Mais histórias que trazem felicidade Richard Simonetti


O bem que eu quero, não faço. O mal que não quero, esse eu faço



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O bem que eu quero, não faço. O mal que não quero, esse eu faço. 

Ainda há muita fragilidade em nós. 



Estamos demasiadamente comprometidos com instintos primitivos e com o egoísmo. Daí a dificuldade em exercitar o 

Bem, alicerce do Reino. 

Por isso, muitos trabalhadores iniciantes acabam desistindo, como se cansassem de ser bons. 



Jesus vem em nosso socorro com a Parábola da Semente de Mostarda. 

A que compararemos o Reino de Deus? 

Por que parábola o representaremos? 

E semelhante ao grão de mostarda. 

Quando lançada ao solo ê a menor de todas as sementes da Terra. 

Mas, depois de semeada, vai crescendo e acaba por se tomar a maior de todas as hortaliças, criando ramos tão 

grandes que as aves do céu podem aninhar-se à sua sombra. 

Algo semelhante acontece conosco. 

Temos as sementes do Bem depositadas por Deus em nosso coração. 

Minúsculas, pouco repercutem em nossa vida, asfixiadas pela inferioridade humana, luz eclipsada pelas sombras da 

indiferença. 

Mas, se lhes dermos atenção, operarão prodígios de renovação, cumulando-nos de bênçãos. 

Nesse aspecto, há atitudes fundamentais, das quais não podemos fugir, se desejamos que a semente germine. 

Uma delas, das mais importantes, é a transparência. 

A sociedade humana vive de aparências, resvalando perigosamente para a hipocrisia. 

As pessoas mentem com frequência. 

Muitos mentem o tempo todo. 

E uma  tendência que se manifesta desde o estágio infantil, considerada normal pelos psicólogos, mas que apenas 

exprime um aspecto da imaturidade humana. 

*** 


A convivência com a mentira gera inúmeros embaraços ao Reino. 

Se bem observarmos, constataremos como nossa vida é extremamente complicada, por vivermos num mundo onde 

grassa a mentira. 



Exemplo típico - a carteira de identidade. 

O que é o famoso RG senão o atestado de que falamos a verdade, quando declinamos nosso nome, naturalidade, 

nacionalidade, filiação, data de nascimento? 

A propósito, passei por interessante experiência. 



Há alguns anos, com compromisso no Rio de Janeiro, apresentei-me no balcão da ponte aérea, no Aeroporto de 



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