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partes: a acrópole [...] e a ágora [...]. No entanto, se



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LISTA-REVISÃO-PRÉ-HISTÓRIA-AO-RENASCIMENTO

partes: a acrópole [...] e a ágora [...]. No entanto, se 

perguntássemos a um grego da época clássica o que era a 

pólis, provavelmente esta não seria sua definição: para ele a 

pólis não designava um lugar geográfico, mas uma prática 




 

 

 



 

 



http://historiaonline.com.br 

 

política exercida pela comunidade de seus cidadãos. [...] Se 



no caso da pólis o conceito de cidade não se referia à 

dimensão espacial da cidade e sim à sua dimensão política, o 

conceito de cidadão não se refere ao morador da cidade, 

mas ao indivíduo que, pode participar da vida política.” 

 

(ROLNIK, Raquel. O que é cidade. In: PETTA, Nicolina L. e 



OJEDA, A. B. História, uma abordagem integrada. São Paulo: 

Moderna, s\d, p. 17) 

 

 

O conhecimento histórico e o texto permitem afirmar que na 



Grécia Antiga  

a) a cidadania, direito de participar da vida pública, atingia 

todos os habitantes da maioria das cidades-estado.   

 

b) o equilíbrio de poderes presente nas cidades-estado 



evitou a ocorrência de conflitos sociais.   

 

c) a lei era o resultado de discussões entre os representantes 



da cidade-estado e definia o direito dos cidadãos.   

 

d) a soberania dos cidadãos dotados de plenos direitos era 



fundamental para a existência da cidade-estado.   

 

e) o direito à cidadania e a organização política 



possibilitaram a criação da democracia em todo o país.   

 

 



 

 

23. (Fgv 2017)  (...) a partir do século V a.C., a guerra tornou-



se endêmica no Mediterrâneo. Foram séculos de guerra 

contínua, com maior ou menor intensidade, ao redor de 

toda a bacia. O trabalho acumulado nos séculos anteriores 

tornara possível um adensamento dos contatos, um 

compartilhamento de informações e estruturas sociais, uma 

organização dos territórios rurais que propiciava a extensão 

de redes de poder. Foram os pontos centrais dessas redes de 

poder que animaram o conflito nos séculos seguintes. 

 

Norberto Luiz Guarinello. História Antiga, 2013. 



 

 

Sobre esses “séculos de guerra contínua”, é correto afirmar 



que  

a) as Guerras Púnicas, entre Atenas e Cartago, foram uma 

disputa pelo controle comercial sobre o mar 

Mediterrâneo, terminando após três grandes 

enfrentamentos, com a vitória de Cartago e a hegemonia 

cartaginesa em todo o Mundo Antigo ocidental.   

 

b) as Guerras Macedônicas foram um longo conflito entre o 



Reino da Macedônia, em aliança com os persas, e o 

Império Romano, que venceu com muitas dificuldades 

porque ainda estava em guerra com outros povos.   

 

c) as Guerras Médicas, entre persas e gregos, resultaram na 



vitória dos últimos e, em meio a esses confrontos, 

permitiram que Atenas liderasse a Liga de Delos, aliança 

de cidades-Estados gregas com o intuito de combater a 

presença persa no Mediterrâneo.   

 

d) as Campanhas de Alexandre, o Grande, aliado a Esparta e 



Corinto, combateram e venceram as poderosas forças 

persas e ampliaram os domínios gregos até a Ásia Menor, 

propagando os princípios da democracia ateniense pelo 

Mediterrâneo.   

 

e) a Guerra do Peloponeso, o mais importante conflito bélico 



da Antiguidade, envolveu as principais cidades-Estados 

gregas que, aliadas a Roma, enfrentaram e derrotaram as 

forças militares cartaginesas.   

 

 



 

 

24. (Unesp 2017)  Apesar de sua dispersão geográfica e de 



sua fragmentação política, os gregos tinham uma profunda 

consciência de pertencer a uma só e mesma cultura. Esse 

fenômeno é tão mais extraordinário, considerando-se a 

ausência de qualquer autoridade central política ou religiosa 

e o livre espírito de invenção de uma determinada 

comunidade para resolver os diversos problemas políticos 

ou culturais que se colocavam para ela. 

(Moses I. Finley. Os primeiros tempos da Grécia, 1998. 

Adaptado.) 

 

 



O excerto refere-se ao seguinte aspecto essencial da história 

grega da Antiguidade:  

a) a predominância da reflexão política sobre o 

desenvolvimento das belas-artes.   

 

b) a fragilidade militar de populações isoladas em pequenas 



unidades políticas.   

 

c) a vinculação do nascimento da filosofia com a constituição 



de governos tirânicos.   

 

d) a existência de cidades-estados conjugada a padrões 



civilizatórios de unificação.   

 

e) a igualdade social sustentada pela exploração econômica 



de colônias estrangeiras.   

 

 



 

 

25. (Fac. Albert Einstein - Medicin 2017)  Por muito tempo, 



entre os historiadores pensou-se que os gregos formavam 

um povo superior de guerreiros que, por volta de 2000 a.C., 

teria conquistado a Grécia, submetendo a população local. 

Hoje em dia, os estudiosos descartam esta hipótese, 

considerando que houve um movimento mais complexo. 

Segundo o pesquisador Moses Finley, a ‘chegada dos gregos 

significou a introdução de um elemento novo que se 

misturou com seus predecessores para criar, lentamente, 

uma nova civilização e estendê-la como e por onde 

puderam’. 

 

FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 



2001. Adaptado.  

 

 



Segundo o texto, a formação da Grécia antiga ocorreu  

a) de forma negociada, por meio de alianças e acordos 

políticos entre os líderes das principais tribos nativas da 

península balcânica.   

 

b) de forma gradual, a partir da integração de povos 



provenientes de outras regiões com habitantes da parte 

sul da península balcânica.    

 



 

 

 



 

 



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c) de forma planejada, pela expansão militar dos povos 



nativos da península balcânica sobre territórios 

controlados por grupos bárbaros.   

 

d) de forma violenta, com a submissão dos habitantes 



originais da península balcânica a conquistadores recém-

chegados do norte.   

 

 

 



 

26. (Enem 2017)  TEXTO I 

Sólon é o primeiro nome grego que nos vem à mente 

quando terra e dívida são mencionadas juntas. Logo depois 

de 600 a.C., ele foi designado “legislador” em Atenas, com 

poderes sem precedentes, porque a exigência de 

redistribuição de terras e o cancelamento das dívidas não 

podiam continuar bloqueados pela oligarquia dos 

proprietários de terra por meio da força ou de pequenas 

concessões. 

 

FINLEY, M. Economia e sociedade na Grécia antiga. São 



Paulo: WMF Martins Fontes, 2013 (adaptado). 


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