Microsoft Word Gestão Ambiental Análise de Ciclo de Vida



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Processo 

P1 

P2 

P3 

P4 

kernel  

 

Entradas / saídas económicas: 

 

 



 

 

 

 

 

- Produto C (MJ) 



3300 

-3300 




 

 

- Produto A (m



3

) 0 




 

 



- Produto D (kwh) 

330 


-330 




 

 



- Produto B (m

3

) 0 



0,2 

-0,2 



 

 



Entradas / saídas p/ o ambiente: 

 

 



 

 

 

 

 

- madeira (m

3

) 0 


-1,4 

0,24 



-1,16 

 

 



- petróleo (kg) 

-165 


33 


0,37 

-131,6 

 

 - 



CO

2

 (kg)  



660 

-264 



-1,02 

395 

 

 - 



SO

2

 (kg)  



6,6 

-1,98 



-0,023 

4,6 

 

 - 



NO

x

 (kg)  



6,6 

-0,66 



-0,16 

5,8 

 

 



 

 

 



 

 

 

 

 



Análise de Ciclo de Vida 

José Vicente R. Ferreira 

72

 

2.5.  Análise de Impacte 

 

Para a análise de impacte, do exemplo em estudo, escolheu-se o método CML (CML, 2001), 



conforme descrito no capítulo 7.1, por ser um método "multi-fase" e um dos primeiros métodos de 

avaliação desenvolvido e, utilizado em vários países. 

A fase de análise de impacte do ciclo de vida (AICV), tem como objectivo avaliar o significado dos 

potenciais impactes ambientais utilizando os resultados da fase de análise do inventário. 

Conforme referido anteriormente (Cap. 5.1) os elementos a considerar nesta fase são:  

• Elementos 

obrigatórios: 

classificação; e, caracterização

• Elementos 

opcionais: 

normalização; e, agregação/ponderação. 

 

2.5.1. Classificação 

 

Na fase de classificação os dados da fase de inventário são atribuídos às categorias de impacte para 



as quais as substâncias contribuem, como mostrado na Figura A-2. Conforme referido anteriormente, 

pode haver cargas ambientais atribuídas a mais que uma categoria de impacte, como é o caso do 

NOx que contribui para a acidificação, toxicidade humana, eutroficação e oxidação fotoquímica. A 

classificação é um processo qualitativo; a quantificação das contribuições tem lugar na fase seguinte 

de caracterização. 

 

Substância Quantidade 



(kg) 

 

 



Categoria de Impacte 

Unidades 

Oil 

131,6 


 

 

Depleção Abiótica 



Kg Sb eq. 

CO

2



 

395 


 

 

Aquecimento Global 



Kg CO

2

 eq. 



 

 

 



 

Oxidação Fotoquímica 

Kg C

2

H



2

 eq. 


 

 

 



 

 

 



NO

x

 



5,8 

 

 



Toxicidade Humana 

Kg 1,2-db eq. 

 

 

 



 

 

 



SO

2

 



4,6 

  

Acidificação 



Kg 

SO

2



 eq. 

 

 



 

 

 



 

 

 



  

Eutroficação 

Kg PO43- eq. 

Figura A- 2 Fase de Classificação do exemplo em estudo 

 

 



 

2.5.2. Caracterização 

 

A fase de caracterização consiste em obter o perfil ambiental da unidade funcional do produto em 



estudo, pelo que, as diferentes substâncias irão ser convertidas, através dos factores de 

caracterização, numa substância padrão, para cada categoria de impacte particular. Por exemplo, as 

substâncias SO

2

 e NO



x

, que contribuem para a acidificação, são convertidas em Kg SO

2

 equivalente, 




Análise de Ciclo de Vida 

José Vicente R. Ferreira 

73

multiplicando as respectivas quantidades pelos respectivos potenciais de acidificação (AP). Os 



factores de caracterização das substâncias representadas na Figura A-3, assim como de muitas 

outras, podem ser obtidos nas bases de dados do software SimaPro (Pré, 2002). 

 

Substância Quantidade 



(kg) 

 

 



Categoria de Impacte 

Unidades 

 

 

 



 

 

 



Oil 

131,6    X 

 

 

Depleção Abiótica 



Kg Sb eq. 

CO

2



 

395       X 

 

 

Aquecimento Global 



Kg CO

2

 eq. 



 

 

 



 

Oxidação Fotoquímica 

Kg C

2

H



2

 eq. 


 

 

 



 

 

 



NO

x

 



5,8        X 

 

 



Toxicidade Humana 

Kg 1,2-db eq. 

 

 

 



 

 

 



SO

2

 



4,6        X 

  

Acidificação 



Kg 

SO

2



 eq. 

 

 



 

 

 



 

 

 



  

Eutroficação 

Kg PO43- eq. 

