Mais histórias que trazem felicidade Richard Simonetti



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Os que comparecem ao Centro Espírita são os convidados novos. 

Como está na parábola, não há distinção de raça, cor, crença, posição social... 



Todos podemos desfrutar de suas bênçãos. 

Espiritismo simboliza o banquete de luzes a que somos convidados. 

Sabem  do  valor  da  Doutrina Espírita os  que  se  abeberam  de  seus  ensinamentos  e,  principalmente,  aqueles que 

enfrentam dramas pessoais - a morte de um ente 

querido, a doença grave, o desastre financeiro, a decepção sentimental, os desequilíbrios da sensibilidade... 

Há apenas uma copdição: que estejamos convenientemente trajados. 

Obviamente não se trata da roupa do corpo, mas das vestes espirituais, envolvendo nossos sentimentos e a maneira 

como nos comportamos em relação à Doutrina. 




Na  primeira  metade  do  século  XX,  não  havia  televisão  em  Bauru;  automóveis,  poucos,  importados; computador, 

internet, nem por imaginação! 

A única diversão era o cinema. 

Lembro-me  do  ritual  para  comparecer.  Obrigatório  o  uso  de  paletó  e  gravata.  Mesmo  no  verão,  temperatura 

de quarenta  graus  em  salas  de  projeção  enormes  e  mal  ventiladas,  não  eram  dispensados.  Nosso  cinema  maior, 

com duas mil poltronas, mantinha um serviço de aluguel de gravatas, para quebrar o galho. 

Hoje  há  liberdade  até  exagerada.  Os  cinéfilos  comparecem  à  vontade,  não  raro  cometendo  excessos,  em  trajes 

sumários. 

Sob  o  ponto  de  vista  espiritual,  quando  comparecemos  à  atividade  religiosa,  nos  templos,  nas  igrejas,  no  Centro 

Espírita, não podemos esquecer o essencial: que estejamos convenientemente trajados, não apenas sob o ponto de vista 

formal. 

Que compareçamos engravatados, espiritualmente falando, simbolizando seriedade. Que não estejamos interessados 

apenas em receber os favores da Espiritualidade, sem propósitos de renovação. 

Diga-se de passagem, não há gravatas para quebrar o galho. 

Inadmissível ser bom na atividade religiosa, achando tudo muito bonito, muito edificante, e lá fora ser outra pessoa. 

E preciso estarmos sempre engravatados. 

Essa disposição íntima, simbolizada pela gravata, é o 1 nosso crachá! Que as pessoas o vejam, onde estivermos, 

| identificando nossa opção de vida. 

Que possam dizer - É gente boa! Gaite do Cristo! 



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