Mais histórias que trazem felicidade Richard Simonetti



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E o que faz nesta parábola. 

A sua posição está definida na afirmativa (João, 14:6) 

- Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. 

A meta suprema de nossa vida é a comunhão com Deus, em plena integração aos ritmos da harmonia universal. 

Seremos Espíritos puros e perfeitos, prepostos divinos. 

Numa  jornada  que  demandará  milênios  sem  conta,  seria  altamente  satisfatório  que  pudéssemos  apressar 

o passo. 

Para isso Jesus veio. 

É o Caminho, traçado na beleza e sabedoria de suas lições, reta perfeita para as esferas superiores. 

É a Verdade, sinalizando o que o Senhor espera de nós. 

É a Vida, intensa e feliz, que circula em nossas veias, quando o seguimos, rumo à gloriosa destinação. 

No verdor e na inconsequência dos primeiros anos, na infância e na adolescência, somos seres adormecidos em relação 

a essas questões. 

Esse sono pode prolongar-se pela vida adulta, mas marcado por certa inquietação, como se estivéssemos à espera de 

algo muito importante: 

Um encontro com o Cristo! 



*** 

Ao contato com os valores do Evangelho é como se alguém anunciasse no imo de nossa consciência: 

- E chegada a hora! 

Em princípio, é maravilhoso. 

Ficamos encantados com as lições de Jesus, principalmente quando as apreciamos à luz da Doutrina Espirita. 

Mas há um problema: 

Para  acompanhar  o  Cristo  é  preciso  manter  acesa  a  chama  do  ideal.  O  combustível,  o  óleo  sagrado,  chama-

se espiritualidade. E  a  busca  do  aprimoramento  moral  e intelectual,  e  o  desapego  dos  interesses  humanos,  com 

seus vícios, ambições e paixões. 



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