Modelagem computacional de um acelerador linear e da sala



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Golden Data). Perfis calculados/medidos nas profundidades de (a) 2,4 
cm,  (b)  5,0  cm,  (c)  10,0  cm  e  (d)  20,0  cm.  Doses  normalizadas  para 
100% no eixo central ................................................................................ 142
 
Figura 4.3 – Comparação da PDD calculada para o feixe de 10 MV, campo 10 x 10 
cm
2
, com dados medidos pelo fabricante (VARIAN Golden Data) ........ 143
 
Figura  4.4  -  Comparação  dos  perfis  laterais  calculados  para  o  feixe  de  10MV, 
campo  10  x  10  cm
2
,  com  dados  medidos  pelo  fabricante  (VARIAN 
Golden Data). Perfis calculados/medidos nas profundidades de (a) 2,4 
cm,  (b)  5,0  cm,  (c)  10,0  cm  e  (d)  20,0  cm.  Doses  normalizadas  para 
100% no eixo central ................................................................................ 144
 
Figura 4.5 - Comparação da PDD calculada para o feixe de 10 MV, campo 20 x 20 
cm
2
, com dados medidos pelo fabricante (VARIAN Golden Data) ........ 145
 
Figura  4.6  -  Comparação  dos  perfis  laterais  calculados  para  o  feixe  de  10MV, 
campo  20  x  20  cm
2
,  com  dados  medidos  pelo  fabricante  (VARIAN 
Golden Data). Perfis calculados/medidos nas profundidades de (a) 2,4 
cm,  (b)  5,0  cm,  (c)  10,0  cm  e  (d)  20,0  cm.  Doses  normalizadas  para 
100% no eixo central ................................................................................ 146
 
Figura  4.7  –  Comparação  das  doses  absorvidas  calculadas  e  medidas  a  10  cm  de 
profundidade,  fora  do  campo,  em  um  fantoma  de  água  submetido  a 
um feixe de fótons de 10MV .................................................................... 148
 


xviii 
 
Figura  4.8  –  Comparação  da  PDD  calculada  para  o  feixe  de  6  MV,  campo  4  x  4 
cm
2
,  com  dados  experimentais  medidos  pelo  fabricante  (VARIAN 
Golden Data) ............................................................................................ 151
 
Figura 4.9 – Comparação dos perfis laterais calculados para o feixe de 6MV, campo 
4  x  4  cm
2
,  com  dados  experimentais  medidos  pelo  fabricante 
(VARIAN 
Golden 
Data). 
Perfis 
calculados/medidos 
nas 
profundidades  de  (a)  1,5  cm,  (b)  5,0  cm,  (c)  10,0  cm  e  (d)  20,0  cm. 
Doses normalizadas para 100% no eixo central ....................................... 153
 
Figura 4.10 – Comparação da PDD calculada para o feixe de 6 MV, campo 10 x 10 
cm
2
,  com  dados  experimentais  medidos  pelo  fabricante  (VARIAN 
Golden Data) ............................................................................................ 153
 
Figura  4.11  –  Comparação  dos  perfis  laterais  calculados  para  o  feixe  de  6MV, 
campo 10 x 10 cm
2
, com dados experimentais medidos pelo fabricante 
(VARIAN 
Golden 
Data). 
Perfis 
calculados/medidos 
nas 
profundidades  de  (a)  1,5  cm,  (b)  5,0  cm,  (c)  10,0  cm  e  (d)  20,0  cm. 
Doses normalizadas para 100% no eixo central ....................................... 155
 
Figura 4.12 – Comparação da PDD calculada para o feixe de 6 MV, campo 20 x 20 
cm
2
,  com  dados  experimentais  medidos  pelo  fabricante  (VARIAN 
Golden Data) ............................................................................................ 155
 
