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LISTA DE EXERCÍCIOS: ABSOLUTISMO







Prof. Rodolfo

 

1. (Fgv 2017) Perante esta sociedade, a burguesia está



longe de assumir uma atitude revolucionária. Não protesta

nem contra a autoridade dos príncipes territoriais, nem

contra os privilégios da nobreza, nem, principalmente,

contra a Igreja. (...) A única coisa de que trata é a conquista

do seu lugar. As suas reivindicações não excedem os limites

das necessidades mais indispensáveis.

Henri Pirenne. História econômica e social da Idade Média,

1978.


Segundo o texto, é correto afirmar que

a) a burguesia, nascida da própria sociedade medieval, nela

não tem lugar; para conquistá-lo, suas reivindicações são

a liberdade de ir e vir, elaborar contratos, dispor de seus

bens, fazer comércio, liberdade administrativa das

cidades, ou seja, não tem o objetivo de destruir a

nobreza e o clero.

b) os burgueses, enriquecidos pelo comércio, reivindicam

privilégios semelhantes aos da nobreza e do clero na

sociedade moderna; acentuadamente revolucionários,

os seus interesses significam título, terras e servos para

garantirem um lugar compatível com sua riqueza.

c) o território da burguesia é o solo urbano, a cidade como

sinônimo de liberdade, protegida da exploração da

nobreza e do clero; para isso, cria o direito urbano, isto

é, leis para o comércio, a justiça e a administração que,

de forma revolucionária, asseguram-lhe um lugar na

sociedade moderna.

d) a sociedade medieval tem um lugar específico para os

burgueses, pois as liberdades, as leis, a justiça e a

administração estão em suas mãos; tal situação tem o

objetivo de brecar o poder político e econômico dos

nobres e da Igreja, fortalecidos pela expansão da

servidão e pelo declínio do comércio.

e) com exigências revolucionárias, como liberdade

comercial, jurídica e territorial, a burguesia, cada vez

mais rica, visa destruir a sociedade medieval; esta, por

sua vez, barra a ascensão econômica e política da

burguesia, ao fortalecer a servidão no campo e impedir

as transações comerciais na cidade.

2. (Espm 2016) Nenhum homem livre será detido, apri-

sionado, ou privado de seus bens, ou posto fora da lei, ou

exilado, ou prejudicado de algum modo a não ser em

virtude de um julgamento legal dos seus pares ou em

virtude das leis do país.

(G. M. Trevelyan. História concisa da Inglaterra)

O trecho acima foi retirado de um documento considerado

referência fundamental das Liberdades Inglesas. Assinale-o:

a) Provisões de Oxford;

b) Magna Carta;

c) Ato de Supremacia;

d) Declaração de Direitos;

e) Lei dos Pobres.

3. (Fuvest 2016)

A imagem pode ser corretamente lida como uma

a) defesa do mercantilismo e do protecionismo comercial

ingleses, ameaçados pela cobiça de outros impérios,

sobretudo o francês.

b) crítica à monarquia inglesa, vista, no contexto da

expansão revolucionária francesa, como opressora da

própria sociedade inglesa.

c) alegoria das pretensões francesas sobre a Inglaterra, já

que Napoleão Bonaparte era frequentemente

considerado, pela burguesia, um líder revolucionário

ateu.

d) apologia da monarquia e da igreja inglesas, contrárias à



laicização da política e dos costumes típicos da Europa

da época.

e) propaganda de setores comerciais ingleses, defensores

dos monopólios comerciais e contrários ao livre-

cambismo que, à época, ganhava força no país.

4. (Fgv 2016) Leia o documento a seguir.

“Não estabeleceremos no nosso reino nenhum subsídio ou

escudagem (imposto) sem o consentimento comum do

nosso reino (...).

