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LISTA-REVISÃO-PRÉ-HISTÓRIA-AO-RENASCIMENTO
conjunto das prescrições divinas que constituem a Lei (Torá) 

é formado por diversas contribuições, sem que se consiga um 

acordo para ventilá-las e datá-las uma a uma. Contentar-

nos-emos, assim, com as linhas gerais. 

AYMARD, André e AUBOYER, Jeannine. O Oriente e a Grécia 



antiga. v.2. In: CROUZET, Maurice (dir.), História geral das 

civilizações. Trad. São Paulo: Difel, 1971, p. 54) 

 

 



O texto refere-se a uma civilização que se desenvolveu no 

primeiro milênio antes de Cristo. É correto afirmar:  

a) A importância da história dessa civilização se expressa, 

principalmente, por meio da constituição de um Estado 

centralizado baseado na religião dualista, dos egípcio e 

dos persas.   

 

b) Os antigos povos que originaram essa civilização tinham 



como livro sagrado o Novo Testamento, que compreende 

vários outros livros, dentre os quais está o Genesis, que 

trata da Criação.   

 

c) A importância do estudo dessa civilização se justifica pelo 



monoteísmo ético que surge e se desenvolve, 

constituindo um ponto de partida para o cristianismo e o 

islamismo.   

 

d) Os traços religiosos e culturais específicos dessa 



civilização decorrem do seu distanciamento ante as 

demais culturas dos povos do Oriente Próximo e o caráter 

democrático do governo.   

 

e) Os governantes dessa civilização eram considerados 



deuses, o que obrigava toda a população a prestar-lhes 

obediência e culto divino e a dedicar-se à produção para 

sustentar os reis.   

 

 



 

 

7. (Fgv 2018)  O cristianismo foi difundido nos territórios da 



Núbia, a partir do século IV, por meio da língua copta, que 

passou a ser língua-matriz religiosa de um cristianismo 

africano, que diferia da versão oficial romana, e depois da 

versão bizantina. Essa versão do cristianismo que se afirmou 

ao longo dos séculos num processo intricado de amálgamas 

entre a doutrina monofisita e os costumes das religiões 

tradicionais da África negra. 

A igreja axumita (e, depois, a igreja etíope) adotou para si o 

calendário e o rito litúrgico copta, retirado do modelo 

praticado pelo clero de Alexandria. Havia costumes, como as 

danças e os tambores, os sacrifícios de cabras e, nos 

primeiros tempos, a admissão da poligamia. Além disso, 

havia a distinção entre o consumo de carne pura e impura, a 

proibição das mulheres de entrarem nos templos no dia 

seguinte ao que tiveram relações sexuais e a observação do 

sábado e não do domingo como dia consagrado. 

 

(José Rivair Macedo. História da África, 2013. Adaptado) 



 

 

Nessa versão do cristianismo, há  



a) uma simpatia pelas práticas religiosas externas e 

restrições à religiosidade tradicional da África.   

 

b) uma aversão à religiosidade monoteísta de origem 



oriental, especialmente ao islamismo.   

 

c) a influência do cristianismo primitivo associado ao 



paganismo do Norte da Europa, que marcava os principais 

rituais.   

 

d) uma certa antecipação das práticas cristãs presentes nas 



religiões pós-Reforma, como a ligação direta entre Deus e 

o fiel.   

 

e) um complexo processo de mistura e ressignificação de 



uma série de tradições religiosas, caso das africanas e do 

judaísmo.   

 

 

 



 

8. (Enem (Libras) 2017)  O sistema de irrigação egípcio era 

muito diferente do complexo sistema mesopotâmico, 

porque as condições naturais eram muito diversas nos dois 

casos. A cheia do Nilo também fertiliza as terras com 

aluviões, mas é muito mais regular e favorável em seu 

processo e em suas datas do que a do Tigre e Eufrates, além 

de ser menos destruidora. 

 

CARDOSO, C. F. Sociedades do antigo Oriente Próximo. São 



Paulo: Ática, 1986. 