Figura A- 3 Fase de Caracterização do exemplo em estudo 

 

 



2.5.3.  Cálculo do Perfil Ambiental 

 

Após definição dos modelos de caracterização, o perfil ambiental pode ser calculado criando uma 



matriz, cujas colunas representam as categorias de impacte consideradas no estudo e as linhas as 

cargas ambientais provenientes da tabela de inventário e somando para cada categoria o produto das 

cargas pelos seus factores de caracterização (equivalência) de modo a obter o valor total para cada 

categoria de impacte, conforme representado no Quadro A-3. Deve ser ainda incluída uma descrição 

dos aspectos ambientais qualitativos, se considerados relevantes para o estudo. 

 

Quadro A- 2 Perfil ambiental de 1 u.f. do Produto A 



 

Categoria de Impacte 

 

Substância 

Depleção 

Abiótica 

(Kg Sb eq.) 

Aquecimento 

Global 


(Kg CO

2

 eq.) 



Oxidação 

Fotoquímica 

(Kg C

2

H



2

 eq.) 


Toxicidade 

Humana 


(Kg 1,2-db eq.) 

Acidificação 

(Kg SO

2

 eq.) 



Eutroficação 

(Kg PO43- eq.) 

Oil 2,65 

 

 



 

 

 



CO2  

395 


 

 

 



 

NOx  


 

0,16 


6,96 

2,9 


0,75 

SO2  


 

0,22 


0,44 

4,6 


 

 

Perfil 

Ambiental 

 

2,65 

 

395 

 

0,38 

 

7,4 

 

7,5 

 

0,75 

 

GWP=1



POCP=0,028

PDA=0,0201 

POCP=0,048

HCA=1,2


AP=0,5 

NP=0,13


AP=1 

HCA=0,096




Análise de Ciclo de Vida 

José Vicente R. Ferreira 

74

Para uma melhor identificação da contribuição dos processos, para as categorias de impacte é 



também conveniente construir o perfil ambiental processual, constituído por uma matriz em que as 

colunas representam os processos e as linhas as categorias de impacte, consideradas no estudo, 

conforme representado no Quadro A-4. 

 

Quadro A- 3 Perfil ambiental processual de 1 u.f. do Produto A 



 

Categoria de Impacte 

 

 

 

Processo 

Depleção 

Abiótica 

(Kg Sb eq.) 

Aquecimento 

Global 


(Kg CO

2

 eq.) 



Oxidação 

Fotoquímica 

(Kg C

2

H



2

 eq.) 


Toxicidade 

Humana 


(Kg 1,2-db eq.) 

Acidificação 

(Kg SO

2

 eq.) 



Eutroficação 

(Kg PO43- eq.) 

P1 

3,32 660  0,5 8,55 9,9 0,86 



P2 0 





P3 -0,66 

-264 


-0,11 

-0,98 


-2,31 

-0,09 


P4 -0,007 

-1,02 


-0,006 

-0,19 


-0,10 

-0,02 


 

Perfil 

Ambiental 

Processual 

 

2,65 

 

395 

 

0,38 

 

7,4 

 

7,5 

 

0,75 

 

 



Em estudos ACV obtém-se, normalmente, para uma unidade funcional, uma grande diferença nos 

valores absolutos das várias categorias de impacte, pelo que, o método clássico de representar 

graficamente o perfil ambiental, é relativamente a uma escala de 100%, conforme ilustrado na Fig. A-

4.e Fig. A-5. A interpretação dos resultados é deste modo menos confusa que a interpretação de uma 

lista de substâncias. 

0%

50%



100%

Depleção


Abiótica

Aquecimento

Global

Oxidação


Fotoquímica

Toxicidade

Humana

Acidificação Eutroficação



SO2

NOx


CO2

Oil


 

Figura A- 4 Perfil ambiental de 1 u.f. do Produto A 

 


Análise de Ciclo de Vida 

José Vicente R. Ferreira 

75

 

-50%


0%

50%


100%

Depleção


Abiótica

Aquecimento

Global

Oxidação


Fotoquímica

Toxicidade

Humana

Acidificação Eutroficação



P4

P3

P2



P1

 

Figura A- 5 Perfil ambiental processual de 1 u.f. do Produto A 

 

Da Figura A-4 pode concluir-se, por exemplo, que para a depleção abiótica contribui exclusivamente 



a utilização do oil, enquanto que para a acidificação contribuem as emissões de SO

2

 (60%) e de NO



x

 

(40%). 



Da Figura A-5 pode concluir-se que todos os problemas ambientais são devidos ao processo P1 e 

que a redução, por exemplo, na toxicidade humana se deve sobretudo ao processo P3 e em menor 

amplitude ao processo P4. 

