Licenciatura em pedagogia



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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS – CCH

LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

EAD - UNIRIO/CEDERJ

IDENTIDADE NEGRA COMO RESISTÊNCIA:

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EMANCIPATÓRIAS COMO ESTRATÉGIA PARA A CONSTRUÇÃO AFIRMATIVA DA IDENTIDADE DE MENINAS NEGRAS

LETÍCIA SERAFIM DA SILVA LIMA

Rio de Janeiro

2016


LETÍCIA SERAFIM DA SILVA LIMA

IDENTIDADE NEGRA COMO RESISTÊNCIA:

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EMANCIPATÓRIAS COMO ESTRATÉGIA PARA A CONSTRUÇÃO AFIRMATIVA DA IDENTIDADE DE MENINAS NEGRAS

Trabalho de Conclusão de Curso da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, apresentado como requisito à obtenção do título de graduada em Pedagogia, sob orientação da professora Dra. Claudia Miranda.


Rio de Janeiro - RJ

Dezembro / 2016
AGRADECIMENTOS

Agradeço à meus pais, Bete e Cesar, que sempre apoiaram todas as escolhas e caminhos trilhados por mim até aqui. À minha mãe novamente e irmãos, Juliana e Luiz Cesar, professores, que me inspiram com o amor que se dedicam à profissão. Agradeço a Prof(a). Dra. Adrianne Ogêda Guedes por me acolher no grupo de pesquisa Frestas tornando minha trajetória acadêmica menos solitária e muito mais sensível. À Profa. Dra. Claudia Miranda que aceitou orientar este trabalho. À Profa. Tetê pela paciência e carinho nos diversos momentos de dificuldade durante minha formação. Por fim, agradeço ao meu marido e companheiro Vitor que está ao meu lado, caminhando junto, e ao meu filho, Benjamin, que chegou durante a escrita deste trabalho e permitiu, entre uma soneca e outra, que eu pudesse me dedicar a finalizá-lo.




RESUMO
Quantidade significativa de literatura tem se dedicado a entender a relação entre educação e racismo. Pesquisas comprovam que os meninos negros são o grupo mais vulneráveis a discriminações e a desigualdades no espaço escolar: têm o menor tempo de escolaridade, são os mais sujeitos a sanções e disciplinarizações e possuem maior taxa de abandono escolar. No entanto pouca literatura tem se dedicado a fazer um recorte de gênero dentro da categoria racial. Frente às questões relacionadas à interseccionalidade (CRENSHAW, 2002) de raça e gênero na produção de violências específicas direcionadas ao corpo feminino negro, e a luz da construção do pensamento racial brasileiro buscamos entender como as meninas negras são atravessadas pelo racismo e pelo sexismo dentro da dinâmica escolar. Tendo o conceito de empoderamento como base para o entendimento da construção identitária, vista como um processo de resistência e enfrentamento ao racismo, analisamos o discurso de uma mulher negra que utiliza as redes sociais como ferramenta para ressignificar sua história de silenciamento e negação e influenciar outras mulheres negras a fazerem o mesmo. Buscamos perceber na narrativa dessa mulher como ela elabora suas experiências de sujeito colonizado e as transformam em estratégia de luta decolonial (WALSH, 2013).




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