Ministerio das obras publicas, infraestruturas, recursos naturais e ambiente



Baixar 10.04 Mb.
Página175/207
Encontro08.10.2019
Tamanho10.04 Mb.
1   ...   171   172   173   174   175   176   177   178   ...   207
Adilson Carneiro: “Trata-se da primeira divulgação pública deste projeto, quer o QGAS que o QPR serão usados como guiões, uma espécie de bíblia que todos irão seguir.”

  • Nelson Cardoso: “Se haverá infraestruturas para a passagem dos cabos? Sim haverá. Os engenheiros (projetistas) estão trabalhando nisso.”

  • “O sector dos Transportes está envolvido e tem participado ao mais alto nível no tratamento das várias questões relacionadas com a esperada reabilitação da estrada”

  • “O turismo tem sido de grande importância para o país, então o objetivo será criar acessibilidade para o mesmo”

  • “A estabilização dos taludes está prevista no projeto, já se definiu os pontos a serem melhorados e onde haverá construção de raiz”

  • “A questão do tampão já foi discutida e está na previsão, logo já há um esforço para dar ênfase a esse ponto”

  • Mario Souto: em resposta ao senhor Carlos de Conde defendeu que a estrada N1 tem um carácter histórico. Sob o Cenário 2 pode haver modificações, ainda que pequenas, do traçado da estrada, mas isso pode acarretar custos elevados. Os estudos preliminares estão a ser feitos e todas as situações estão a ser devidamente acauteladas. É um desafio a levar a cabo por isso é que a estrada foi dividida em em dois. Os primeiros 15 km serão objecto de um determinado tratamento em função das suas características enquanto os restantes 12 km de Guadalupe a Neves terão outro. É neste último que se colocam mais problemas de estabilização das encostas. Será necessário fazer um inventário dos problemas existentes em cada ponto e delinear medidas estruturais e não estruturais para os resolver

  • Alguns estudos já foram produzidos e assim que tivermos o estudo de viabilidade completo teremos uma melhor resposta. O estudo de viabilidade vai nos dar as respostas de engenharia e ambiental e social, mas a parte financeira também é bastante importante. Vai se ter de combinar todos os factores e chegar-se à solução viável.

  • Em relação a questão da senhora Mirian destacou que ao certo esforços serão feitos para não descaracterizar a área e mantê-la atractiva para o turismo.

  • “Não faz sentido adiar um problema hoje para o enfrentar amanhã”. Todas as questões relevantes devem ser consideradas desde logo no desenho do projeto. É por isso que estamos a ter esta auscultação pública. Temos 3 cenários (0, 1, 2) teremos de ver depois qual a implementar e não devemos esquecer que é necessário ter dinheiro (financiamento). Sob certa perspectiva mesmo o Cenário 0 é um bom Cenário. Eventualmente vai ser necessário combinar elementos de cada um dos Cenários o máximo possível, nos países pobres a manutenção da vegetação pode ser uma grande mais-valia. Para além de manter os locais mais bonitos e mais saudáveis a vegetação pode desempenhar um grande papel na drenagem e retenção de água. Temos que adoptar medidas estruturais e não estruturais na estabilização das encostas.

  • Há Cenários que podem suscitar problemas de velocidade ao longo de várias secções da via.

  • Existe uma matriz de direitos para as diferentes categorias de pessoas a ser diretamente afectadas pelo projeto. Para cada categoria são indicados direitos específicos e na devida altura os dispositivos da matriz terão de ser aplicados de forma consistente.




  • Compartilhe com seus amigos:
  • 1   ...   171   172   173   174   175   176   177   178   ...   207


    ©historiapt.info 2019
    enviar mensagem

        Página principal