Modelagem computacional de um acelerador linear e da sala


Partículas  transportadas  para  a  região  branca  ao  redor  do  fantoma



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Partículas  transportadas  para  a  região  branca  ao  redor  do  fantoma 
foram consideradas irrelevantes para o cálculo de doses no fantoma. ..... 120
 
Figura 3.36 – Geometria para definição e medição da PDD ......................................... 122
 
Figura 3.37 – Curvas PDD na água para o campo de 10 x 10 cm
2
 e SSD de 100 cm 
para  feixes  de  fótons  de  diversas  energias.  Para  a  curva  de  10  MV 
estão  destacadas  as  regiões  de  build-up  e  build-down.  Fonte: 
(PODGORSAK, 2005) ............................................................................. 123
 
Figura  3.38  –  Exemplos  de  perfis  laterais  para  duas  aberturas  de  campo  (10  x  10 
cm
2
  e  30  x  30  cm
2
)  para  um  feixe  de  fótons  de  10  MV,  em  várias 
profundidades de um fantoma de água. As doses no eixo central foram 
escalonadas  pelo  valor  de  PDP  apropriado  para  as  duas  aberturas  de 
campo. Fonte: (PODGORSAK, 2005) ..................................................... 124
 
Figura 3.39 – Fantoma de água utilizado para obtenção das PDDs e perfis de dose. 
Notam-se  os  diferentes  tamanhos  de  células  utilizados  para  cálculo 
das doses absorvidas no eixo central. O conjunto de células repetitivas 
posicionadas  lado  a  lado  para  obtenção  dos  perfis  foi  definido  no 
MCNP utilizando lattices. ........................................................................ 125
 
Figura  3.40  –  Regiões  de  validade  dos  critérios  δ
1
  a  δ
4
  para  PDD  (a)  e  perfis  de 
dose (b) ..................................................................................................... 128
 


xvii 
 
Figura 3.41 – Doses fora do campo reportadas para feixes de fótons de 6 MV (a) e 
18  MV  (b)  de  linacs  utilizando  a  técnica  3D-CRT.  Todos  os  dados 
referem-se ao campo de 10 x 10 cm
2
. As linhas sólidas acima e abaixo 
dos dados representam os limites das doses que seriam razoavelmente 
esperadas. Fonte (KRY et al.., 2017) ....................................................... 130
 
Figura 3.42 – Doses absorvidas totais em um fantoma submetido a feixes de fótons 
de 10 MV de diversas aberturas de campo, a 10 cm de profundidade, 
normalizadas  para  100%  no  eixo  central  à  profundidade  de  máxima 
dose. Fonte: (STOVALL et al.., 1995) .................................................... 131
 
Figura 3.43 – Ângulos de inclinação do gantry............................................................. 133
 
Figura 3.44 – Representação do fantoma REX no programa Vised (a) e Moritz (b). 
O material que constitui os membros superiores foi substituído por ar, 
indicado em tonalidade mais clara na figura b), para evitar exposição 
desnecessária à radiação do feixe principal durante o tratamento............ 134
 
Figura  3.45  –  Vista  em  planta  (a)  e  corte  em  elevação  (b)  da  sala  de  radioterapia 
simulada. O fantoma está representado no centro da sala. Em (b) nota-
se  ainda  a  posição  do  cabeçote  do  acelerador  sobre  o  fantoma.  A 
blindagem  adicional  de  1  TVL  está  indicada  por  setas  nas  paredes  e 
teto do cinturão primário .......................................................................... 136
 
Figura 4.1 – Comparação da PDD calculada para o feixe de 10 MV, campo 4 x 4 
cm
2
, com dados medidos pelo fabricante (VARIAN Golden Data) ........ 141
 
Figura  4.2  –  Comparação  dos  perfis  laterais  calculados  para  o  feixe  de  10MV, 
campo  4  x  4  cm
2
,  com  dados  medidos  pelo  fabricante  (VARIAN 



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