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LISTA-REVISÃO-PRÉ-HISTÓRIA-AO-RENASCIMENTO
dos cristãos no Império Romano. In: Trans/Form/Ação. 

Vol.37, Marília, 2014. 

 

 



 

 

 



 

 



http://historiaonline.com.br 

 

Esse texto expõe atitudes polêmicas de Nero que teriam sido 



direcionadas contra  

a) escravos, mortos em lutas de gladiadores e outros 

espetáculos públicos dentro de sua nova política de pão e 

circo, como forma de alienar a população de seus 

problemas cotidianos.    

 

b) povos bárbaros, que continuavam a adorar seus deuses 



familiares e não aceitavam o culto ao imperador e aos 

deuses do panteão romano.    

 

c) estrangeiros, vistos como uma ameaça pelos romanos 



graças às constantes invasões e saques que 

proporcionavam contra o império.    

 

d) rebeldes, cidadãos romanos que foram condenados por 



delitos contra os órgãos estatais e punidos 

exclusivamente com a violência pública como forma de 

expirar seus crimes.    

 

e) cristãos, perseguidos por não aceitarem a divindade do 



imperador e por recusarem o uso da escravidão, tão 

importante dentro do sistema econômico romano.    

 

 

 



 

20. (Fgv 2018)  A vida privada dos escravos romanos à época 

do Império é um espetáculo pueril que se olha com desdém. 

No entanto, esses homens tinham vida própria; por 

exemplo, participavam da religião, e não apenas da religião 

do lar que, afinal, era o seu: fora de casa, um escravo podia 

perfeitamente ser aceito como sacerdote pelos fiéis de 

alguma devoção coletiva; podia também se tornar padre 

dessa Igreja cristã que nem por um momento pensou em 

abolir a escravidão. Paganismo ou cristianismo, é possível 

que as coisas religiosas os tenham atraído muito, pois bem 

poucos outros setores estavam abertos para eles. Os 

escravos também se apaixonavam pelos espetáculos 

públicos do teatro, do circo e da arena, pois, nos dias de 

festa, tinham folga, assim como os tribunais, as crianças das 

escolas e... os burros de carga. 

 

(Paul Veyne, O Império Romano. Em: Paul Veyne (org.). 



História da vida privada v. 1: do Império Romano ao ano mil, 

2009. Adaptado) 

 

 

A partir da discussão presente no trecho, é correto afirmar:  



a) a característica fundante do escravismo romano era a 

origem étnica, o que fazia com que a escravização dos 

povos conquistados e o tráfico nas fronteiras do Império 

proporcionassem a grande maioria da mão de obra servil, 

ao mesmo tempo em que a escravidão entre os próprios 

romanos havia caído em desuso desde a crise da 

República.   

 

b) os escravos na sociedade romana não eram uma coisa, 



mas seres humanos, na medida em que até os senhores 

que os tratavam desumanamente impunham-lhes o dever 

moral de ser bons escravos, de servir com dedicação e 

fidelidade, características necessariamente humanas; no 

entanto, esses seres humanos eram igualmente um bem 

cuja propriedade seu amo detinha.   

 

c) a escravidão caracterizava as relações de produção em 



Roma e os escravos, em sua inferioridade jurídica, 

desempenhavam uma função produtiva, marcados por 

um lugar social de pobreza, privação e precariedade, 

estando associados às formas braçais de trabalho e à 

produção de bens materiais em uma sociedade altamente 

hierarquizada.   

 

d) a justificativa moral da escravidão sofreu uma intensa 



transformação ao longo dos séculos, de tal forma que a 

própria sociedade romana passou a questioná-la, 

tornando mais brandas as relações escravistas em meio à 

transformação do cristianismo em religião oficial do 

Império, o que contribuiu para o aprofundamento da 

crise do escravismo.   

 

e) as relações escravistas caracterizaram os tempos da 



República romana, muito associadas ao poder dos 

patrícios, pertencentes à aristocracia de grandes 

proprietários, mas entraram em decadência na passagem 

para o Império, pois os generais que centralizaram o 

poder reconheciam na escravidão um mecanismo de 

enfraquecimento do exército.   

 

 

 



TEXTO PARA AS PRÓXIMAS 2 QUESTÕES: 

 

Leia o texto para responder à(s) questão(ões). 



 

O Ocidente havia conhecido somente três modos de acesso 

ao poder: o nascimento, o mais importante, a riqueza, muito 

secundário até o século XIII salvo na Roma Antiga, o sorteio, 

de alcance limitado entre os cidadãos das cidades gregas da 

Antiguidade. 

(Jacques Le Goff. Os intelectuais na Idade Média, 1985. 

Adaptado.)  

 

 

21. (Famerp 2018)  Na democracia ateniense da 



Antiguidade, havia um modo de exercício do poder político, 

que consistia no sorteio  

a) de cidadãos para o exercício de funções administrativas 

por um curto período de tempo.   

 

b) de indivíduos da população da cidade para participarem 



da assembleia dos cidadãos na ágora.   

 

c) de habitantes mais hábeis militarmente e mais cultos para 



comporem o conselho político da polis.   

 

d) de homens e mulheres descendentes de gregos para 



governarem a cidade nos tempos de paz.   

 

e) de estrangeiros aliados da cidade para auxiliarem os 



cidadãos nas decisões concernentes às relações entre as 

polis.   

 

 

 



 

22. (Puccamp 2017)  Considere o texto abaixo. 

 

“Do ponto de vista territorial, uma pólis se divide em duas 



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