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participava de todas as organizações dentro da estrutura da ACB, mas colocava em



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participava de todas as organizações dentro da estrutura da ACB, mas colocava em 
prática um plano que lançava a JEC na conquista de postos políticos em 
organizações supracolegiais pelo Brasil afora e tentava controlar todas as instâncias 
secundaristas. E ainda tentava mudar a realidade de cada uma destas instâncias 
através de seus jecistas. 
 
•  A Campanha de politização do meio estudantil lançada pela Equipe Nacional da 
JEC era liderada por um grupo, o Grupo de Política Estudantil. O grupo é um 
símbolo do que fora a JEC enquanto movimento social: ela surgira da iniciativa 
jecista, a hierarquia simplesmente não havia pedido a sua criação. Ela viajava 
pelo Brasil com o dinheiro da JEC distribuído pela CNBB e gerenciava o futuro da 
mobilização estudantil da JEC em todo o Brasil, ia contra o movimento 
ultramontano e não tinha qualquer semelhança com o projeto de romanização 
proposto pela ICAR. No entanto, o Grupo de Política Estudantil obtivera sucesso 
em sua empreitada. Muitos militantes se animaram com a idéia da Equipe Nacional 
e em 1964 a JEC chegara a presidência da mesa diretora de várias instituições como 
a AMES, a UBES e a UNE. Foi uma iniciativa muito positiva no sentido de mostrar 
as possibilidades de ação da ACB: a JEC tentava mostrar aos seus militantes que o 
mundo poderia ser mudado, ou pelo menos os jecistas tinham condições de chegar 
nas instâncias de decisão para tomar alguma atitude. Além disso, apesar de tão 


pouco tempo de ação (1962-1966) a JEC já nascia para o meio estudantil como uma 
das maiores organizações existentes, com representação em todas as regiões, mais 
do que muitos partidos da época; 
 
•  Mas por se tratar de um projeto que ia na direção oposta ao movimento 
ultramontano da ICAR logo muitas críticas por parte da hierarquia surgiram devido 
ao caráter independente e doutrinário do pensamento jecista engajado como 
movimento social. Em um primeiro momento a hierarquia apenas acompanhou, 
como vimos, o andamento destas questões, possivelmente esperando tirar proveito 
destas lideranças juvenis com o passar do tempo. Com a crise político militar e a 
eleição de uma nova direção da CNBB em 1964, logo a Equipe Nacional da JEC e 
JUC não tardariam por sentir os efeitos de uma espécie de processo inquisitório 
montado por parte da hierarquia para entender a profundidade do pensamento social 
jecista. O resultado deste processo nós sabemos já e provavelmente os próprios 
jecistas no início de 1966 já desconfiavam também: a presidência da CNBB decreta 
o fim das Equipes Nacionais em uma tentativa de parar o envolvimento da JEC com 
a política estudantil e liberar do movimento aqueles membros que não tinham 
nenhum envolvimento mais como projeto evangelizador ultramontano. E de fato 
este foi o fim da JEC enquanto movimento social, ainda que não tenha sido o fim do 
movimento institucional em si, que não acabara naquele momento, mas que nunca 
mais seria o mesmo em função do afastamento declarado de dirigentes que estavam 
mais interessados em política estudantil. 
 
Com base nas afirmações acima, concluímos que a JEC foi um movimento 
formador de lideranças estudantis leigas. Foi um movimento inovador e desafiador. 
Inserido em uma das instituições mais conservadoras do mundo, os dirigentes jecistas 
defensores da JEC como movimento social foram além do que fora pedido e pagaram por 
isso. Aqueles jecistas (provavelmente os mais novos) que não sentiam a vontade de se 
engajarem na política estudantil, portanto, acabaram ganhando com o fim das Equipes 
Nacionais. 


Desta forma, em termos de organização, podemos identificar dois momentos 
distintos na história da JEC: em um primeiro momento, a JEC é um movimento 
comprometido com o projeto ultramontano da ICAR e assume seus marcos referenciais, 
como o próprio ultramontanismo e o ideal de romanização, que fez com que por muito 
tempo a ACB usasse o modelo italiano da AC não o adaptando como deveria a realidade 
brasileira. 
E em um segundo momento, a JEC é um movimento renovado e comprometido 
com a política estudantil e as reformas sócio-econômicas brasileiras negligenciando o seu 
marco referencial inicial. A JEC adota assim uma série de conceitos culturais que a tornam 
um movimento social ainda que inserido na ACB (a tornando aparentemente um 
movimento social como os outros da ACB como a HAC) e recebendo todo o apoio 
estrutural da ICAR através do financiamento da CNBB como se fosse outro movimento 
qualquer da ACB como a JIC, por exemplo, e que nunca se envolvera abertamente com 
política. 
 
