Mais histórias que trazem felicidade Richard Simonetti


mal.  Pois da abundância do coração fala a boca



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mal. 

Pois da abundância do coração fala a boca. 

Raciocínio perfeito! 

Como avaliar uma árvore? 

Pelos frutos, definindo se produz alimento ou veneno. 

O mesmo ocorre conosco. 

Quais os frutos de nossa existência? 

Temos contribuído para enriquecer a existência, por onde andamos? 

Somos geradores ou exterminadores de vida? 

*** 

pessoas dadivosas, como fértil pomar. 



O Bem prospera em suas mãos. 

Enfrentam os desafios fazendo o melhor. 




São capazes de transformar a própria adversidade em ensejo de crescimento pessoal e edificante exemplificação. O 

pregador foi convidado a falar numa penitenciária. Dezenas de presos o observavam quando se levantou e caminhou 

em direção à tribuna. 

Então, aconteceu o desastre: 

Tropeçou. 

Sentindo que ia perder o equilíbrio, apoiou-se na tribuna. Como ela não estava presa ao chão, tombou. Caíram ambos, 

espetacularmente. 

Situação cômica, que nos remete às comédias de pastelão, no cinema mudo. 

Num primeiro momento, os presos observaram, espantados. 

Depois começaram a rir. Riam às gargalhadas! Choravam de rir! 

O ridículo costuma ser engraçado. Poucas situações são mais ridículas, portanto, mais hilárias do que alguém perdendo 

o equilíbrio e se esparramando no chão, abraçado a um móvel. 

Começara mal o pregador. 

Não faria carreira diante daquele público irreverente. 

Mas ele se ergueu, lépido, e fez algo inusitado: 

Pôs-se a rir também, riso gostoso, alto e bom som! Riu da própria desdita! 

Admirável virtude! 

Jamais  alguém  será  infeliz  ou  perderá  o  controle,  enquanto  for  capaz  de  rir  de  si  mesmo,  evitando  solenizar as 

situações. 

Depois que todos desopilaram o fígado, ambiente descontraído, ouvidos receptivos, o visitante acentuou: 

„ -Minha distração foi fatal. Não prestei atenção e sofii um belo tombo. Mas, como viram, não fiquei no chão. Estou 

aqui  para  dizer  que  todos  podemos  cair, escorregando  em  deslizes.  Mas,  se  confiarmos  em  Deus,  se realmente 

estivermos dispostos, haveremos de nos reerguer. 

Eis que o pregador, dotado de notável presença de espírito, converteu uma situação difícil em ensejo para notável 

lição. 



Os presos jamais esqueceriam a imagem preciosa que ficou: 

Ninguém está irremissivelmente condenado ao erro, ao crime, ao vido... 

É possível redimir-se, confiando em si e em Deus. 

Diz Confúcio: 





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