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Partido Liberal (1861-1872)



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Partido Liberal (1861-1872), defendida em 2004 na Universidade 

Estadual de Campinas, com a orientação da Profª Drª Izabel Andrade 

Marson. 

4

 Pedro de Araújo Lima, Visconde, depois Marquês de Olinda (1793-



1870) - Uma das figuras mais proeminentes do Partido Conservador até 

a formação da liga progressista, da qual participou. (BLAKE, Augusto 

Victorino Alves Sacramento. Diccionario Bibliographico Brazileiro

Conselho Federal de Cultura, 1970, 7º v., p. 16-17). 

5

 Ângelo Muniz da Silva Ferraz (1812-1867), futuro barão de Uruguaiana 



(BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento. Diccionario 

Bibliographico Brazileiro, 1º v., p. 87-88). 

6 José Thomaz Nabuco de Araújo (1813-1878) - Originalmente do 

partido conservador, tornou-se uma das principais lideranças dos 

conservadores moderados que formaram a Liga Progressista com os 

liberais e, mais tarde, o “novo” Partido Liberal. 



 OS “ABUTRES” NA TURBULÊNCIA DAS “ÁGUIAS”:... 

HISTÓRIA, São Paulo, 28 (2): 2009 

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7

 José Antonio Saraiva (1823-1895) – Membro inicialmente do Partido 

Conservador, se tornaria uma das figuras mais proeminentes da Liga 

Progressista e, posteriormente, do “novo” Partido Liberal. (BLAKE, 

Augusto Victorino Alves Sacramento. Diccionario Bibliographico 

Brazileiro,  4º v., p. 308). 

8

 José Pedro Dias de Carvalho (1805-1881), liberal  



9

 João da Silva Carrão (1814-1888), liberal  

10

 O liberal Francisco Otaviano de Almeida Rosa (1825-1889) 



11

 Antonio Francisco de Paula e Sousa, filho de Francisco de Paula 

Sousa e Melo, personagem que se tornou uma referência na memória 

liberal. 

12

 NABUCO, Joaquim. Um estadista do império (v. I). p. 547 



13

 Annaes do Senado do Império do Brasil. Rio de Janeiro: Typographia 

do Correio Mercantil, 1865, v. I. 

14

 Manuel Pinto de Sousa Dantas, que viria a ser ministro da 



Agricultura do gabinete Zacarias de 3 de agosto de 1866 (PEREIRA DA 

SILVA, João Manuel. Memórias do meu tempo. Introdução de Célio 

Ricardo Tasinafo. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2003, p. 

596) 


15

 A maioria e o gabinete não se entendem. Correio Mercantil. Rio de 

Janeiro, 29 de junho de 1866, p. 2. 

16

 Correspondências – O Sr. Deputado Tavares Bastos. Correio 



Mercantil. Rio de Janeiro, 30 de junho de 1866, p. 3. 

17

 O Sr. Tavares Bastos. Correio Mercantil. Rio de Janeiro, 01 de julho de 



1866,  p. 3. 

18 Annaes do Parlamento Brazileiro. Câmara dos Srs. Deputados. Rio de 

Janeiro: Typographia Imperial e Constitucional de J. C. Villeneuve, 

1866, tomo 2, p. 75. 

19

 NABUCO, Joaquim. Um estadista do Império, v. I, p. 611-612. 



20

 A comissão da praça e o Sr. Ministro da fazenda. Correio Mercantil

Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de 1866, p. 3. 

21

 A situação. Correio Mercantil. Rio de Janeiro, 12 de março de 1866, p. 



2. 

22

 O programa ministerial. Correio Mercantil,  13 de marco de 1866,  p. 3 



23

  A atualidade. Correio Mercantil, 13 de março de 1866,  p. 2-3. 

24

 O gabinete Olinda. Correio Mercantil, 20 de março de 1866, p. 3.  



25

 Bastos defendia que não era o momento adequado para adotar a 

cessação da emissão pelo banco (medida que reputava muito radical), 

porque haveria uma tendência de melhora das finanças. O estado 




EIDE SANDRA AZEVEDO ABREU 

                                                        

HISTÓRIA, São Paulo, 28 (2): 2009 

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pouco lisonjeiro do banco tinha a ver com as decorrências da crise de 

setembro de 1864 e com o início da guerra, devendo, portanto, 

melhorar no futuro próximo. Seria recomendável, então, segundo o 

discurso de Bastos, adiar a questão do banco, e cuidar do déficit do 

orçamento (mais de 40.000:000$), que seria a questão  mais urgente. 

Para fazer face a esse déficit, Bastos propõe que o banco emprestasse 




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