Ministério da educaçÃo secretaria de educaçÃo profissional e tecnológica instituto federal de educaçÃO, ciencia e tecnologia do amazonas campus tefé departamento de ensino, pesquisa e extensão setor pedagógico



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6. Roteiro de Aprendizagem 6 - Bloco 18 Silviculttura 2021 - 29 09 21


 

 

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO 



SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA 

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS 

CAMPUS TEFÉ 

DEPARTAMENTO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 

SETOR PEDAGÓGICO 

 

 



(Nome do docente) 

 

ROTEIRO DE APRENDIZAGEM 6 – BLOCO 18



 

 

PERÍODO DE EXECUÇÃO: (05/10 a 15/10/2021) 

 

 

Conteúdo – 

Plantios com espécies florestais exóticas  

I. Introdução; II. Escolha da espécie florestal; II.1. Fatores que devem ser considerados na escolha das espécies; 

II.1.1.  Fator  estágio  sucessional:  a)  Pioneiras;  b)  Secundárias;  c)  Clímax;  II.1.2.  Fator  umidade  do  local:  a) 

Espécies  higrófitas;  b)  Espécies  xerófitas;  II.1.3.  Fator  luz:  a)  Espécies  heliófilas;  b)  Espécies  umbrófilas  ou 

tolerantes; II.1.4. Fator periodicidade da folhagem: a) Espécies caducifólias ou decíduas; b) Espécies perenifólias; 

II.2. Termos fundamentais no empreendimento florestas: 

a) Incremento Corrente Anual; b)

 Produtividade média; 

c) Incremento Médio Anual; 

d) Rotação florestal ou período de rotação; e)

 

Ciclo de corte; III. Fatores que afetam 



o desenvolvimento de povoamentos florestais:III.1. Fatores que afetam o desenvolvimento vegetal; III.1.1. Fatores 

bióticos: a) O homem; b) Os animais; c) Os insetos; d) Os microorganismos;  III.1.2. Fatores climáticos: a) Os 

gases; b) A luz; c) A precipitação; d) A temperatura; e) A umidade do ar; f) O vento; III.1.3. Fatores edáficos: a) 

A origem do solo; b) A classificação do solo; c) A topografia local;  

 

IV. Tratamentos silviculturais: IV.1. Capina e roçada; IV.1.1. Fatores que afetam estas operações são: a) O custo; 



b)  A  época  do  ano;  c)  O  tipo  de  vegetação  existente;  d)  A  tolerância  da  espécie  plantada;  IV.1.2.  Tipos  de 

operações; IV.1.2.1. Operação manual: 1) Capina manual; 2) Roçada manual; IV.1.2.2. Operação mecanizada: 1) 

Roçada mecanizada; 2) Capina mecanizada: IV.1.2.3. Operação química; IV.2. Fertilização complementar; IV.3. 

Desbaste;  IV.3.1.  Tipos  de  desbastes;  IV.3.1.1.  Desbaste  baixo;  IV.3.1.2.  Desbaste  alto;  IV.3.1.3.  Desbaste 

seletivo; IV.3.1.4. Desbaste mecânico; IV.3.1.5. Desbaste misto; IV.3.2. Índices para classificar desbaste; IV.3.2.1. 

índice Vd/Vr; IV.3.2.2. índice Hümmel; IV.4. Desrama ou Derrama i) Tipos de nós: i.1) Nó Vivo; i.2) Nó Morto; 

IV.4.1.  Desrama  natural;  IV.4.1.1.  Fatores  que  afetam  a desrama  natural:  a)  Espécie  arbórea;  b)  Densidade  do 

povoamento; c) Qualidade de sítio; IV.4.2. Derrama artificial; IV.4.2.1. Classificação; IV.4.2.1.1. Segundo a época 

de sua aplicação: IV.4.2.1.1.1. Desrama de seca; IV.4.2.1.1.2. Desrama de chuva; IV.4.2.1.2. Segundo o tipo de 

galho desramado; IV.4.2.1.2.1. Derrama de galho vivo; IV.4.2.1.2.2. Derrama de galho morto: IV.4.2.1.3. Segundo 

a  altura  da  operação;  IV.4.2.1.3.1.  Desrama  baixa;  IV.4.2.1.3.3.  Desrama  alta;  IV.4.2.2.  Informações 

complementares;  IV.3.  Limpeza;  V. 

Espécies  Florestais  Exóticas  no  Brasil; 

V.1.  Pinus  elliottii;  V.2.  Pinus 

taeda;V.3. Pinus patula 

 


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