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- Dorso 
O  primeiro  padrão  racial  do  Mangalarga  Marchador  considera  que  tanto  o  dorso 
quanto o lombo dos animais devem ser curtos, retos e bem sustentados. Já o atual padrão 
descreve  separadamente  estas  duas  regiões  do  tronco,  indicando  que  o  dorso  deve  ser  de 
comprimento médio, reto, musculado, proporcional, harmoniosamente ligado à cernelha e 
ao  lombo.  A  largura  do  dorso  depende  do  desenvolvimento  dos  músculos  e  do 
arqueamento  do  terço  proximal  das  costelas,  sendo  necessariamente  maior  no  cavalo  de 


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tração  e  mediano  no  animal  de  sela  (Fontes,  1954  e  Nascimento,  1999). O  dorso  curto  é 
geralmente  forte,  mas  em  um  cavalo  alto,  um  dorso  mais  longo  pode  conferir  maior 
comprimento  dos  músculos,  resultando  em  passadas  mais  amplas  durante  o  galope.  Por 
esta  razão,  em  algumas  linhagens  de  Puro  Sangue  Inglês  (PSI),  cujos  andamentos  são 
necessariamente  alongados  e  muito  velozes,  o  dorso  mais  longo  é  aceito  (Nascimento, 
1999).   
Dorso excessivamente curto tende a comprometer a flexibilidade e elasticidade do 
corpo (Jones, 1987). De acordo com Fontes (1954), para oferecer maior resistência ao peso 
do  cavaleiro  o  dorso  deve  ser  curto,  porém  como  consequência  de  uma  cernelha  longa  e 
nunca  de  um  lombo  comprido.  Dorso  excessivamente  longo  evidencia  fraqueza,  sendo 
frequentemente  associado  a  membros  posteriores  fracos,  com  pouca  musculatura  e  baixa 
resistência. Além disso, tende a apresentar depressão advinda do peso do cavaleiro (Jones, 
1987).  
Nos  equinos  marchadores,  o  dorso  comprido  é  defeito  prejudicial  à  finalidade  e 
destinação  mecânica,  pois  as  estruturas  estarão  sujeitas  aos  esforços  longitudinal, 
perpendicular  e  oblíquo,  sofrendo  com  maior  facilidade  as  ações  desgastantes  da  fadiga. 
Além disso, há certa propensão para degenerações osteoligamentares (Nascimento, 1999). 



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