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Felipe  Caldeira  Lobo e João  Eduardo  Komka. O primeiro, proprietário da marca 

UP Club (produtora de eventos, gravadora musical e agência de artistas) e produtor 

do DJ Alok, eleito o melhor do Brasil pelo ranking Top 50 House DJ Mag. Já João 

Komba  trouxe  a  visão  de  quem  mantem  o  único  empreendimento  tradicional  de 

música eletrônica em Brasília, o Club 5uinto

 

3.2 Definição das pautas 



 

As  pautas  das  entrevistas  buscaram  atender  às  características  dos  perfis 

escolhidos.  Algumas  questões  foram  comuns  aos  quatro  entrevistados  por  se 

tratarem de assuntos abordados dentro do produto final, e outras foram individuais, 

tendo em vista a especificidade de cada entrevistado.  

Partindo dessa ideia, estabeleceu-se uma ordem cronológica dos assuntos a 

serem  tratados  no  documentário:  (i)  a  história  da  música  eletrônica,  (ii)  o  projeto 

social,  (iii)  o  mercado,  o  preconceito  e  as  sensações  causadas  pelo  gênero.  Tal 

ordem foi utilizada para a construção de uma trajetória dentro do produto, já que o 

mesmo foi construído sem a utilização de um roteiro. 




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Kranti  Pessoa  é  o  entrevistado  que  tem  sua  especificidade  no  contexto 



histórico  da  música  eletrônica.  Por  essa  razão,  foi  dado  o  enfoque  em  sua 

participação nesse tema. A comunicóloga Thaisa Sabino participou mais ativamente 

na  relação  da  música  eletrônica  com  o  projeto  social  (BEM  MEB),  idealizado  pela 

própria.  Felipe  Lobo  e  João  Eduardo  Komka  contribuem  com  a  questão 

mercadológica por estarem totalmente inseridos no mercado da música eletrônica. 

 

3.3 Filmagem 



 

As  gravações  foram  realizadas  em  quatro  dias  diferentes,  um  para  cada 

entrevistado, e sempre acompanhadas pela equipe técnica do Uniceub, que auxiliou 

com  os  equipamentos  e  serviços  na  instituição.  As  entrevistas  foram  gravadas  em 

locais  diferentes,  na  tentativa  de  associar  o  espaço  de  gravação  com  o  enfoque 

atribuído a cada um deles. 

A  primeira  filmagem  foi  feita  com  Thaisa  Sabino,  no  dia  07  de  Outubro  de 

2015,  por  volta  das  19  horas,  no  Museu  da  República.  A  escolha  do  local  foi 

baseada  no  tema  que  ela  tratou  no  documentário:  a  questão  social.  Um  espaço 

público, pois é onde são realizados os eventos do projeto social da entrevistada, o 

BEM MEB. O tempo de duração foi aproximadamente uma hora. 

No  dia  19  de  Outubro  de  2015,  realizou-se  a  segunda  gravação  do  produto 

com o empresário Felipe Caldeira Lobo. A entrevista, inicialmente, estava marcada 

para o dia 14 do mesmo mês, mas por um imprevisto por parte do entrevistado, o 

compromisso  precisou  ser  remarcado.  A  gravação  foi  executada  no  escritório  da 

produtora da qual ele é sócio e durou cerca de quarenta minutos. 

Kranti  Pessoa,  por  sua  vez,  teve  a  entrevista  mais  extensa,  com  duração 

aproximada de três horas. Tal fato se deu pelo conteúdo que o entrevistado discutiu 

dentro  do  produto  final:  o  contexto  histórico  da  música  eletrônica.  A  filmagem  foi 

realizada no dia 23 de Outubro de 2015, na Praia do Cerrado, um espaço à beira do 

Lago  Paranoá,  em  frente  ao  Pontão.  Por  sua  origem  ser  do  subgênero  Psytrance

em  que  as  festas  acontecem  em  lugares  mais  afastados  da  cidade,  tais  como 

fazendas  e  ambientes  próximos  da  natureza,  justificou-se  a  escolha  do  local  de 

gravação. 




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O  último  entrevistado  a  ser  gravado  foi  João  Eduardo  Komka,  que  também 



contribuiu  para  o  contexto  mercadológico  do  documentário.  A  filmagem  aconteceu 

no  dia  28  de  Outubro  de  2015,  no  5uinto  Bar,  empreendimento  que  ele  é  um  dos 

proprietários.  Infelizmente,  neste  dia  também  aconteceram  alguns  imprevistos  que 

diminuíram a qualidade do trabalho. Houve um erro técnico, em que o entrevistado 

saiu  desfocado  em  toda  a  gravação,  além  do  som  ambiente  ter  dificultado  a 

captação de áudio. 

 

3.4 Edição 



 

Após todas as gravações concluídas realizou-se o processo de decupagem

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em  que  foram  selecionadas  todas  as  imagens  e  falas  que  iriam  compor  o 



documentário. Tal processo, bem como toda a edição do produto, seria realizado na 

ilha de edição do Uniceub juntamente à equipe técnica da instituição, mas por falta 

de  disponibilidade  de  horários  para  utilização  do  equipamento  institucional,  em 

função da alta demanda de alunos, optou-se por contatar outra pessoa para auxiliar 

no processo de edição. 

O  editor  escolhido  foi  Lucas  Hamann,  publicitário,  com  vasta  experiência  no 

ramo de edição de vídeos. Vale dizer que Lucas é um grande amigo do autor, o que 

justifica seu aceite em participar desta árdua tarefa. 

Foram  12  horas  seguidas  para  concluir  toda  a  edição  do  documentário. 

Dentro  desse  processo,  também  foi  feita  a  pesquisa  de  imagens,  bem  como  a 

seleção das músicas que compuseram a trilha sonora do documentário. Tais tarefas 

foram responsabilidade deste autor. 

 

 

 



                                                                                                               

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Decupagem (do francês découpage, derivado do verbo découper, recortar) significa, originalmente, o ato de 

recortar, ou cortar dando forma. Em cinema e audiovisual, decupagem é o planejamento da filmagem, a divisão 

de uma cena em planos e a previsão de como estes planos vão se ligar uns aos outros através de cortes. 

 


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