Mais histórias que trazem felicidade Richard Simonetti


respirar, estaremos às portas do Reino



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respirar, estaremos às portas do Reino. 


Jornada penosa, difícil, que demanda múltiplas existências, muito esforço, buscando a “saúde espiritual " que nos 

bafejará, quando nos decidirmos a "degustar”, diariamente, o mais poderoso de todos os tônicos para a Alma —o 

Evangelho, 

Bom reforço, amigo leitor! 

Bauru SP, maio de 2005. site: 

www.richardsimonettLcom.br

 

Gente na Praça



 

Mateus, 20:1-16 

Conta Jesus que o Reino dos Céus é semelhante a um pai de família que saiu ao amanhecer, por volta de seis horas, a 

fim de contratar servidores para a sua vinha. 

Postavam-se na praça os candidatos, chamados jornaleiros.. ' 

E prática usual, ainda hoje, envolvendo trabalhadores braçais contratados para serviços avulsos no campo. Levam a 

marmita com singela refeição, que comem sem aquecer. Por isso são conhecidos como bóias-frias. 

Explica Jesus que foi contratada uma turma, pessoal madrugador. 

Por volta das nove, o dono da vinha retomou e ainda encontrou desocupados. 

Ide, também vós para a vinha, e vos darei o que for justo.  

Por volta de meio-dia, chamou mais gente. 

As quinze horas, nova contratação. 

Finalmente, às dezessete horas, falou a um grupo remanescente: 

-    Por que estais aqui, o dia inteiro desocupados? 

-    Porque ninguém nos contratou. 

-    Ide também vós para a vinha. 

Ao anoitecer, recomendou ao seu administrador: 

Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos até os primeiros. 



Seguindo a orientação do patrão, o acerto de contas foi feito a partir da turma das dezessete horas. Um denário a cada 

um, correspondente a um dia de trabalho. 

Quando chegou a vez dos trabalhadores contratados às seis da manhã, estes ficaram indignados. 

Não era para maios! Mourejar de sol a sol, durante doze horas, e ganhar o mesmo salário de alguém que serviu apenas 

uma hora, configura flagrante injustiça! 

Prato cheio para um sindicato rural. Daria boa briga na justiça trabalhista. 

Como nos tempos de Jesus não havia nada disso

tudo o que o pessoal injustiçado pôde fazer foi reclamar com o patrão: 

Estes que vieram por último só trabalharam uma hora o tu os igualaste a nós, que suportamos o peso do dia e ó 

calor do sol. 

Dirigindo-se ao porta-voz dos reclamantes, esclareceu o vinhateiro : 





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