Segundo Jaccoud, os dirigentes da JEC foram mal interpretados. O envolvimento 
político destes era apenas uma prova da boa vontade por um mundo melhor, e o movimento 
não chegava a representar uma ameaça a hierarquia a ponto desta ir tão longe 
(JACCOUD/POUCHARD, 1989, p. 6). Atitude extrema ou não, a JEC nunca fora mais a 
mesma. A partir de 1966 vemos um declínio no seu número de membros e na sua estrutura. 
Outros movimentos surgem por todo o Brasil e substituem sua proposta de ação 
politizadora.  
 
A JEC foi um movimento formador de líderes. Também era um movimento que 
apoiava a causa estudantil e seus líderes de “esquerda”. Nesta época de envolvimento com 
o aspecto social e político em detrimento do religioso, o movimento revelou ao Brasil 
algumas das suas maiores lideranças políticas. Cito aqui Herbert de Souza (sociólogo, 
membro da JEC e JUC, ex-assessor do ministro Aldir Blanc no governo Goulart), Frei 
Betto (assessor político do governo Lula, um dos principais assistentes das CEB’s), Henfil 
(cartunista, irmão de Herbert de Sousa), Frei Tito (dominicano, preso político), Aldo 
Arantes (presidente da UNE), Vinícius Caldeira Brant, José Serra (eleito presidente da 
UNE com o apoio da JEC em 1963), Hugo Amaral, Paulo Haddad, Marcelo Guimarães, 


Nassim Mehedelf, Tomás Aroldo da Mona Santos, Humberto Pereira, José Alberto 
Fonseca, Rafael Guerra, Jair Ferreira de Sá e tantos outros. 
 
Como conseqüência do fim das Equipes Nacionais temos o afastamento de boa 
parte dessas lideranças para outros movimentos, partidos ou associações, muitas vezes até 
com o negligenciamento da fé cristã. Logo a ICAR perdia líderes que já vinham sendo 
formados há anos, vindos de uma primeira geração de leigos a serviço da hierarquia. Logo 
não foi uma atitude que a hierarquia tenha tomado sem sentir algumas conseqüências 
também. 
 
Logo também o número de jovens engajados na JEC começara a diminuir em 1967 
e nos anos seguintes. Em parte por causa do Golpe Militar, que já vinha causando baixas 
nos números de dirigentes engajados através da perseguição e da tortura. E com o 
afastamento das Equipes Nacionais, a responsabilidade de organização do movimento 
recaíra sobre as Equipes Regionais (que muitas vezes eram despreparadas para tanto) e que, 
sem uma linha de ação do movimento, e após quase quatro anos de ênfase na politização 
estudantil, tiveram de refazer uma linha de movimento e se adequarem novamente ao 
movimento ultramontano
249

 
Assim, a JEC desmobilizada e nas mãos dos seus mais novos dirigentes não 
conseguira se recuperar. Com o passar dos anos cada vez menos jovens passaram a 
freqüentar o movimento. 
 
A própria hierarquia passara a investir nos seus projetos de evangelização em 
movimentos de leigos mais “seguros”, onde o aspecto político dificilmente seria 
desenvolvido. É o caso dos movimentos “de 1º anúncio” e outros em que o aspecto 
emocional e doutrinário superam o ideológico e político, como os Cursilhos de 
Cristandade, o Curso de Liderança Juvenil, o Neo-Catecumenato, o Regnum Christi, etc. 
                                                 
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 Segundo um documento intitulado Encontro da Juventude Estudantil Católica (Nacional) em um Encontro 
que reunia pela primeira vez em caráter nacional novamente todas as Equipes Regionais (vindas de 
Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Guanabara, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do 
Sul) ainda mobilizadas da JEC, a intenção das mesmas era continuar a linha de ação que pregava uma 
revolução social através da politização do meio estudantil, apesar da situação política frente à hierarquia e aos 
militares. Isso nos leva a crer que alguns indivíduos tentavam ainda através de suas Equipes Regionais ir 
contra o que a hierarquia determinara em 1966. No entanto, três anos depois, a desmobilização era tal na JEC 
que em outro encontro semelhante apenas havia representantes de Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo, 
contabilizando vinte e um jovens (veja o anexo nº 5
 
a.). Além disso, em 1971 a linha de ação da JEC, segundo 
os assessores da mesma, já havia mudado novamente para uma linha de ação evangelizadora (veja anexo nº 
5b). 


São movimentos dessa natureza juntamente com outros movimentos paroquiais que darão a 
tônica da preferência do tipo de engajamento que o laicato deve ter junto à hierarquia com o 
tempo. 
 
A exceção destes movimentos são as CEB’s, ou Comunidades Eclesiais de Base e a 
Pastoral da Juventude.
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Ambos os movimentos são herdeiros do passado político dos 
últimos anos da JEC e JUC enquanto movimentos sociais, sendo que a Pastoral da 
Juventude do Brasil se diz literalmente herdeira deste passado. 
 
