Modelagem computacional de um acelerador linear e da sala


Parte da laje do teto na figura b) foi ocultada para permitir a vista do



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Parte da laje do teto na figura b) foi ocultada para permitir a vista do 
interior ...................................................................................................... 107
 
Figura 3.26 – Representação geométrica dos macrobodies utilizados para realizar a 
modelagem computacional no MCNP. .................................................... 108
 
Figura  3.27  –  Convenção  do  sistema  de  coordenadas  e  ângulos  de  inclinação  do 
gantry ....................................................................................................... 109
 
Figura 3.28 – Representação da próstata no fantoma REX. a) vista 3D, notando-se 
as  cinco  camadas  de  voxels  prismáticos.  b)  Corte  longitudinal.  c) 
Corte  transversal.  As  diferentes  cores  nas  figuras  b)  e  c)  indicam 


xvi 
 
diferentes  materiais  (tecido  prostático  representado  em  amarelo). 
Imagens obtidas por meio do código Vised ............................................. 112
 
Figura 3.29 – Reposicionamento do fantoma REX. a) Posição inicial da origem do 
sistema  de  coordenadas  do  fantoma.  b)  Posição  final  após  translação 
do  CM  da  próstata  para  o  isocentro  e  rotação  ao  redor  dos  eixos 
principais.  c)  Convenção  de  sinais  para  os  ângulos  da  matriz  de 
rotação R. Imagens do fantoma obtidas utilizando-se o código Moritz 
(WHITE ROCK SCIENCE, 2008) ........................................................... 112
 
Figura 3.30 – Posição relativa dos eixos coordenados e matrizes de rotação para as 
quatro posições do fantoma REX (0º, 90º, 180º e 270º) .......................... 113
 
Figura 3.31 – Obtenção das matrizes de rotação dos jaws ............................................ 114
 
Figura  3.32  –  Trajetória  dos  colimadores  secundários.  Os  jaws  y  realizam  um 
movimento  de  rotação,  ao  passo  que  o  par  de  jaws  x  realiza  um 
movimento simultâneo de translação e rotação. No detalhe observa-se 
que,  para  o  campo  de  20  x  20  cm
2
,  a  diferença  para  a  trajetória  de 
rotação simples é de aproximadamente 1,28 mm..................................... 115
 
Figura  3.33  –  Formação  da  penumbra  em  um  MLC  composto  de  lâminas  com 
folhas arredondadas. Entre os pontos G e N a dose não é uniforme. ....... 116
 
Figura 3.34 – Configurações do MLC. a) Segmento para inclinação 90º do  gantry
Nota-se a margem reduzida do CTV na direção do reto. b) Segmento 
para  inclinação  0º  do  gantry.  A  posição  das  folhas  se  conforma  à 
assimetria  da  próstata  do  fantoma  REX.  Os  gaps  que  ocorrem  nas 
margens normais ao eixo y serão compensados pelos jaws. .................... 117
 
Figura  3.35  –  Vista  em  corte  do  modelo  do  cabeçote  e  do  fantoma  de  água. 


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