Na comparação de dois produtos se os resultados para todas as categorias de impacte de um dos 

produtos são mais elevados que os do outro produto, é fácil concluir qual dos produtos é mais amigo 

do ambiente. Mas, se um produto tem um resultado maior que o outro para todas as categorias de 

impacte excepto, por exemplo, para a acidificação, neste caso torna-se difícil justificar tal conclusão. 

A representação gráfica numa escala de 100% tem, no entanto, o inconveniente de não ser 

representativa da verdadeira grandeza da categoria de impacte, sendo igual a 100, tanto para valores 

pequenos como para valores elevados dos problemas ambientais pelo que, se torna necessário 

efectuar a sua normalização. 

 

2.5.4. Normalização 

 

Conforme referido anteriormente a normalização é um elemento opcional da metodologia ACV. O 



objectivo da normalização é tornar os resultados do perfil ambiental mais facilmente interpretáveis. 

Cada efeito calculado para o ciclo de vida de um produto é relacionado com o efeito total anual 

conhecido para essa classe.  

No Quadro A-5 estão registados os factores de normalização propostos no método CML 2 baseline 



2000 (Pré, 2002), para as categorias de impacte consideradas. 

 



Análise de Ciclo de Vida 

José Vicente R. Ferreira 

76

 

Quadro A- 4 Factores de normalização para as categorias de impacte consideradas (Pré, 2002) 



 

Categoria de impacte 

Valor anual base 

 

Factor de normalização 

(1/ valor anual base) 

 

 

 

 



 

 

 



Depleção Abiótica                   (kg Sb eq.) 

1,56E+11 

6,39E-12 

 

 



Aquecimento Global                   (kg CO2) 

4,44E+13 

2,25E-14 

 

 



Oxidação Fotoquímica        (kg C

2

H



2

 eq.) 


4,55E+10 

2,2E-11 


 

 

Toxicidade Humana          (Kg 1,2-db eq.) 



4,98E+13 

2,01E-14 

 

 

Acidificação                                (kg SO



2

) 2,99E+11 

3,34E-12   

 

Eutroficação                     (Kg PO43- eq.)



1,29E+11 7,74E-12 

 

 



 

 

 



A normalização permite ver a contribuição relativa da unidade funcional do produto para cada efeito já 

existente.  

Multiplicando os valores do perfil ambiental do Quadro A-3 pelos factores de normalização do Quadro 

A-5, obtém-se o perfil ambiental normalizado do Quadro A-6 

 

Quadro A- 5 Perfil ambiental normalizado de 1 u.f. do Produto A 

 

Categoria de Impacte 

 

Substância 

Depleção 

Abiótica 

Aquecimento 

Global 

Oxidação 

Fotoquímica 

Toxicidade 

Humana 

Acidificação Eutroficação 

 

Perfil 


ambiental 

 

2,65 



 

395 


 

0,38 


 

7,4 


 

7,5 


 

0,75 


Factor de 

normalização 

6,39E-12 2,25E-14  2,20E-11  2,01E-14 3,34E-12  7,74E-12 

 

Perfil 

ambiental 

normalizado 

 

1,69E-11 

 

8,89E-12 

 

8,43E-12 

 

1,49E-13 

 

2,51E-11 

 

5,84E-12 

 

A Fig. A-6 é a representação gráfica do perfil ambiental normalizado, de 1 u.f. do Produto A do 



exemplo em estudo. 

 



Análise de Ciclo de Vida 

José Vicente R. Ferreira 

77

 

0,00E+00



1,00E-11

2,00E-11


3,00E-11

Depleção


Abiótica

Aquecimento

Global

Oxidação


Fotoquímica

Toxicidade

Humana

Acidificação Eutroficação



 

Figura A- 6 Perfil ambiental normalizado de 1 u.f. do Produto A (o comprimento das colunas é 

proporcional a um resultado do efeito normalizado) 

 

Da Figura A-6 pode concluir-se, por exemplo, que as contribuições de 1 u.f. de Produto A para a 



acidificação e depleção abiótica são relativamente elevadas e para a toxicidade humana é diminuto. 

Multiplicando os valores do perfil ambiental (processual) do Quadro A-4 pelos factores de 

normalização do Quadro A-5, obtém-se o perfil ambiental  normalizado (processual) do Quadro A-7 

 

Quadro A- 6 Perfil ambiental normalizado (processual) de 1 u.f. do Produto A 



 

Categoria de Impacte 

 

 

 

Processo 

Depleção 

Abiótica 

Aquecimento 

Global 

Oxidação 

Fotoquímica 

Toxicidade 

Humana 

Acidificação Eutroficação 

P1 2,12E-11 

1,49E-11 

1,10E-11 

1,72E-13 

3,31E-11 

6,64E-12 

P2 0 







P3 -4,24E-12 

-5,94E-12 

-2,50E-12 

-1,97E-14 

-7,72E-12 

-6,64E-13 

P4 -4,75E-14 

-2,30E-14 

-1,23E-13 

-3,90E-15 

-3,44E-13 

-1,61E-13 



 

Perfil 

Ambiental 

(Processual) 

Normalizado 

 

1,69E-11 

 

8,89E-12 

 

8,41E-12 

 

1,48E-13 

 

2,50E-11 

 

5,82E-12 

 

A Fig. A-7 é a representação gráfica do perfil ambiental normalizado (processual) de 1 u.f. do Produto 



A do exemplo em estudo. 