A JEC foi um movimento pioneiro dentro da ICAR onde tanto os seus militantes 
quanto à hierarquia aprenderam algo com ela usando este conhecimento no futuro. Seus 
jovens dirigentes que desistiram dela em 1966 podem ter aprendido que eram capazes de 
obter um espaço no mundo político. Aprenderam a fazer o seu espaço e criar as suas 
oportunidades políticas, e também aproveitarem-nas. A hierarquia pode ter aprendido que 
um movimento tem este nome por que pessoas vêm e vão, e que quando eles vêm, precisam 
saber exatamente os seus limites e regras delimitados. Também a hierarquia pode ter 
aprendido que não é fácil e é desgastante ter um crítico inserido dentro da instituição. 
 
Por todas estas questões que circunscrevem a história da JEC enquanto movimento 
social achamos a produção deste estudo uma excelente oportunidade de contemplar alguns 
aspectos de sua história que a ligam a ICAR e a personalidades políticas brasileiras. A JEC, 
tão negligenciada na história da ICAR e pouco lembrada nos manuais de História da Igreja 
tem sua importância garantida, no mínimo, como o primeiro movimento de inserção do 
leigo na faixa etária do ensino secundário na ICAR. 
 
Concluímos, a partir de um olhar interdisciplinar, que a JEC mostrou-se um 
movimento que, através de sua Equipe Nacional, subverte o projeto ultramontano, e 
transforma o movimento institucionalizado em movimento social voltado para a política 
estudantil, no período entre 1958-1966. 
                                                 
250
 Para um conhecimento da Pastoral da Juventude, leia ABRAMO, H. W. Expressões e manifestações 
culturais da juventude, IN: PJ A Caminho, n° 64, p. 5-14, Porto Alegre: Instituto de Pastoral de Juventude, 
1996. Para um conhecimento das CEB’s leia BETTO, Frei. O que é Comunidade Eclesial de Base. São Paulo: 
Brasiliense, 1984, (Coleção Primeiros Passos, v.19). 


ARQUIVOS E FONTES CONSULTADOS 
 
 
Arquivos Consultados 
 
 
IPJ – Instituto da Pastoral da Juventude 
Arquivo da CNBB Região Sul III 
 
 
Periódicos Jecistas (JEC e JECF de 1958-1966) 
 
 
Cadernos da JEC 
Boletim da JEC 
Programa da JEC 
 
 
Depoimentos Escritos 
 
 
Depoimento de Ana Arruda Callado. Porto Alegre: mimeo, 1989. 
Depoimento de Ana Maria Franco Zardin. Porto Alegre: mimeo, 1990. 
Depoimento de Helena M. Becker Albertani. Porto Alegre: mimeo, 1989. 
Depoimento de Maria de Lourdes Freitas. Porto Alegre: mimeo, 1989.  
Depoimento de Terezinha Maria Vargas Flores. Porto Alegre: mimeo, 1989. 
Depoimento de Vera Viana. Porto Alegre: mimeo, 1990. 
Depoimento de Herbert de Souza. Belo Horizonte: mimeo, 1990. 
Depoimento de Vera Jaccoud e Jeannette Pouchard. Rio de Janeiro: mimeo, 1989. 
 
Outras Fontes 
_________ Semana de Ação Católica. São Leopoldo: mimeo, 1947. 
 
__________ A direção leiga na Ação Católica. São Paulo: 1936. 
 
__________ O Apostolado Leigo. Rio de Janeiro: Editora ABC: 1937 
 
__________ Programa de Estudos e Atividades. Rio de Janeiro: Gráficas Indústrias 
Reunidas S/A. (Do ano de 1945 a 1964). 
 
__________ Revista Ação Católica. Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica. Período de 1939 a 
1968. 


__________Círculos de Estudos da JCB – Arquidiocese de Porto Alegre. Porto Alegre: 
Tipografia do Centro S/A. (Do ano de 1940 a 1955). 
 
EQUIPE NACIONAL DA JEC. Carta Ao Conselho n°3 JEC Março/1966. 
 
EQUIPE NACIONAL DA JEC. Carta Da Equipe Nacional Entregue A/C D. Vicente 
Scherer, Junho/1966. 
 
EQUIPE NACIONAL DA JEC. Circular 01/64 Secretaria JEC Regional Sul 2, 1964. 
 
 
EQUIPE NACIONAL DA JEC. Circular 01/63 Secretaria JEC Nacional, 1963. 
 
EQUIPES REGIONAIS DA JEC. Encontro da Juventude Estudantil Católica (Nacional). 
Campinas, Julho/1968.


 
 
 
 
 
 
 
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