 

A comparação entre as disposições do recurso natural em 



questão revela sua importância para a  

a) desagregação das redes comerciais.    

 

b) supressão da mão de obra escrava.    



 

c) expansão da atividade agrícola.    

 

d) multiplicação de religiões monoteístas.    



 

e) fragmentação do poder político.    

 

 

 



 

9. (Fgv 2017)  [Desde o início do século XIV], no reino do 

Congo (...) moravam povos agricultores que, quando 

convocados pelo mani Congo, partiam em sua defesa contra 




 

 

 



 

 



http://historiaonline.com.br 

 

inimigos de fora ou para controlar rebeliões de aldeias que 



queriam se desligar do reino. Aldeias (lubatas) e cidades 

(banzas) pagavam tributos ao mani Congo, geralmente com 

o que produziam: alimentos, tecidos de ráfia vindos do 

nordeste, sal vindo da costa, cobre vindo do sudeste e 

zimbos (pequenos búzios afunilados colhidos na região de 

Luanda que serviam de moeda). (...) o mani Congo, cercado 

de seus conselheiros, controlava o comércio, o trânsito de 

pessoas, recebia os impostos, exercia a justiça, buscava 

garantir a harmonia da vida do reino e das pessoas que 

viviam nele. Os limites do reino eram traçados pelo conjunto 

de aldeias que pagavam tributos ao poder central, devendo 

fidelidade a ele e recebendo proteção, tanto para os 

assuntos deste mundo como para os assuntos do além, pois 

o mani Congo também era responsável pelas boas relações 

com os espíritos e os ancestrais.  

 

(...) O mani Congo vivia em construções que se destacavam 



das outras pelo tamanho, pelos muros que a cercavam, pelo 

labirinto de passagens que levavam de um edifício a outro e 

pelos aposentos reais que ficavam no centro desse conjunto 

e eram decorados de tapetes e tecidos de ráfia. Ali o mani 

vivia com suas mulheres, filhos, parentes, conselheiros, 

escravos, e só recebia os que tivessem nobreza suficiente 

para gozar desse privilégio. 

 

Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2006. 



 

 

A partir da descrição do reino do Congo, é correto afirmar 



que, nesse reino,  

a) toda a organização administrativa estava voltada para a 

acumulação de riquezas nas mãos do soberano, que as 

redistribuía entre as aldeias mais leais e com maior 

potencialidade econômica.   

 

b) o político e o sobrenatural estavam intimamente 



relacionados, além das semelhanças entre uma corte 

europeia e uma de um reino na África, porque ambas 

eram caracterizadas por hierarquias rígidas.   

 

c) a ordem política derivava de uma economia voltada para a 



produção baseada no uso da mão de obra compulsória, 

por isso o soberano era o maior beneficiado com a 

captura de homens para serem escravizados.   

 

d) a fragmentação do poder entre os chefes das aldeias e os 



conselheiros do soberano permitiu a consolidação de uma 

prática política pouco usual na África, na qual as decisões 

eram tomadas pelos moradores do reino.   

 

e) a prevalência da condição tribal favoreceu sua dominação 



por outros povos africanos, mas especialmente pelos 

comerciantes europeus, interessados na exploração de 

metais amoedáveis.   

 

 



 

 

10. (Ufrgs 2016)  Com relação à história dos grupos sociais 



da Antiguidade, assinale a alternativa correta.  

a) Os povos etruscos habitavam uma zona fluvial de 

inundações periódicas, no vale entre os rios Tigre e 

Eufrates, e tinham economia baseada em produtos 

agrícolas que dependiam dos períodos de cheias dos rios.   

 

b) A difusão da escrita cuneiforme pelos gregos, no século 



VIII a.C., permitiu o registro dos fatos memoráveis do 

passado, criando as condições propícias para o 

desenvolvimento da tragédia grega que teve em Homero 

seu principal precursor.   

