Marta Sofia Matos da Encarnação Os Abre-te Sésamo da Imaginação



Baixar 480.81 Kb.
Pdf preview
Página25/29
Encontro17.03.2020
Tamanho480.81 Kb.
1   ...   21   22   23   24   25   26   27   28   29
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

47 


 

Apêndice II - Relato da aula assistida 

Aluna: Marta Encarnação 

Professora-cooperante: Graça Ribeiro 

Professor-supervisor: Artur Gonçalves 

Relato da aula assistida 

Português 

Data: 13-01-2015       Turma: 6.º B 

A aula iniciou-se dando continuidade ao trabalho realizado nas aulas anteriores, isto é, a leitura 

em grande grupo da obra Ali Babá e os quarenta ladrões adaptada por António Pescada.  

A aula teve início por voltas das 8 horas e 30 minutos, tal como previsto. Após a entrada dos 

alunos, estes realizaram as suas atividades de registo habituais. Os estudantes assinalaram as 

presenças, a pontualidade, a realização dos trabalhos de casa, etc. Este momento decorre sempre 

nos primeiros instantes da aula. Foi registado o sumário no quadro pelo aluno responsável com 

a minha indicação: 

- Leitura de Ali Babá e os quarenta ladrões: capítulo 5 e 6. 

Para introduzir a leitura, propus aos alunos que fizessem um breve resumo oral dos capítulos já 

lidos. Os alunos conseguiram fazer uma síntese sem dificuldade. Vários alunos participaram 

para a realização da mesma. 

Para  evitar  pausas  durante  a  leitura  em  grande  grupo,  fiz  um  levantamento  das  «palavras 

difíceis» com a turma. Perguntei aos alunos se leram a obra em casa e se detetaram palavras 

«novas». Encontraram algumas palavras desconhecidas, tal como eu suspeitava: reluzir e odre. 

Forneci aos alunos o significado das palavras. Estes foram registados por mim no quadro. Todas 

as palavras anotadas no quadro e as respetivas definições foram copiadas pelos alunos para os 

seus cadernos diários. 

Depois das palavras esclarecidas, a turma procedeu ao  «ensaio» da leitura. Foram atribuídas 

personagens, aleatoriamente, a diversos alunos. Os alunos procederam à leitura das falas que 

lhes pertencia. No mínimo, dois alunos leram cada uma das falas. No final, a turma decidiu 

quem deve ficar com a personagem, tendo em conta, a interpretação, entoação e velocidade de 

leitura. O que teve melhor desempenho, na opinião da turma, ficou com a fala da personagem. 

Depois de todas as personagens serem atribuídas a elementos da turma, acordei com o grande 

grupo que as informações cénicas dadas pelo narrador, referentes às falas das personagens e os 

momentos  de  narração  seriam  lidos  por  mim.  Para  cada  capítulo,  as  personagens  foram 




 

48 


 

atribuídas a alunos que ainda não tinham lido. 

No final da leitura de cada capítulo, os alunos que participaram ativamente na leitura fizeram a 

sua  autoavaliação  e  os  restantes  avaliaram  a  leitura  dos  colegas. A  turma  mostrou-se  muito 

participativa e sempre com críticas construtivas. 

Depois de concluída a leitura, para encerrar a atividade, pedi aos alunos uma previsão do que 

acontecerá nos próximos capítulos. Os alunos participaram e contribuíram com ideias de forma 

ativa e positiva e, por vezes, estavam em concordância com o desenlace da narrativa.  

Quando os alunos terminaram as comunicações das suas previsões, a pares, responderam por 

escrito, numa folha à parte, às seguintes questões: 

-  Há  algum  momento/costume  na  história  que  consideres  estranho?  Que  não  acredites  na 

totalidade? Qual? Porquê? 

Os alunos leram as suas respostas e debateram-nas. 

As respostas obtidas dividiram-se em dois grupos: 

3.  7 Alunos  disseram  que  o  momento  estranho  da  história  ocorrera  quando  o  sapateiro  coseu  a 

cabeça de Qassem ao corpo, porque não era a sua função fazê-lo. 

4.  Os restantes 12 alunos não acreditaram que a gruta se abrisse com o simples pronunciar das 

palavras  mágicas  referidas,  justificando  que,  naquele  tempo,  não  havia  sistemas  de 

reconhecimento de voz que acionassem a abertura de portas. Alguns acrescentaram ainda que, 

se  fosse  uma  história  atual,  acreditariam,  porque  a  tecnologia  moderna  já  permite  que  isso 

aconteça. 

 

 



Como  trabalho  de  casa,  foi  pedido  aos  alunos  que  lessem  os  próximos  dois  capítulos  e 

registassem  as  palavras  que  desconheciam  o  significado  e,  se  possível,  consultassem  um 

dicionário para que esclarecessem as suas dúvidas. 

A avaliação, meramente indicativa, foi feita por mim, de modo informal, sem registo. Esta serve 

para me orientar no decorrer destas aulas e para as seguintes. Avalio a interpretação dos alunos, 

o comportamento e a participação mas sobretudo, a compreensão do texto. 

No final da aula, o aluno responsável fez o registo do comportamento. 


1   ...   21   22   23   24   25   26   27   28   29


©historiapt.info 2019
enviar mensagem

    Página principal