Figura  4.13  –  Comparação  dos  perfis  laterais  calculados  para  o  feixe  de  6MV, 
campo 20 x 20 cm
2
, com dados experimentais medidos pelo fabricante 
(VARIAN 
Golden 
Data). 
Perfis 
calculados/medidos 
nas 
profundidades  de  (a)  1,5  cm,  (b)  5,0  cm,  (c)  10,0  cm  e  (d)  20,0  cm. 
Doses normalizadas para 100% no eixo central ....................................... 157
 
Figura 4.14 – Comparação da PDD calculada para o feixe de 18 MV, campo 4 x 4 
cm
2
, com dados medidos pelo fabricante (VARIAN Golden Data) ........ 160
 
Figura  4.15  –  Comparação  dos  perfis  laterais  calculados  para  o  feixe  de  18MV, 
campo  4  x  4  cm
2
,  com  dados  medidos  pelo  fabricante  (VARIAN 
Golden  Data).  Perfis  calculados/medidos  nas  profundidades  de  (a)  5 
cm, (b) 10,0 cm e (c) 20,0 cm. Doses normalizadas para 100% no eixo 
central ....................................................................................................... 161
 
Figura 4.16 – Comparação da PDD calculada para o feixe de 18 MV, campo 10 x 
10 cm
2
, com dados medidos pelo fabricante (VARIAN Golden Data) ... 161
 
Figura  4.17  –  Comparação  dos  perfis  laterais  calculados  para  o  feixe  de  18MV, 
campo  10  x  10  cm
2
,  com  dados  medidos  pelo  fabricante  (VARIAN 
Golden Data). Perfis calculados/medidos nas profundidades de (a) 5,0 
cm, (b) 10,0 cm e (c) 20,0 cm. Doses normalizadas para 100% no eixo 
central ....................................................................................................... 163
 
Figura 4.18 – Comparação da PDD calculada para o feixe de 18 MV, campo 20 x 
20 cm
2
, com dados medidos pelo fabricante (VARIAN Golden Data) ... 163
 
Figura  4.19  –  Comparação  dos  perfis  laterais  calculados  para  o  feixe  de  18MV, 
campo  20  x  20  cm
2
,  com  dados  medidos  pelo  fabricante  (VARIAN 
Golden Data). Perfis calculados/medidos nas profundidades de (a) 5,0 


xix 
 
cm, (b) 10,0 cm e (c) 20,0 cm. Doses normalizadas para 100% no eixo 
central ....................................................................................................... 165
 
Figura 4.20 – Perfil lateral de doses absorvidas fora do campo definido pelos  jaws 
(10,2  x  10,2  cm
2
)  e  MLC  (10  x  10  cm
2
)  para  o  feixe  de  6  MV,  à 
profundidade de 3,15 cm da superfície de um fantoma de água de 100 
x 100 x 30 cm
3
. ......................................................................................... 167
 
Figura 4.21 – Perfil lateral de doses absorvidas fora do campo definido pelos jaws 
(10,2  x  10,2  cm
2
)  e  MLC  (10  x  10  cm
2
)  para  o  feixe  de  18  MV,  à 
profundidade de 3,15 cm da superfície de um fantoma de água de 100 
x 100 x 30 cm
3
. ......................................................................................... 167
 
Figura 4.22 – Distribuição de dose equivalente normalizada devido a fótons .............. 169
 
Figura  4.23  –  Distribuição  de  dose  equivalente  normalizada  devido  a  fótons,  em 
função da inclinação do gantry. ............................................................... 172
 
Figura 4.24 – Contribuição da blindagem de concreto para as doses equivalentes em 
diversos órgãos/tecidos ............................................................................ 176
 
Figura  4.25  –  Contribuição  da  blindagem  adicional  de  aço  para  as  doses 
equivalentes em diversos órgãos/tecidos .................................................. 179
 
Figura  4.26  –  Contribuição  da  blindagem  adicional  de  aço  para  as  doses 
equivalentes em diversos órgãos/tecidos .................................................. 181
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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