Luciana Antonini


As Estratégias da Nova Empresa



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. As Estratégias da Nova Empresa 

 

Dentro das novas políticas e estratégias da nova empresa “um importante aspecto era 



que, dentro da perspectiva mundial, a ABB deveria estar presente no mercado norte-

americano. (Em 1988), reunidas as operações da Asea e da Brown Boveri, havia enorme 

concentração de negócios na Europa, pois ambas as empresas estavam lá sediadas. 

Apenas cerca de 8% do total dos negócios estavam nos EUA. (...) Hoje, a operação nos 

Estados Unidos atinge cerca de US$ 7 bilhões. Individualmente, é país onde se tem 



 

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maior volume de negócios, (...) Acrescento que a América Latina representa 4% do total 



de vendas da ABB” (

MÜLLER, 1993, p. 141

). “Os investimentos atuais estão sendo 

direcionados a Coréia, Hong Kong, Cingapura, Taiwan, porque há condições deles 

serem bem aproveitados” 

(idem, p.149

). 

 

“A ABB é uma empresa global. Pensa em termos globais. Por atuar em 140 países tem 



de  pensar em âmbito global, apesar de agir em nível local. A arte de ser local em 

nível mundial é sua filosofia. A empresa é gerida como se fosse uma federação de 

pequenas empresas com um centro de coordenação. Entretanto, elas têm toda liberdade

têm toda a delegação de autoridade para funcionar.  (...) (Possuímos) nossa sede, nosso 

lar, nosso domicílio em todos os países onde funcionamos”, o que denominam de 

empresa multidoméstica (

MÜLLER, 1993, p. 146

). 

 

Em termos de Brasil, para superar as crises conjuntural e setorial a ABB diversificou 

seus ramos de atuação, recorreu aos processos de reengenharia e qualidade total (TNB - 

Time Base Management e TQM - Total Quality Management) e voltou-se para o 

mercado externo (exportações).  “O grupo sueco-suíço Asea Brown Boveri (ABB) está 

aumentando suas vendas no Brasil sem realizar investimentos vultuosos. Sua tática: 

melhorar o atendimento (...)”(

NICOLETTA, 1994, p. b-12). 

 



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