 

c) A ausência de uma codificação jurídica que permitisse a 



unificação das diversas regiões da Mesopotâmia, sob o 

domínio dos reis babilônicos, está entre as principais 

causas da queda do Império da Babilônia.   

 

d) A civilização hebraica caracterizou-se por uma estrutura 



matriarcal de sociedade, pelo politeísmo como crença 

religiosa e pela recusa do uso do trabalho escravo.   

 

e) O reino de Kush, com forte influência egípcia, serviu como 



elo entre a África central e o mundo mediterrâneo, além 

de estabelecer rotas comerciais entre o baixo e o alto vale 

do Nilo.   

 

 



 

 

11. (Unesp 2016)   



 

129.  Se a esposa de alguém for surpreendida em 

flagrante com outro homem, ambos devem ser 

amarrados e jogados dentro d’água, mas o 

marido pode perdoar a sua esposa, assim como o 

rei perdoa a seus escravos. [...] 

133.  Se um homem for tomado como prisioneiro de 

guerra, e houver sustento em sua casa, mas 

mesmo assim sua esposa deixar a casa por outra, 

esta mulher deverá ser judicialmente condenada 

e atirada na água. [...] 

135.  Se um homem for feito prisioneiro de guerra e 

não houver quem sustente sua esposa, ela 

deverá ir para outra casa e criar seus filhos. Se 

mais tarde o marido retornar e voltar a casa, 

então a esposa deverá retornar ao marido, assim 

como as crianças devem seguir seu pai. [...] 

138.  Se um homem quiser se separar de sua esposa 

que lhe deu filhos, ele deve dar a ela a quantia do 

preço que pagou por ela e o dote que ela trouxe 

da casa de seu pai, e deixá-la partir. 

 

 



(www.direitoshumanos.usp.br) 

 

 



Esses quatro preceitos, selecionados do Código de Hamurabi 

(cerca de 1780 a.C.), indicam uma sociedade caracterizada  

a) pelo respeito ao poder real e pela solidariedade entre os 

povos.   

 

b) pela defesa da honra e da família numa perspectiva 



patriarcal.   

 

c) pela isonomia entre os sexos e pela defesa da paz.   



 

d) pela liberdade de natureza numa perspectiva iluminista.   

 

e) pelo antropocentrismo e pela valorização da fertilidade 



feminina.   

 

 



 

 



 

 

 



 

 



http://historiaonline.com.br 

 

12. (Unesp 2019)  – São uma formosura os governantes que 



tu modelaste, como se fosses um estatuário, ó Sócrates! [...] 

– Ora pois! Concordais que não são inteiramente utopias o 

que estivemos a dizer sobre a cidade e a constituição; que, 

embora difíceis, eram de algum modo possíveis, mas não de 

outra maneira que não seja a que dissemos, quando os 

governantes, um ou vários, forem filósofos verdadeiros, que 

desprezem as honrarias atuais, por as considerarem 

impróprias de um homem livre e destituídas de valor, mas, 

por outro lado, que atribuem a máxima importância à 

retidão e às honrarias que dela derivam, e consideram o 

mais alto e o mais necessário dos bens a justiça, à qual 

servirão e farão prosperar, organizando assim a sua cidade? 

 

(Platão. A República, 1987.) 



 

 

O texto, concluído na primeira metade do século IV a.C., 



caracteriza  

a) a predominância das atividades econômicas rurais sobre 

as urbanas e enfatiza o primado da racionalidade.    

 

b) a organização da pólis e sustenta a existência de um 



governo baseado na justiça e na sabedoria.    

 

c) o caráter aristocrático da pólis durante o período das 



tiranias em Atenas e defende o princípio da igualdade 

social.   

 

d) a estruturação social da pólis e destaca a importância da 



democracia, consolidada durante o período de Clístenes.    

 

e) a importância da ação de legisladores, como Drácon e 



Sólon em Atenas, e apoia a consolidação da militarização 

espartana.    

 

 

 



 

13. (Fuvest 2019)  (…) o “arco do triunfo” é um fragmento de 




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