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LISTA-REVISÃO-PRÉ-HISTÓRIA-AO-RENASCIMENTO
 

 

TEXTO II 

 

É nossa vontade que todos os povos regidos pela nossa 



administração pratiquem a religião que o apóstolo Pedro 

transmitiu aos romanos. Ordenamos que todas aquelas 

pessoas que seguem esta norma tomem o nome de cristãos 

católicos. Porém, o resto, os quais consideramos dementes e 

insensatos, assumirão a infâmia da heresia, os lugares de 

suas reuniões não receberão o nome de igrejas e serão 

castigados em primeiro lugar pela divina vingança e, depois, 

também pela nossa própria iniciativa. 

2

160 m



 

 

 



 

 

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http://historiaonline.com.br 

 

 



Édito de Tessalônica, ano 380 d.C. In: PEDRERO-SÁNCHEZ, 

M. G. História da Idade Média: textos e testemunhas. São 

Paulo: Unesp, 2000. 

 

 



Nos textos, a postura do Império Romano diante do 

cristianismo é retratada em dois momentos distintos. Em 

que pesem as diferentes épocas, é destacada a permanência 

da seguinte prática:  

a) Ausência de liberdade religiosa.    

 

b) Sacralização dos locais de culto.    



 

c) Reconhecimento do direito divino.    

 

d) Formação de tribunais eclesiásticos.   



 

e) Subordinação do poder governamental.    

 

 

 



 

33. (Unesp 2016)  A cidade tira de seu império uma parte da 

honra, da qual todos vós vos gloriais, e que deveis 

legitimamente apoiar; não vos esquiveis às provas, se não 

renunciais também a buscar as honras; e não penseis que se 

trata apenas, nesta questão, de ser escravos em vez de 

livres: trata-se da perda de um império, e do risco ligado ao 

ódio que aí contraístes. 

(Péricles apud Pierre Cabanes. Introdução à história da 

Antiguidade, 2009.) 

 

 



O discurso de Péricles, no século V a.C., convoca os 

atenienses para lutar na Guerra do Peloponeso e enfatiza  

a) a rejeição à escravidão em Atenas e a defesa do trabalho 

livre como base de toda sociedade democrática.   

 

b) a defesa da democracia, por Atenas, diante das ameaças 



aristocráticas de Roma.   

 

c) a rejeição à tirania como forma de governo e a celebração 



da república ateniense.   

 

d) a defesa do território ateniense, frente à investida militar 



das tropas cartaginesas.   

 

e) a defesa do poder de Atenas e a sua disposição de 



manter-se à frente de uma confederação de cidades.   

 

 



 

 

34. (Fac. Albert Einstein - Medicin 2016)  Observe a imagem. 



 

 

 



Entre as características da pólis grega, podemos citar a:  

a) dimensão híbrida da acrópole, que conjugava espaços 

religiosos com grandes áreas de plantio e produção de 

alimentos.   

 

b) incorporação de elementos arquitetônicos de origem 



etrusca na construção das habitações populares.   

 

c) conurbação, que provocava a junção de diversas aldeias e 



cidades numa mesma unidade administrativa.   

 

d) construção de templos e edifícios públicos em locais altos 



e o caráter fortificado da acrópole.   

 

 



 

 

35. (Fuvest 2016)  O aparecimento da pólis constitui, na 



história do pensamento grego, um acontecimento decisivo. 

Certamente, no plano intelectual como no domínio das 

instituições, só no fim alcançará todas as suas 

consequências; a pólis conhecerá etapas múltiplas e formas 

variadas. Entretanto, desde seu advento, que se pode situar 

entre os séculos VIII e VII a.C., marca um começo, uma 

verdadeira invenção; por ela, a vida social e as relações 

entre os homens tomam uma forma nova, cuja originalidade 

será plenamente sentida pelos gregos. 

 

Jean-Pierre Vernant. As origens do pensamento grego. Rio 



de Janeiro: Difel, 1981. Adaptado. 

 

 



De acordo com o texto, na Antiguidade, uma das 

transformações provocadas pelo surgimento da pólis foi  

a) o declínio da oralidade, pois, em seu território, toda 

estratégia de comunicação era baseada na escrita e no 

uso de imagens.   

 

b) o isolamento progressivo de seus membros, que 



preferiam o convívio familiar às relações travadas nos 

espaços públicos.   

 

c) a manutenção de instituições políticas arcaicas, que 



reproduziam, nela, o poder absoluto de origem divina do 

monarca.   

 

d) a diversidade linguística e religiosa, pois sua difusa 



organização social dificultava a construção de identidades 

culturais.   

 

e) a constituição de espaços de expressão e discussão, que 



ampliavam a divulgação das ações e ideias de seus 

membros.   

