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APÊNDICE G – PAUTA DA ENTREVISTA COM THAÍSA SABINO ....................... 36



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APÊNDICE G – PAUTA DA ENTREVISTA COM THAÍSA SABINO ....................... 36

 

APÊNDICE H – PAUTA DA ETREVISTA COM FELIPE CALDEIRA LOBO .......... 37

 

APÊNDICE I – PAUTA DA ENTREVISTA COM JOÃO EDUARDO KOMKA ......... 38

 

APÊNDICE J – ROTEIRO DO DOCUMENTÁRIO....................................................39 



 

1 Introdução 



 

O  Trabalho  de  Conclusão  de  Curso  (TCC)  no  curso  de  Publicidade  e 

Propaganda da Faculdade de Tecnologia e Ciências Sociais Aplicadas (FATECS) do 

Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) pode ter duas vertentes: monografia ou 

produto. O projeto referente a esta memória, elaborado por Gabriel Abrão da Silva 

como um dos requisitos para aprovação final do curso, tem como concepção fazer 

um levantamento de dados sobre a cena eletrônica desde seu surgimento no Brasil 

(década  de  80)  até  os  dias  atuais,  as  possibilidades  e  oportunidades  que  esse 

mercado pode trazer e, por fim, apresentá-los no formato de um curta-documentário. 

O documentário propõe abordar o tema de forma interativa e atual. Atribuiu-se 

o nome de “Música eletrônica – Por trás da cena” para o produto final. Ele apresenta 

entrevistas  com  nomes  que  atuam  neste  meio  e  possuem  experiência  com  o 

mesmo,  trazendo  um  pouco  da  história  e  da  atualidade  sobre  o  assunto.  Aborda 

ainda a música eletrônica como mercado, motivação social e objeto de preconceito. 

Brasília possui alguns nomes expressivos no cenário eletrônico nacional. Os 

entrevistados são expoentes em suas áreas de atuação ligadas à música eletrônica 

e  possibilitaram  a  compreensão  mais  ampliada  do  objeto,  assunto  desde 

documentário. O primeiro entrevistado foi Kranti Pessoa, astrólogo, um dos pioneiros 

do  estilo  no  Brasil.  A  segunda,  a  comunicóloga  Thaisa  Sabino,  responsável  pelo 

projeto  social  BEM  MEB,  tratado  no  documentário,  que  mostra  o  outro  ângulo  de 

relação  da  música  eletrônica  com  a  sociedade.  O  terceiro  entrevistado,  Felipe 

Caldeira  Lobo,  empresário  do  Disc  Jockey  Alok  Petrillo,  considerado  pelo  Ranking 



House Mag Top 50 DJs, o número um do Brasil, tratou do tema do ponto de vista 

mercadológico. Por fim o último entrevistado, João Eduardo Komka, Disc Jockey e 

sócio-proprietário do maior club atuante do cenário eletrônico em Brasília, o 5uinto, 

completa esse panorama da música eletrônica brasileira. 

A  música  eletrônica  é  constituída  por  sons  criados  ou  modificados  por 

equipamentos  e  instrumentos  eletrônicos,  tais  como  sintetizadores,  computadores 

ou  softwares  de  produção.  Segundo  Sekeff  (2002),  sua  origem  vem  da  Alemanha 

por  volta  de  1950,  tem  como  os  principais  elementos  constitutivos  o  tempo  e 

repetição e suas influências vêm da música erudita. Pode-se dizer que alterou o que 



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é



  considerado  “música”  no  momento  em  que  qualquer  tipo  de  som  passou  a  ser 

reconhecido como objeto de composição em um processo de criação. É considerada 

uma  linguagem  universal,  devido  ao  fato  da  presença  de  letra  ser  relativa,  e  não 

impedir que a música seja compreendida por qualquer pessoa. 

 

O fato de que a música seja independente de línguas (com a notável 



exceção  das  letras  das  canções)  evidentemente  facilitou  esse 

fenômeno  de  rompimento  do  isolamento.  Se  a  escrita 

descontextualizava  a  música,  sua  gravação  e  reprodução  criam 

progressivamente  um  contexto  sonoro  mundial...  E  os  ouvidos  que 

lhe correspondem (LÉVY, 2000, p. 138). 

 

Existe  uma  carência  de  publicações  brasileiras  e  pesquisas  sobre  o  tema 



“música eletrônica”, na contramão ao público consumidor deste mercado que cresce 

constantemente. Grande parte da informação deste mundo é

 transmitida por meio de 

sites,  blogs  e  redes  sociais.  Três  portais  de  notícias  ativos  podem  ser  citados: 

ElectroMag,  DJSound  e  HouseMag,  sendo  o  último  responsável  pela  única  mídia 

impressa destinada exclusivamente à cultura dance e eletrônica no país. 

A  ideia  de  fazer  o  documentário  foi  criar  um  canal  que  pudesse  trazer 

informação  para  o  público  a  respeito  de  como  é

  viver  desse  tipo  de  música, 

promovendo  uma  reflexão  sobre  o  crescimento,  rotina  e  problemas  que  existem 

nesse  mercado  da  música  eletrônica.  Por  ser  uma  mídia  audiovisual,  os 

documentários possuem facilidade em transmitir a mensagem ao receptor. 

O  documentário  é

  um  conteúdo  tradicionalmente  de  mídia  televisiva  ou 

cinematográfica, com os avanços da tecnologia estende-se também para a Internet, 

veículo que atualmente é

 um dos mais requisitados a procura de informação. Fernão 

Pessoa  Ramos  (2008)  define  o  termo  como  uma  narrativa  construída  por  meio  de 

“imagens-câmera”, elementos estéticos e fala. Entre as várias definições estudadas 

do que é


 um documentário existe um debate sobre ficção e não-ficção, se o mesmo 

é

  verdade.  Na  teoria  não  existe  verdade  absoluta,  pois  assim  como  na  história  a 



informação  é

  uma  representação  que  não  necessariamente  é   igual  aquilo  que  ela 

transmite. 

 

Os  documentários  mostram  aspectos  ou  representações  auditivas  e 



visuais  de  uma  parte  do  mundo  histórico.  Eles  significam  ou 

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