Macrolídeos – Parte II



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Macrolídeos

Dra. Maria Eugênia Lulini Cintra

Médica

Infectologia

Macrolídeos

Principais representantes:


Eritromicina

Azitromicina

Claritromicina

Telitromicina

Espiramicina

Eritromicina

Indicações

      • Bordetella pertussis: adequado para terapêutica e profilaxia de contactantes
      • Opção para tratamento de pneumonias atípicas
      • Alternativa para infecções genitais e pélvicas por Chlamydia trachomatis ou Ureaplasma urealyticum
      • Pode ser segunda escolha às penicilinas e cefalosporinas
      • Sífilis: não oferece segurança no tratamento de gestantes (placenta) ou neurossífilis (BHC)
      • Alternativa para profilaxia de FR e EI

Eritromicina

Contraindicações e Efeitos Adversos 

      • Menos tolerada do que os de 2ª geração: náuseas, vômitos, dor abdominal, pirose, hiporexia, distensão abdominal e diarreia
      • Ação estimuladora da contratilidade gastrointestinal
      • Gestantes: evitar a formulação com o éster estolato  Maior risco de hepatotoxicidade

Azitromicina




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