 



Análise de Ciclo de Vida 

José Vicente R. Ferreira 

78

 

 



-2,00E-11

-1,00E-11

0,00E+00

1,00E-11


2,00E-11

3,00E-11


4,00E-11

Depleção


Abiótica

Aquecimento

Global

Oxidação


Fotoquímica

Toxicidade

Humana

Acidificação Eutroficação



P4

P3

P2



P1

 

Figura A- 7 Perfil ambiental normalizado (processual) de 1 u.f. do Produto A 

 

Da Figura A-7 pode concluir-se, por exemplo, que a acidificação é o maior problema ambiental da 



produção de 1 u.f. do Produto A e que o valor só não é mais elevado, porque o processo P3 contribui 

para a sua diminuição (processo no qual é evitada a produção de electricidade) 

A  normalização melhora consideravelmente a compreensão dos resultados. Porém, não pode ser 

feito nenhum julgamento dado que nem todas as categorias de impacte são consideradas de igual 

importância. 

Tal como referido anteriormente, se após a normalização, um produto tem um resultado maior que o 

outro para todas as categorias de impacte excepto, por exemplo, para a acidificação, neste caso 

torna-se difícil justificar qual dos dois é mais amigo do ambiente. Neste caso é necessário proceder-

se à agregação (após ponderação) dos resultados num único indicador, conforme descrito no ponto 

seguinte. 



 

2.5.5.  Agregação / Ponderação 

 

Conforme referido anteriormente e, à semelhança da normalização, a agregação/ponderação é um 



elemento opcional da metodologia ACV. 

A fase de agregação/ponderação tem como objectivo ponderar os resultados das categorias de 

impacte, para de seguida os agregar, ou seja, converter o perfil ambiental normalizado num único 

resultado, chamado de índice ambiental, sendo necessário atribuir factores de ponderação às 

categorias de impacte consideradas no estudo.  

Não existindo actualmente um procedimento aceite na generalidade, para determinação dos factores 

de ponderação, mas antes, vários procedimentos dos quais se destacam o método distância-ao-alvo 

e os painéis autorizados (baseados em preferências sociais), no Quadro A-8 estão registados os 

factores de ponderação, relativos às categorias de impacte consideradas neste estudo, que 

correspondem aos valores médios obtidos com os procedimentos anteriores e disponíveis na 

bibliografia (Ferreira, 1999). 



Análise de Ciclo de Vida 

José Vicente R. Ferreira 

79

 

Quadro A- 7 Factores de ponderação (P

j

), para as categorias de impacte seleccionadas 

(Ferreira, 1999) 

   

 

 



 

 

 



 

   

Depleção Abiótica Aquecimento Global Oxidação Fotoquímica Toxicidade Humana Acidificaçã

Eutroficação



   

 

 



 

 

 



 

  P



j

 

8 7  4  4 



   



 

 

 



 

 

 



   

 

 



 

 

 



 

 

Multiplicando os valores do perfil ambiental normalizado do Quadro A-6 pelos factores de ponderação 



do Quadro A-8 e agregando os resultados, obtém-se o índice ambiental da Figura A-8. 

 

0,00E+00



1,00E-10

2,00E-10


3,00E-10

Depleção


Abiótica

Aquecimento

Global

Oxidação


Fotoquímica

Toxicidade

Humana

Acidificação Eutroficação



 

Figura A- 8 Indice ambiental de 1 u.f. do Produto A 

 

Após a ponderação, a acidificação ganhou importância relativamente às outras categorias de 



impacte, conforme se pode observar na Fig. A-8. O comprimento das colunas representa agora a 

gravidade dos problemas ambientais o que torna possível adicioná-las de modo a obter-se um único 

resultado final, conforme representado na Fig. A-9. 

 



Análise de Ciclo de Vida 

José Vicente R. Ferreira 

80

 

0,00E+00



1,00E-10

2,00E-10


3,00E-10

4,00E-10


5,00E-10

6,00E-10


Índice Ambiental

Eutroficação

Acidificação

Toxicidade Humana

Oxidação Fotoquímica

Aquecimento Global

Depleção Abiótica

 

Figura A- 9 Indice ambiental de 1 u.f. do Produto A 

 

Na comparação de dois produtos, aquele que apresentar o índice ambiental menor é o mais amigo do 

ambiente. 

 

 



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