Mais histórias que trazem felicidade Richard Simonetti



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Amarrar o Valente

 

Mateus, 12:22-32 

Num dos contatos de Jesus com a multidão, trouxeram-lhe um homem que, segundo a expressão evangélica, era 

um endemoniado cego e mudo. 

Há pessoas com problemas de saúde sem causa física. 




Os  médicos  falam  em somatização, problema  físico  provocado  por  distúrbios  emocionais,  em  relação  de  causa e 

efeito: 


„    Úlcera gástrica 1 ressentimento. 

„    Enxaqueca - preocupação. 

„    Desarranjo intestinal - tensão. 

„Câncer-mágoa. 

„    Distúrbios circulatórios - irritação. 

„    Males difusos - hipocondria. 

„    Fraqueza - desânimo. 

Nesta passagem evangélica não estamos diante de simples somatização. 

Ocorre uma influência espiritual, comprometendo dois importantes recursos de comunicação - a visão e a fala. 

A cura, portanto, não dependeria de tratamento médico ou psicológico, aqui meros paliativos. 

Seria preciso afastar o Espírito perturbador. 

Foi o que fez Jesus. 

Imediatamente a vítima voltou a falar e a enxergar. 

Tenho presenciado vários fenômenos dessa natureza. 

Uma senhora vinha sofrendo persistente febre, sem causa definida. Exames de sangue e radiografias do pulmão nada 

acusavam. 

Seu nome foi levado a uma reunião mediúnica. Feitas as vibrações em seu benefício, manifestou-se uma entidade 

malfazeja, a rir, debochada: 

- Ah! Ah! Ah! Até febre provocamos! 

Após longo diálogo, o doutrinador conseguiu convencer o Espírito a afastar-se. 

Então, o “milagre”: a partir daquele momento normalizou-se a temperatura da paciente. 



***

 

A multidão entusiasmava-se. 



Jesus  atraía  as  pessoas  muito  mais  pelos  prodígios  que  operava  do  que  pela  excelência  de  seus  princípios, algo 

semelhante ao que ocorre com o Espiritismo. 

Pouca  gente  comparece  ao  Centro  Espírita  atraída  pela  visão  notável  que  a  Doutrina  nos  oferece  a  respeito dos 

enigmas do destino humano. 

A grande motivação está nos trabalhos de cura e de desobsessão. 

*** 


Havia sempre uma pedra no sapato, mais apropriadamente, na sandália de Jesus - os fariseus. 

Diante daquele maravilhoso prodígio, impertinentes e ardilosos, incitavam o povo: 

Ele atua pelo poder de Belzebu, o príncipe dos demônios. 

Belzebu era um teimo hebraico para Baal, o Deus dos cananeus e fenícios. 

Como aqueles povos eram inimigos dos judeus, estes, maliciosamente, diziam que Belzebu ou Baal era o chefe dos 

demônios. 

Pretendiam os fariseus situar Jesus como agente do demônio na Terra. 

Sua resposta foi antológica: 

Todo reino dividido contra si mesmo acabará em ruína, e toda cidade, ou casa, dividida contra si mesma, não 



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