Luciana Antonini


As Transformações da ABB em Números



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. As Transformações da ABB em Números 

 

Atualmente, o conglomerado da ABB foi classificado como a 35

a

 empresa no ranking 



mundial pela revista Fortune, possui 1300 companhias atuando em 140 países, com 215 

mil funcionários, sendo que 11,7 mil na América Latina (dados de 1991). Em 1992, o 

grupo ABB movimentou 32 bilhões de dólares distribuídos da seguinte forma: 

 59% Europa 

 17% América do Norte 

 17% Austrália/Australásia 

 4% América Latina (o Brasil representa 42% da AL) 

 3% outras regiões 

 

 “Na América Latina é grande o volume de atividades, da ordem de US$ 1,2 milhão, e 



tem-se dez mil empregados. São mais de 40 empresas, 30 fábricas, e operações em 

quase todos os países (...). Em alguns países não há produção; é o caso de Paraguai e 

Uruguai e países da América Central e do Caribe. Excetuando-se esses, há fabricação 

em todos os demais, de acordo com o tamanho de seus mercados. O Brasil corresponde 

a aproximadamente 50% do total das atividades na América Latina. (...) Assim, são de 

US$ 500 a US$ 600 milhões de volume de negócios, com mais ou menos cinco mil 

empregados no Brasil” (

MÜLLER, 1993, p. 139

). 

 

A empresa possuía 6400 empregados em 1990. Dentro deste processo de reorganização, 



em 1990 os funcionários da ABB-Brasil são reduzidos para 2800, em 1991 para 2700, e 

em 1993 objetivava-se a redução de 30% do quadro de funcionários, principalmente 

executivos. Através da terceirização dos serviços, em 93, os custos  são reduzidos em 

35%. E procuram desenvolver o setor de automação e robótica, posto que em 1993, o 

parque industrial brasileiro contava com apenas 130 robôs. 

 



 

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Concomitantemente, se em 1990  a quase totalidade do faturamento (90%) provinha de 



estatais (atualmente, as estatais brasileiras devem à empresa 160 milhões de dólares), 

em 1991 metade deste montante foi  proveniente de companhias privadas, que passam a 

ser o principal alvo da ABB. 

 



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