onde  as  partículas  serão  efetivamente  transportadas  e  as  respostas  de  interesses 
calculadas,  e  o  “resto  do  mundo”  que  representa  a  região  onde  todas  as  histórias  de 
partículas  que  nela  adentram  são  encerradas.  Todas  as  células,  portanto,  possuirão 
volume finito, exceção feita à região exterior ao volume de controle. As células poderão 
ainda  ser  compostas  por  mais  de  um  volume,  adjacentes  ou  não,  por  meio  do  uso  de 
operadores booleanos do tipo união (< :  >),  intersecção (< espaço >) ou  complemento 
(< # >). A figura 2.20 ilustra o conceito de células (1 e 2) contidas em um volume de 
controle (3), envolvidos pelo “resto do mundo” (4), onde as histórias são terminadas por 
default
 
 
 


44 
 
 
 
 
 
 
Figura 2.20 – Representação do volume de controle e “resto do mundo” no MCNP 
 
As células podem ser transladadas, rotacionadas e copiadas. A justaposição de 
células  de  mesmas  dimensões  pode  criar  os  chamados  lattices  que,  dentre  outras 
aplicações,  poderão  dar  origem  aos  chamados  fantomas  em  voxels,  já  abordados 
previamente.  A  figura  2.21  ilustra  esse  conceito  na  elaboração  do  fantoma 
antropomórfico feminino FAX, baseado nas recomendações da publicação 89 da ICRP 
para  a  mulher  padrão  (ICRP,  2002).  Por  fim,  a  cada  célula  é  atribuído  um  número 
identificador  único,  bem  como  um  material,  densidade  e  importância  relativa  para  as 


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