 

 

 



 

36. (Enem 2ª aplicação 2016)  A Lei das Doze Tábuas, de 

meados do século V a.C., fixou por escrito um velho direito 

costumeiro. No relativo às dívidas não pagas, o código 

permitia, em última análise, matar o devedor; ou vendê-lo 

como escravo “do outro lado do Tibre” – isto é, fora do 

território de Roma.  

CARDOSO, C. F. S. O trabalho compulsório na Antiguidade

Rio de Janeiro: Graal, 1984.  

 

 



A referida lei foi um marco na luta por direitos na Roma 


 

 

 



 

 

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http://historiaonline.com.br 

 

Antiga, pois possibilitou que os plebeus  



a) modificassem a estrutura agrária assentada no latifúndio.   

 

b) exercessem a prática da escravidão sobre seus devedores.   



 

c) conquistassem a possibilidade de casamento com os 

patrícios.   

 

d) ampliassem a participação política nos cargos políticos 



públicos.   

 

e) reivindicassem as mudanças sociais com base no 



conhecimento das leis.   

 

 



 

 

37. (Fuvest 2016)  Os impérios do mundo antigo tinham 



ampla abrangência territorial e estruturas politicamente 

complexas, o que implicava custos crescentes de 

administração. No caso do Império Romano da Antiguidade, 

são exemplos desses custos:  

a) as expropriações de terras dos patrícios e a geração de 

empregos para os plebeus.   

 

b) os investimentos na melhoria dos serviços de assistência e 



da previdência social.   

 

c) as reduções de impostos, que tinham a finalidade de 



evitar revoltas provinciais e rebeliões populares.   

 

d) os gastos cotidianos das famílias pobres com alimentação, 



moradia, educação e saúde.   

 

e) as despesas militares, a realização de obras públicas e a 



manutenção de estradas.   

 

 



 

 

38. (Enem 2016)  Pois quem seria tão inútil ou indolente a 



ponto de não desejar saber como e sob que espécie de 

constituição os romanos conseguiram em menos de 

cinquenta e três anos submeter quase todo o mundo 

habitado ao seu governo exclusivo – fato nunca antes 

ocorrido? Ou, em outras palavras, quem seria tão 

apaixonadamente devotado a outros espetáculos ou estudos 

a ponto de considerar qualquer outro objetivo mais 

importante que a aquisição desse conhecimento? 

 

POLÍBIO. História. Brasília: Editora UnB, 1985. 



 

 

A experiência a que se refere o historiador Políbio, nesse 



texto escrito no século II a.C., é a  

a) ampliação do contingente de camponeses livres.   

 

b) consolidação do poder das falanges hoplitas.   



 

c) concretização do desígnio imperialista.    

 

d) adoção do monoteísmo cristão.   



 

e) libertação do domínio etrusco.   

 

 

 



 

39. (Enem PPL 2016)  Os escravos tornam-se propriedade 

nossa seja em virtude da lei civil, seja da lei comum dos 

povos; em virtude da lei civil, se qualquer pessoa de mais de 

vinte anos permitir a venda de si própria com a finalidade de 

lucrar conservando uma parte do preço da compra; e em 

virtude da lei comum dos povos, são nossos escravos 

aqueles que foram capturados na guerra e aqueles que são 

filhos de nossas escravas. 

 

CARDOSO, C. F. Trabalho compulsório na Antiguidade. São 



Paulo: Graal, 2003. 

 

 



A obra Institutas, do jurista Aelius Marcianus (século III d.C.), 

instrui sobre a escravidão na Roma antiga. No direito e na 

sociedade romana desse período, os escravos compunham 

uma  


a) mão de obra especializada protegida pela lei.   

 

b) força de trabalho sem a presença de ex-cidadãos.   



 

c) categoria de trabalhadores oriundos dos mesmos povos.   

 

d) condição legal independente da origem ética do 



indivíduo.   

 

e) comunidade criada a partir do estabelecimento das leis 



escritas.   

 

 



 

 

40. (Fgv 2016)  “Não descreverei catástrofes pessoais de 



alguns dias infelizes, mas a destruição de toda a 

humanidade, pois é com horror que meu espírito segue o 

quadro das ruínas da nossa época. Há vinte e poucos anos 

que, entre Constantinopla e os Alpes Julianos, o sangue 

romano vem sendo diariamente vertido. A Cítia, Trácia, 

Macedônia, Tessália, Dardânia, Dácia, Épiro, Dalmácia, 

Panônia são devastadas pelos godos, sármatas, quedos, 

alanos (...); deportam e pilham tudo. 

Quantas senhoras, quantas virgens consagradas a Deus, 

quantos homens livres e nobres ficaram na mão dessas 

bestas! Os bispos são capturados, os padres assassinados, 

todo tipo de religioso perseguido; as igrejas são demolidas, 

os cavalos pastam junto aos antigos altares de Cristo (…).” 

 

(São Jerônimo, Cartas apud Pedro Paulo Abreu Funari, 




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