Nenhum homem livre será detido, preso ou privado de seus

bens (...) ou levado de qualquer maneira (...) salvo em

virtude de um julgamento legal por seus pares (...). A

ninguém venderemos, recusaremos (...) o direito ou a

justiça. Todos os mercadores poderão livre e seguramente

sair da Inglaterra, aí vir e morar e aí passar, por terra ou por

mar, para comprar e vender (...)

Instituímos e concedemos aos nossos barões a garantia

seguinte: eles elegerão 25 barões de reino, que lhes

aprouverem, os quais deverão com todo o seu poder,

observar, manter e fazer observar a paz e as liberdades que

nós concedemos e confirmamos pela presente carta. (...)”

(apud Gustavo de Freitas, 900 textos e



documentos de História, volume II. 1976)

O trecho refere-se

a) à Declaração de Direitos, de 1689, na qual o rei Stuart

Jaime II perde todo o seu poder para o Conselho Comum

dos 25 Barões, e que impõe a liberdade econômica e

política no reino da Inglaterra.






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Prof. Rodolfo

 

b) ao Conselho Comum dos 25 Barões, órgão do qual



nascerá a Câmara dos Lordes, isto é, o parlamento

inglês, em 1215, para limitar os abusos do rei João Sem

Terra, garantindo a justiça e a liberdade econômica.

c) à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de

1689, limitadora dos poderes do rei Tudor Henrique VIII

que, de forma violenta e arbitrária, aumentava os

impostos, prejudicando o comércio da Inglaterra.

d) ao acordo da Guerra das Duas Rosas, que estabeleceu o

fim dos conflitos internos, em 1485, possibilitando ao rei

Tudor Henrique VII a concentração do poder em suas

mãos, com o apoio do Conselho Comum dos 25 Barões.

e) às cláusulas da paz, estabelecidas após a Revolução

Puritana, em 1649, com a morte do rei Stuart Carlos I,

que favorecem os ricos comerciantes ingleses,

representados no Conselho Comum dos 25 Barões.

5. (Unicamp 2016) “Uma categoria inferior de servidores

que coexiste nas grandes casas com os domésticos livres

são os escravos. Um recenseamento enumera em Gênova,

em 1458, mais de 2 mil. As mulheres estão em uma

proporção esmagadora (97,5%) e 40% não têm ainda 23

anos. São totalmente desamparadas; todos na casa a

repreendem, todos batem nela (patrão, mãe, filhos

crescidos) e os testemunhos de processos em que elas

comparecem mostram-nas vivendo, frequentemente no

temor de pancadas. Em Gênova e Veneza, a escrava-criada

é essencial no prestígio das nobres e ricas matronas.

(Adaptado de Charles De la Roncière, “A vida privada dos

notáveis toscanos no limiar da Renascença”, em Georges

Duby (org.), História da vida privada - da Europa feudal à

Renascença, vol 2. São Paulo: Companhia das Letras, 1990,

p. 235-236.)

Sobre o trabalho nas cidades italianas do período em

questão, podemos afirmar corretamente que:

a) O declínio da escravidão está ligado ao novo conceito

antropocêntrico do ser humano e a uma nova dignidade

da condição feminina no final da Idade Média.

b) O trabalho servil era predominantemente feminino e

concorria com o trabalho escravo. A escravidão diminuiu

com essa concorrência, desdobrando-se no trabalho

livre.


c) Conviviam inúmeras formas de trabalho livre, semilivre e

escravo no universo europeu e a sobreposição não era,

em si, contraditória.

d) O uso do castigo corporal igualava as escravas a outros

trabalhadores e foi o motivo das rebeliões camponesas

do período (jacqueries) e agitações urbanas.

6. (Fgv 2015) Em 1497 o rei dom Manuel, não querendo

perder uma valiosa parcela da população, [...] impôs o

batismo obrigatório a praticamente todos os judeus,

restringindo-lhes os meios de sair do país, escravizando os

que continuaram judeus e apreendendo os filhos dos não

convertidos.

SCHWARTZ, S. B. Cada um na sua lei. Tolerância religiosa e





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