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partir dos tempos coloniais



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partir dos tempos coloniais.

ABDALA JÚNIOR, Benjamin. Literatura, história e política. Cotia: Ateliê Editorial. 2007. p. 35.



NESTA UNIDADE, VOCÊ VAI ESTUDAR OS SEGUINTES CAPÍTULOS:

1.  Trovadorismo e Humanismo

2. Renascimento

3. Origem e desenvolvimento da língua portuguesa

4. Produção de texto: relatório de pesquisa escolar

UNIDADE


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  Leia este soneto de Bocage e responda às questões.



Recreios campestres na companhia de Mar’lia

Olha, Marília, as flautas dos pastores 

Que bem que soam, como estão cadentes! 

Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes 

Os Zéfiros brincar por entre as flores?

Vê como ali beijando-se os Amores 

Incitam nossos ósculos ardentes!

Ei-las de planta em planta as inocentes, 

As vagas borboletas de mil cores!

Naquele arbusto o rouxinol suspira, 

Ora nas folhas a abelhinha para

Ora nos ares sussurrando gira:

Que alegre campo! Que manhã tão clara! 

Mas ah! Tudo o que vês, se eu te não vira, 

Mais tristeza que a morte me causara.

BOCAGE. Obras de Bocage.  Porto:  

Lello&Irmão, 1968. p. 152.

a)  O soneto de Bocage focaliza o tópico do lugar ameno. Justifique a afirmação com 

um verso do texto.

b)  Explique o sentido dos versos finais do poema: “Mas ah! Tudo o que vês, se eu 

não te vira, / Mais tristeza que a morte me causara”.

c)  Localize e explique a antítese presente na última estrofe do soneto.

d)  Relacione a temática da pintura de François Boucher ao poema de Bocage.



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